TCU abre auditoria em crédito rural e mira possível venda casada

O Tribunal de Contas da União decidiu abrir uma auditoria operacional para verificar se há conformidade na concessão de crédito rural e se existem indícios de práticas abusivas, incluindo possível venda casada, em operações realizadas por bancos públicos e acompanhadas pelo Banco Central. A medida foi aprovada em 28 de janeiro de 2026, por meio de acórdão do plenário do TCU. A auditoria vai alcançar Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia (Basa), BNDES e Banco do Nordeste (BNB). Além do tema da venda casada, o trabalho também prevê análise sobre transparência de taxas e encargos cobrados de produtores rurais, além da adequação de governança e controles internos das instituições financeiras públicas federais na execução dessa política pública. No caso do Banco Central, o foco será avaliar a atuação supervisora do órgão no acompanhamento dessas operações. O objetivo, segundo o texto aprovado, é checar se o modelo de fiscalização e os controles existentes são suficientes para garantir que a política de crédito rural seja executada com regras claras e proteção ao tomador do crédito. O acórdão não prevê, neste momento, auditoria direta em bancos privados. Ainda assim, o voto do relator do processo, Benjamin Zymler, aponta que o TCU tem competência para analisar instituições privadas quando as operações de crédito rural envolvem recursos públicos, como fundos constitucionais ou recursos do Tesouro usados para subsídios, incluindo operações ligadas ao Plano Safra. A abertura da auditoria teve origem em um pedido aprovado em dezembro pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que solicitou a fiscalização sobre a execução do crédito rural. O TCU informou que reduziu parte do escopo inicialmente sugerido, porque alguns pontos já haviam sido tratados em auditorias e processos recentes, como temas ligados a desvio de finalidade e transparência de subvenções econômicas. Ao fim do trabalho, o tribunal informou que os resultados e eventuais medidas posteriores serão comunicados ao presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS).

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Brasil quebra todos os recordes: único país que produz soja em 2 hemisférios

O Brasil acaba de conquistar mais um feito histórico no agronegócio mundial, consolidando-se como o único país capaz de produzir soja em ambos os hemisférios terrestres. Esta conquista extraordinária posiciona o território nacional em vantagem competitiva jamais vista no mercado global, garantindo flexibilidade produtiva que deixa todas as outras nações para trás na corrida pela liderança da oleaginosa mais valiosa do planeta. O segredo por trás deste fenômeno impressionante está na geografia privilegiada do país. A Linha do Equador corta estrategicamente o território brasileiro, atravessando os estados amazônicos do Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. Esta posição única permite que 93% do país se localize no hemisfério Sul, enquanto 7% permanece no hemisfério Norte, criando um cenário produtivo sem precedentes na história da agricultura mundial. Esta distribuição territorial revolucionária permite que o Brasil execute calendários agrícolas completamente distintos nas diferentes regiões, maximizando a produção agrícola durante todo o ano. Enquanto outras potências mundiais ficam limitadas às suas respectivas estações, o país tropical consegue manter oferta constante de grãos, transformando limitações geográficas em vantagens competitivas incontestáveis. Domínio absoluto no mercado internacional A capacidade extraordinária de cultivo em dois hemisférios confere ao Brasil um poder de mercado nunca antes imaginado. Enquanto gigantes como Estados Unidos e Argentina permanecem presos a apenas um hemisfério, o país verde e amarelo revoluciona o abastecimento global com sua oferta escalonada. Esta estratégia genial permite atender as demandas chinesas, que absorvem impressionantes 69% das exportações brasileiras, em períodos estratégicos ao longo do ano. O cultivo da soja no hemisfério Norte brasileiro acontece principalmente nas regiões amazônicas, onde condições climáticas excepcionais permitem safras em épocas completamente diferentes das tradicionais áreas produtoras. Esta diversificação geográfica genial reduz drasticamente riscos climáticos e multiplica oportunidades de comercialização, blindando o país contra oscilações de mercado que devastam outros produtores mundiais. Gráfico: Distribuição da Produção de Soja por Hemisférios Gráfico: Produção de Soja Brasil por Hemisférios Brasil: Único País com Produção de Soja em 2 Hemisférios Hemisfério Sul 138,2 milhões de toneladas 93% do território Hemisfério Norte 9,14 milhões de toneladas 7% do território 🏆 Principais Estados Produtores por Hemisfério: Hemisfério Sul: Mato Grosso: 50,6 mi/ton Paraná: 21,5 mi/ton Rio Grande do Sul: 14,3 mi/ton Goiás: 17,7 mi/ton Hemisfério Norte: Tocantins: 3,8 mi/ton Rondônia: 2,1 mi/ton Pará: 1,9 mi/ton Amazonas: 1,3 mi/ton Fonte: CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) – Safra 2023/2024 Total: 147,34 milhões de toneladas (42% da produção mundial) Estados destaque por hemisfério: Fonte: CONAB 2024 – Dados da safra 2023/2024 A explosiva região do Matopiba exemplifica perfeitamente esta revolução geográfica. Compreendendo Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, esta fronteira agrícola expandiu 15,6% entre 2011 e 2013, demonstrando o potencial explosivo de crescimento em diferentes latitudes do território brasileiro. Esta expansão estratégica em áreas de Cerrado próximas à Linha do Equador representa a materialização da vantagem geográfica brasileira. Hegemonia consolidada na oleaginosa mundial Com produção estratosférica de 147,34 milhões de toneladas na safra 2023/2024, o Brasil não apenas mantém, mas consolida sua hegemonia mundial, controlando impressionantes 42% de toda soja produzida globalmente. A distribuição revolucionária em dois hemisférios contribui decisivamente para esta supremacia, garantindo que o país mantenha oferta abundante mesmo durante entressafras devastadoras de outros produtores. Esta característica única transforma o Brasil no fornecedor mais confiável do planeta, garantindo estabilidade no abastecimento internacional que nenhum outro país consegue oferecer. A genialidade de uma safra escalonada em diferentes hemisférios consolida definitivamente o país como potência indiscutível no mercado da oleaginosa mais importante da Terra.

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Os híbridos da linha NTXS da Nortox estão transformando a percepção do sorgo como cultura de segunda safra.

Ensaios comprovam alto desempenho dos híbridos de sorgo da linha NTXS

Os híbridos da linha NTXS da Nortox estão transformando a percepção do sorgo como cultura de segunda safra. Ensaios conduzidos por consultorias técnicas renomadas e independentes em regiões estratégicas como Mato Grosso, Bahia e Goiás comprovaram o alto desempenho dos materiais da empresa, mesmo sob condições climáticas desafiadoras. Combinando alto teto produtivo, sanidade foliar e estabilidade agronômica, os híbridos NTXS vêm se consolidando como grande alternativa para o Cerrado. Em Canarana (MT), no ensaio realizado pela Meta Consultoria Agrícola, o híbrido NTXS 400 atingiu a maior produtividade entre 39 cultivares testadas, com 150,7 sacas por hectare, corrigidas a 13% de umidade. O NTXS 300 também surpreendeu, alcançando 146,9 sc/ha, comprovando a consistência da genética dos materiais da Nortox. Já o NTXS 100 obteve 122,2 sc/ha e se destacou pela maior panícula do ensaio, com 38,4 cm – um indicativo de maior capacidade de enchimento de grãos e potencial de rendimento. “Além da produtividade, os materiais da Nortox demonstraram excelente sanidade foliar. Os três híbridos NTXS avaliados apresentaram apenas 5% de severidade para helmintosporiose, mesmo sob alta pressão da doença, superando inclusive cultivares tradicionais no mercado”, afirma João Marcos Ferrari, Diretor Comercial da Nortox. Para ele, essa performance reforça a segurança fitossanitária dos materiais, um fator decisivo na escolha de híbridos para regiões com histórico de doenças. Outro destaque veio da região de Barreiras (BA), uma das mais relevantes para a expansão do sorgo no Brasil. No ensaio conduzido pela IDE Consultoria Agrícola, na Fazenda Osman, os híbridos da Nortox enfrentaram condições de estresse hídrico extremo – apenas 1,4 mm de chuva nos 20 primeiros dias após a semeadura – e ainda assim apresentaram vigor inicial, bom enraizamento, panículas bem formadas e desenvolvimento uniforme. “Esses resultados reforçam a resiliência genética da linha NTXS, pensada para ambientes desafiadores como o oeste baiano”, afirma Cleber Pinheiro, Líder de Desenvolvimento de Mercado – Sementes da Nortox. Com o milho enfrentando restrições técnicas e econômicas em regiões de maior risco climático, o sorgo ganha espaço como alternativa estratégica na segunda safra. “Os híbridos da Nortox, como os da linha NTXS, entregam uma combinação altamente vantajosa de produtividade, estabilidade e sanidade foliar, especialmente onde o milho perde viabilidade”, acrescenta Cleber. A performance consistente da linha NTXS em diferentes biomas do Cerrado reforça o foco da Nortox em soluções adaptadas regionalmente. “O que vemos no campo é o resultado de um trabalho contínuo de melhoramento genético e validação agronômica. A linha NTXS oferece ao produtor uma ferramenta confiável, produtiva e alinhada com os desafios da safrinha no Matopiba e no Centro-Oeste”, enfatiza João Marcos Ferrari. Aliando resiliência, rusticidade e alto potencial produtivo, os híbridos NTXS 100, NTXS 300, NTXS 400 e NTXS 500 se posicionam como novas referências em sorgo granífero para a safrinha. Desta forma, a Nortox, que há mais de 70 anos é sinônimo de qualidade em defensivos agrícolas, agora se consolida também como referência nacional na área de sementes híbridas de milho e sorgo. Fonte: Assessoria

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Sementes Objetivando o fortalecimento da atuação conjunta no setor sementeiro Aprosmat promove o SAAC 2025

O evento abordou aspectos jurídicos na questão da comercialização de sementes, trabalho em equipe e superação de desafios com a presença do campeão olímpico Tande do Vôlei A Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) realizou no dia 29 de julho, a quinta edição do ciclo de palestras do programa Sistema Aprosmat de Atendimento ao Cliente (SAAC). O workshop contou em sua programação com temas como Código de Defesa do consumidor, reclamações dos clientes e máximo desempenho, com campeão olímpico de vôlei Tande. O presidente da Aprosmat, Nelson Croda, abriu o dia de trabalho destacando aos presentes a grande oportunidade de absorção de conhecimento oferecida nesta quinta edição do SAAC. “A Aprosmat por meio desse evento, procura a melhoria contínua tanto do produto, quanto ao serviço prestado aos nossos clientes. Com isso, esse trabalho de capacitação que estamos promovendo o quinto SAAC, é um treinamento para a nossa equipe técnica e comercial para sempre atender da melhor maneira possível o nosso cliente, que não basta somente ter uma alta qualidade nas sementes, mas também é primordial o serviço que prestamos ao nosso cliente através de excelentes recomendações para extrair o máximo da produtividade das nossas sementes”, disse. A palestra do advogado, Felipe Di Benedetto Junior, tratou do tema, “A não aplicação do Código de Defesa do Consumidor na comercialização de sementes”, onde apresentou a legislação vigente específica para o segmento, a Lei 10.711, bem como o decreto e a portaria do Ministério da Agricultura, que regulamenta essa atividade desde a produção, armazenamento, beneficiamento, análise, comercialização e o pós-venda de sementes. “Nessa legislação tem os prazos de garantia dos produtos, seja soja, milho, algodão, forrageira, traz os seus próprios prazos, em detrimento do Código de Defesa do Consumidor, que é uma legislação mais geral, mais abrangente, e do Código Civil também. Demonstramos as principais diferenças e o porquê que deve ser aplicado, garantindo os direitos desses produtores de semente”, explicou. A palestra “Unindo peças, resolvendo problemas – Como transformar reclamações em oportunidades!”, com o engenheiro agrônomo e Doutor em Sementes, Jonas Farias Pinto, apresentou uma reflexão aos participantes em um tema sensível para os setores de vendas, de como o time comercial pode agir perante ao seu cliente, para tirar melhor proveito dessa semente que ele está entregando comercialmente e como que a gente pode conseguir tirar os requisitos para que a segurança que o cliente vai conseguir receber a semente com melhor qualidade”. O tema central aqui da minha palestra do SAAC, para que a gente possa olhar a semente com outro olhar e para que nós possamos confiar nos nossos processos, e fazermos com que o cliente tire mais proveito daquela semente que ele está adquirindo. Basicamente foi o nosso objetivo aqui, trazer esses insights, essas perguntas e esse questionamento para o nosso time que esteve aqui junto conosco”, finalizou.Do conteúdo técnico para uma mensagem motivacional, com ídolo do vôlei Tande, medalhista olímpico de ouro, e único jogador de vôlei campeão mundial na quadra e na praia, Rei da praia, com muito carisma destacou as semelhanças e aprendizados da vida nas quadras e a busca pelo máximo desempenho. “Ao timaço de associados da Aprosmat foi um prazer ter este momento com todos. Vocês viram como eu trabalho, que não dá pra dar desculpas, a gente tem que entregar o nosso melhor todos os dias. Esse é o diferencial do campeão para os demais. No agro, no esporte, onde a gente estiver, os desafios estão batendo na porta. O mundo está mudando, com guerras, taxações, dolarização, e aonde a gente quer estar? Vocês são o topo da cadeia do agro, fazem a diferença. A importância de entregar o melhor todos os dias, esse é o diferencial do que vem pela frente”, provocou. Fonte: Assessoria

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APROSMAT marca presença no 10º CBSoja em Campinas. Palestra de Elton Hamer

10º CBSOJA: APROSMAT marca presença no Congresso Brasileiro de Soja

A Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (APROSMAT) participa do 10º Congresso Brasileiro de Soja (CBSOJA), no Centro de Exposições e Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP). O evento é promovido pela Embrapa Soja e vai até amanhã, 24 de julho. Para além da agenda técnica, a presença da entidade conecta inovação científica com prática de campo, criando ponte direta entre quem pesquisa, quem produz semente e quem precisa levar produtividade para a lavoura na próxima safra. Esse diálogo permanente explica por que campanhas como a Certifica MT 90% repercutem dentro e fora de Mato Grosso. O ex-presidente e associado da Aprosmat, Elton Hamer, ministrou a palestra “Inovação e Mercado – Onde tudo se conecta”, na tarde de ontem, 22 de julho. No mesmo evento, a campanha Certifica MT 90% foi destaque por meio de vídeo exibido na abertura. A iniciativa reforça o compromisso da APROSMAT com a excelência e a evolução da qualidade das sementes produzidas em Mato Grosso. Em sua participação, Elton Hamer tratou sobre o tema “Inovação e Mercado: Onde Tudo Conecta”, revisitando os primórdios da produção de sementes no estado até os dias atuais e destacando a participação da Aprosmat nesse processo. “Nós falamos sobre as inovações fundamentais que a Aprosmat participou, onde a associação foi a protagonista ou então pelo menos coadjuvante em todas as inovações e no avanço da cultura no Mato Grosso. As inovações são de produtos, de processos, onde o modelo de negócio e eles normalmente interagem entre si, pois o modelo de negócio é muito importante nessas inovações. A cada momento temos inovações, há exemplos da edição gênica, agricultura molecular, que transfere genes de animais para plantas, startups e outras coisas”, destacou. O CBSoja nesta edição é realizado em conjunto com o Mercosoja 2025. Considerado o maior fórum técnico-científico da cadeia produtiva da soja na América do Sul, reúne renomados especialistas nacionais e internacionais de vários segmentos ligados ao complexo soja, uma das maiores cadeias produtivas do agro brasileiro. Conta com a participação de mais de 2.000 congressistas, entre pesquisadores, profissionais do agronegócio, produtores e acadêmicos. A edição de 2025 é especial, pois celebra os 50 anos da Embrapa Soja, com programação e agenda técnica que destacam a ciência, as contribuições relevantes da cadeia produtiva, de seu sistema de inovação público-privado e o empreendedorismo dos produtores brasileiros. O congresso é um momento ímpar de reunir toda a cadeia de valor da cultura da soja, criando um ambiente de conexão e de discussão de grandes temas que envolvem a agregação de valor, a intensificação e a inclusão produtiva sustentável. Fonte: Assessoria

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FEBRASEM 2025 com sucesso de participantes e difusão de conhecimento e tecnologia

A Feira Brasileira de Sementes (FEBRASEM), sediada em Rondonópolis, em sua 4º edição fechou com a expressiva participação de público e o maior espaço de expositores da sua história. A feira realizada pela Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (APROSMAT), promoveu nos dois dias de evento um ambiente de troca de conhecimento, tecnologia e inovação, e network entre empresas e clientes.O segundo dia iniciou com a palestra “ Execução da Estratégia, Gestão e Liderança”, com Fabiano Zanzin. Na sequência, o presidente da Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), com o tema “Sustentabilidade e inovação na Cotonicultura Brasileira”. Após o intervalo do almoço, o painel “Economia Sustentável no Agronegócio”, colocou em debate o deputado federal, Arnaldo Jardim (FPA), o assessor especial do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Carlos Augustin, o advogado tributarista, Eduardo Lourenço e o coordenador da Fundação Getúlio Vargas, Guilherme Bastos.Para finalizar a programação da FEBRASEM, a palestra com CEO da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Herrmann, que tratou das “ Oportunidades do Agro Brasileiro”. “Eu passei uma mensagem positiva, que toda a disrupção gera oportunidades. Ela não é necessariamente ruim, ela é desconfortável, mas ela não é necessariamente prejudicial. E no caso específico do Agro, toda essa disrupção que a gente está vivendo no mundo, com os Estados Unidos, revendo as regras e botando. Uma série de verdades absolutas contra a parede, eu acho que nós podemos, no agro, nos beneficiar disso aí. Agora, nós temos, isso não quer dizer que está tudo interagido, nós temos oportunidades para melhorar, nós temos já vantagens competitivas que ninguém em outro país tem”, explicou. Na avaliação do presidente da APROSMAT, Nelson Croda, a quarta edição da FEBRASEM superou as projeções de público e movimentação no pavilhão de exposição maquinas e soluções para o segmento sementeiro. “O meu sentimento com o evento finalizado é muita gratidão pela participação do setor de sementeiro, não só a Mato-grossense, como de todos os cantos do país, tinha participantes de todas as regiões, palestras excepcionais, muitos expositores trazendo várias inovações e tecnologia. Então, eu fico muito grato, agradecer a participação de todos, e principalmente a equipe da APROSMAT, que organizou e trabalhou muito para entregar uma excepcional feira e já fica o convite para 2026, na quinta edição da FEBRASEM”, finalizou. Nos dois dias de evento, cerca de 1.200 pessoas estiveram presentes em uma imersão na cadeia produtiva de sementes, focada em tecnologia, inovação e pessoas. A próxima edição da FEBRASEM ocorrerá em junho de 2026. Fonte: Acessória

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FEBRASEM encerra com sucesso absoluto: você no centro da notícia

Ontem, 12 de junho, você acompanhou o encerramento da 4ª Feira Brasileira de Sementes (FEBRASEM) no Parque de Exposições de Rondonópolis. Durante dois dias, o evento organizado pela Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (APROSMAT) reuniu especialistas, pesquisadores e empresários para debater inovação, mercado e futuro da cadeia sementeira. Auditório cheio e estandes disputados consolidaram a feira como referência nacional. Participação recorde O presidente da APROSMAT, Nelson Croda, avaliou o resultado como excepcional. “Alcançamos o limite de inscrições antes do previsto e mesmo assim o setor insistiu em participar, sinal claro da relevância do encontro.” Você viu corredores movimentados até o último painel, produtores fotografando novas cultivares e fornecedores firmando acordos para a próxima safra. Conteúdo técnico de alto nível Inovação genética Pela manhã, Alexandre Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja, apresentou “Os Impactos da Edição Gênica na Agricultura Brasileira”. Ele explicou como alterar pontos específicos do DNA pode gerar plantas mais resistentes ao estresse hídrico e a pragas, reduzindo o custo de defensivos e ampliando a produtividade. Indicadores econômicos Em seguida, Cleiton Gauer, superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA-MT), mostrou dados atualizados na palestra “Indicadores Estratégicos na Agricultura no Mato Grosso”. Entre os destaques, a participação de 26 % do estado no valor bruto da produção agropecuária nacional e o avanço de 5,2 % na área irrigada em 2024. Muitos participantes registraram os gráficos para embasar decisões de plantio e comercialização. Perspectiva macroeconômica No encerramento, o economista Ricardo Amorim relacionou o cenário global às oportunidades locais. Ele apontou demanda internacional ascendente por grãos brasileiros, resultado de tensões comerciais entre grandes blocos, além de ganhos de produtividade decorrentes de sementes de alto desempenho e da disponibilidade hídrica mato-grossense. Amorim alertou que, para capturar mercados exigentes, será essencial investir em certificação ambiental e rastreabilidade. Negócios e networking Temas centrais debatidos Tema Relevância para você Aplicação imediata Edição gênica Aumenta produtividade e reduz defensivos Parceria com programas de pesquisa Dados do IMEA-MT Orienta decisões de plantio e venda Acompanhar relatórios trimestrais Certificação de origem Facilita acesso a mercados exigentes Implementar rastreabilidade digital Logística na BR-163 Reduz custo de escoamento Engajar-se em fóruns de infraestrutura Desafios em pauta Você encerra a cobertura da FEBRASEM 2025 com clareza de que a feira se tornou ponto essencial de convergência para a cadeia de sementes. Investir em tecnologia genética, rastreabilidade e logística eficiente será decisivo na próxima década. Munido de dados estratégicos e novos contatos, você já pode planejar a próxima safra com mais segurança e competitividade. Fonte: Redação

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Terminal ferroviário de Rondonópolis carregando soja para exportação em 2025

Exportações de Rondonópolis disparam: US$ 1 bi em 5 meses

Quando falamos em agronegócio mato-grossense, costumamos pensar no Estado inteiro. Mas, de janeiro a maio deste ano, Rondonópolis roubou a cena, vendendo ao exterior US$ 1,039 bilhão em apenas cinco meses valor que a coloca no topo do ranking estadual e na 20ª posição nacional. Esses números mudam o retrato econômico da cidade e reforçam a urgência de discutir logística, mercado externo e sustentabilidade. Panorama das exportações de Rondonópolis Rondonópolis representou 9,6 % de tudo o que Mato Grosso exportou no período e 0,8 % das vendas brasileiras. A balança comercial local mostrou superávit de US$ 899 milhões, porque as importações ficaram em US$ 140 milhões. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pelo sistema ComexStat. Para onde foi tanta mercadoria? O que a cidade vendeu Produto Participação Observação rápida Torta e resíduos de óleo de soja 48 % Derivados alimentam indústria de ração animal Soja triturada 30 % Demanda asiática mantém preços firmes Algodão em pluma 14 % Fibras finas disputadas por tecelagens do Sudeste Asiático Carne bovina 4,3 % Cortes desossados e refrigerados seguem para mercados premium Fatores que impulsionam o recorde Safra robusta e dólar amigo Mesmo com ajustes climáticos, a colheita de soja registrou rendimento 4 % superior à média de 2024, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Em paralelo, o dólar a R$ 5,03 no acumulado do ano garantiu margem confortável ao produtor. Logística sobre trilhos A consolidação do corredor ferroviário Rumo-ALL reduziu o frete até Santos em 12 %. Isso explica o salto de US$ 237 milhões em exportações apenas em maio. Diversificação de mercados Nos últimos dois anos, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico negociou missões comerciais para Sudeste Asiático e Oriente Médio, abrindo portas para algodão e carne bovina — itens que agora engordam a pauta de vendas. Desafios à vista Gargalos rodoviários A BR-163, principal via de escoamento até a Ferrovia Senador Vicente Vuolo, sofre com buracos e congestionamentos no período chuvoso. Transportadoras relatam aumento médio de 18 % no tempo de viagem entre fevereiro e março, elevando custos. Pressão por rastreabilidade A nova legislação europeia contra desmatamento impõe prazos curtos para comprovação de origem. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) corre para mapear 100 % das fazendas rondonopolitanas ainda em 2025. Qualificação de mão de obra Indústrias esmagadoras de soja projetam abrir 200 vagas no segundo semestre, mas sentem falta de técnicos em logística e mecânica. O Senai local já anunciou turma extra em julho. O que esse resultado significa para você Se você é produtor, transportador ou investidor na região sul-matogrossense, o marco de US$ 1 bilhão não é apenas um número: ele indica musculatura comercial e espaço para novas cadeias industriais. Para o morador comum, significa empregos mais qualificados e recolhimento de impostos que podem melhorar infraestrutura e serviços públicos. Em apenas cinco meses, Rondonópolis mostrou que pode ser protagonista nacional no comércio exterior. Se conseguir avançar na logística rodoviária, atender exigências ambientais e qualificar a mão de obra, a cidade tem potencial para ultrapassar US$ 2,5 bilhões até dezembro. Os próximos passos dependem de políticas públicas e da capacidade do setor privado de manter o ritmo sem perder de vista a sustentabilidade. Fonte: Redação

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