Fotografia colorida mostrando um grupo de oito mulheres alinhadas lado a lado em um palco de desfile, vestindo trajes de estilo country. Elas usam chapéus de caubói em tons de marrom, preto, rosa e branco, camisas de manga longa (nas cores vinho, azul-marinho, rosa, bege e branca) e calças jeans justas com cintos de fivelas grandes. Três das mulheres posicionadas ao centro usam faixas de premiação transversais no peito, onde se leem os títulos "Garota Rodeio", "Garota Exposul" e "Garota Country". Ao fundo, há um painel escuro com uma estrutura circular iluminada no centro e refletores de luz cênica avermelhada nas laterais do palco. Na parte inferior da imagem, aparece o topo de um refletor de luz branco focado para cima.

A corrida pela faixa do concurso Garota Exposul define as finalistas neste sábado

O Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis confirmou para este sábado, dia 20 de junho, a etapa presencial para a definição das dez finalistas do tradicional concurso Garota Exposul 2026. O processo seletivo será realizado no Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias, com atendimento ao público no portão quatro, das 13 às 17 horas. Para participar, as interessadas devem realizar a inscrição obrigatoriamente de forma presencial, ter mais de 18 anos e apresentar documento pessoal de comprovação. Devem estar com traje a caráter no estilo country, possuir redes sociais abertas e públicas, além de demonstrar boa desenvoltura para telas, boa dicção e disposição para cumprir a agenda oficial da feira. Após essa triagem, a definição das vencedoras das categorias Garota Exposul, Garota Rodeio e Garota Country ocorrerá em julho, por meio de um desfile avaliado por um júri técnico selecionado e identificado com a Exposul. A 52ª Exposul, que acontece de portões abertos entre os dias 3 e 9 de agosto, traz novidades estruturais para esta edição, incluindo um espaço exclusivo para as grandes atrações e entrada totalmente gratuita para o setor da pista. As apresentações no palco principal começam na segunda-feira, dia 3 de agosto, com Deive Leonardo. Na terça-feira, a programação segue com um show regional e, na quarta-feira, haverá uma rodada dupla de apresentações com o cantor Natanzinho Lima e, na sequência, a cantora Mariana Fagundes. A noite de quinta-feira será comandada por Eduardo Costa, enquanto na sexta-feira ocorrem mais dois grandes shows, com Murilo Huff e a dupla Zé Neto e Cristiano. Para fechar a maratona de apresentações da feira, o sábado contará com o show do “Embaixador” Gusttavo Lima. Para o público que busca mais comodidade, a organização já disponibilizou a venda de ingressos para a área vip e camarotes com valores iniciais a partir de 80 reais, disponíveis tanto no site Guicheweb quanto nos pontos físicos da cidade, como Calçados Bandeirantes, West Country, Loja TXC no Shopping, Padaria Vip e na sede do Sindicato Rural. Além do entretenimento musical, a feira mantém sua forte essência agropecuária e cultural com uma série de eventos tradicionais ao longo da semana. A 38ª edição da tradicional cavalgada abrirá a maratona de atrações nas ruas de Rondonópolis, com a expectativa de reunir quase mil cavaleiros, amazonas e comitivas, sempre priorizando o bem-estar animal e seguindo as orientações dos órgãos reguladores. Na Arena João Potero, o rodeio em touros promete movimentar as noites de competição com os peões buscando o topo do pódio, enquanto o 32º torneio leiteiro dá destaque à bacia leiteira da região Sudeste. A programação também reserva espaço para o conhecimento com a Agropec, que apresentará palestras relevantes para o segmento, e o Mutirão Rural realizado pelo Senar MT, que oferecerá cursos, oficinas e atendimentos gratuitos, além da aguardada vitrine da carne em todas as noites. Na área de negócios, a feira contará com exposição de máquinas de grandes empresas nacionais e locais, além de cinco leilões confirmados. Durante o dia, o parque receberá cerca de mil crianças do projeto “Pequenos no Agro” para um tour educativo e abrirá espaço para instituições sociais, como a Apae e o Lar dos Idosos. Fonte: Cairo Lustoza

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Fotografia em plano inteiro de quatro homens vestidos formalmente com ternos e crachás do evento, posados lado a lado para a foto. Eles estão em pé sobre um tapete verde que imita grama, diante de um grande painel verde-escuro com logotipos de marcas parceiras e a inscrição parcial "Nature & Climate Week". O primeiro homem à esquerda veste terno azul-claro; o segundo veste terno escuro com camisa branca aberta; o terceiro veste terno cinza; e o quarto, posicionado à direita, veste terno preto com gravata azul texturizada. O piso reflete sutilmente a iluminação do ambiente.

Aprosoja MT defende que Brasil lidere a criação de regras internacionais para o agro tropical

O debate sobre sustentabilidade na produção de alimentos ganhou um novo capítulo durante a Rio Nature & Climate Week, no Rio de Janeiro. Em uma atuação conjunta, as associações dos produtores de soja e milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e do Brasil defenderam que o país precisa assumir a liderança em uma articulação internacional para “tropicalizar” as metodologias globais que medem o impacto ambiental da agropecuária. A proposta foi entregue pelo presidente da entidade mato-grossense, Lucas Costa Beber, ao embaixador André Corrêa do Lago, que preside a COP30. O objetivo central é corrigir uma distorção histórica: o fato de que a maior parte dos critérios ambientais usados hoje no mundo foi desenhada com base na realidade de países de clima temperado, localizados no hemisfério norte, ignorando as dinâmicas e riquezas da produção em regiões tropicais. Na visão das entidades, aplicar esses parâmetros estrangeiros sem nenhuma adaptação técnica ao cenário brasileiro gera uma análise incompleta e injusta sobre quem trabalha no campo. O Brasil se destaca globalmente por unir alta produtividade e tecnologia de ponta à conservação ambiental dentro das propriedades rurais, tudo isso respaldado por uma das legislações mais rígidas do planeta. Mesmo assim, o setor segue enfrentando julgamentos baseados em réguas que não refletem o dia a dia dos trópicos. Lucas Costa Beber pontua que o país precisa parar de apenas reagir às exigências do mercado externo e assumir um papel ativo na construção dessas regras internacionais, já que o Brasil possui ciência, escala e experiência de sobra para balizar esse debate com critérios compatíveis com a sua própria realidade geográfica e climática. Essa iniciativa é um desdobramento direto dos debates iniciados no documento que a Aprosoja MT levou para a COP30. A meta agora é dar voz aos países em desenvolvimento que garantem a segurança alimentar do planeta e que enfrentam desafios muito particulares de solo, logística, rastreabilidade e pressões por preservação. Diante de um cenário global marcado por tensões comerciais e pelo uso frequente da agenda verde como barreira econômica, a Aprosoja avalia que blindar o produtor contra julgamentos distorcidos é uma questão de soberania e segurança alimentar. Ao defender uma sustentabilidade baseada em dados científicos e segurança jurídica, a entidade busca não apenas proteger o mercado nacional, mas também consolidar o Brasil como o verdadeiro protagonista na definição do futuro da agricultura sustentável no mundo. Fonte: Aprosoja MT

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Fotografia colorida em plano aberto mostra uma vasta plantação de algodão pronta para a colheita, com capulhos brancos bem abertos que preenchem todo o horizonte. Ao fundo, o sol se põe no centro da linha do horizonte, criando um céu com degradê em tons de amarelo, laranja e azul claro. Fim da descrição.

No fio da produtividade: Fundação MT realiza Cotton Day com foco em tecnologias e manejos para o algodão

O município de Sapezal se prepara para receber, nesta quarta e quinta-feira, dias 10 e 11 de junho, a edição 2026 do Cotton Day. O tradicional dia de campo, totalmente voltado para a cultura do algodão, é realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso, a Fundação MT. Com o tema No Fio da Produtividade, o evento acontecerá na estação experimental da instituição, localizada na Fazenda Tucunaré. Com inscrições gratuitas pelo site da instituição, o encontro tem como objetivo oportunizar a atualização técnica de profissionais do agro e fortalecer as conexões dentro do segmento produtivo da cotonicultura. O gerente de pesquisas, serviços e operações da Fundação MT, Luís Carlos de Oliveira, destaca que a programação foi muito pensada na realidade da safra atual. Segundo ele, o evento abordará questões sensíveis da operação dentro das propriedades, como o manejo, o uso de tecnologias e as tomadas de decisões que fazem a diferença no resultado final e na produtividade no campo, aproveitando a estrutura da estação para apresentar diversos resultados práticos aos participantes. Um dos grandes destaques desta edição do Cotton Day será a oportunidade de conhecer de perto os resultados de um ensaio de mais de 12 anos focado na adubação com potássio no sistema de sucessão soja-algodão. Além disso, a programação reserva espaço para debates fundamentais sobre o manejo de pragas e nematoides baseados nos relatos da safra atual, e os resultados do projeto da instituição voltado para o controle de Caruru na cultura do algodão. Os participantes também farão visitas guiadas a uma vitrine de cultivares, apresentando os mais novos materiais genéticos desenvolvidos por empresas parceiras da Fundação MT. A programação técnica será idêntica nos dois dias de evento para que o público possa escolher a melhor data para comparecer. As atividades começam logo cedo, às 7h30, com a abertura na tenda central e o início das estações e palestras técnicas. O supervisor de operações da Fundação MT, o engenheiro agrônomo Douglas Vidal, comandará a vitrine de cultivares de algodão. Na sequência, o pesquisador de fitopatologia, mestre Victor Porto, abordará o manejo de fungicidas na cultura. A dinâmica do potássio no sistema soja-algodão será discutida em conjunto pelo doutor Guilherme Anguinoni, consultor e fundador da Solo e Raiz, pela doutora Patrícia Cardoso, pesquisadora de solos, nutrição e sistemas de produção, e pelo engenheiro agrônomo André Vacari, coordenador de pesquisa no CAD Oeste da instituição. O relato de safra focado em pragas ficará por conta do pesquisador de entomologia, doutor Carlos Bezerra. Já a discussão técnica sobre o manejo de nematoides na safra 2026 será conduzida pela pesquisadora de nematologia, doutora Rosângela Silva, ao lado de Gentil Grapeggia Júnior, do Grupo Scheffer. Para fechar as estações, o pesquisador de matologia, mestre Vicente Pontes, apresentará os resultados do projeto Caruru Zero para a cultura do algodão. O encerramento das atividades ocorre às 12h10, seguido de almoço para os participantes. A realizadora do evento, Fundação MT, é uma instituição privada sem fins lucrativos, referência nacional em pesquisa e difusão de tecnologias para o agronegócio. Com foco em culturas como soja, milho e algodão, atua no desenvolvimento de soluções que aumentam a produtividade e a sustentabilidade no campo, promovendo a integração entre a pesquisa científica e a aplicação prática junto aos produtores rurais. A instituição conta com cinco estações de pesquisa distribuídas estrategicamente pelo estado de Mato Grosso, mantendo a imparcialidade como um de seus pilares para garantir a credibilidade e a isenção na disseminação de informações técnicas. Fonte: Cairo Lustoza

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LF Leilões e Empório Agropecuário promovem 3º leilão em Cuiabá

A LF Leilões e o Empório Agropecuário realizam, no dia *20 de junho, às **9h, a terceira edição do leilão fruto da parceria entre as empresas. O evento será transmitido ao vivo diretamente do *Estúdio Conquista LF Leilões, em Cuiabá. A iniciativa reunirá produtores rurais, investidores e compradores de diversas regiões, oferecendo oportunidades de negócios e fortalecendo o setor agropecuário mato-grossense. Os interessados poderão acompanhar a transmissão e participar dos lances por meio do canal LF Leilões MT no YouTube. Serviço Com o lema “A Pecuária Não Para!”, o evento reforça a força e a importância do agronegócio para a economia regional

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2º Leilão Haras Twin Brothers será realizado durante a 2ª Semana do Cavalo em Rondonópolis

O agronegócio de Mato Grosso ganha mais um importante evento neste fim de semana com a realização do 2º Leilão Haras Twin Brothers – Gado de Cria, Recria e Engorda, que integra a programação oficial da 2ª Semana do Cavalo de Rondonópolis. O leilão acontece no próximo sábado, 6 de junho, a partir das 12 horas, no Parque de Exposições de Rondonópolis, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e demais participantes da cadeia produtiva da pecuária de corte. Com a oferta de animais selecionados para cria, recria e engorda, o evento se apresenta como uma excelente oportunidade para aquisição de genética de qualidade e realização de negócios, fortalecendo o setor pecuário da região e do estado. A expectativa dos organizadores é receber um grande público, consolidando o leilão como um dos destaques da programação da Semana do Cavalo. Além da participação presencial, os interessados poderão acompanhar o remate por meio da transmissão da LF Leilões, responsável pela realização do evento. Os organizadores recomendam que os compradores realizem o cadastro antecipadamente para agilizar a participação e garantir acesso às oportunidades oferecidas durante o leilão. O 2º Leilão Haras Twin Brothers promete movimentar o mercado pecuário regional e reunir criadores em mais uma edição voltada à qualidade, negócios e desenvolvimento do agronegócio mato-grossense.

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2º Leilão Digital Fazenda Rosa movimenta quase R$ 8 milhões e Reforça Protagonismo Feminino no Agro

O 2º Leilão Digital Fazenda Rosa, realizado no dia 30 de maio durante a GreenFarm 2026, em Cuiabá (MT), foi um grande sucesso, movimentando quase R$ 8 milhões em negócios com a comercialização de gado de cria, recria e engorda. Promovido com a organização e condução da LF Leilões, o evento reuniu importantes pecuaristas e produtoras rurais de Mato Grosso, consolidando-se como uma vitrine da força feminina na pecuária brasileira. Entre os destaques estiveram nomes como Edília Gemeli (Pecuária Paraíso) e diversas produtoras que integram o movimento Fazenda Rosa. Mais do que um leilão, o encontro celebrou a união, a competência e o protagonismo das mulheres no agronegócio, reunindo lideranças, empresárias e produtoras rurais em um ambiente marcado por networking, troca de experiências e fortalecimento do setor. A edição integrou a programação oficial da GreenFarm 2026 e marcou também a abertura do Circuito Fazenda Rosa, que prevê percorrer mais de 20 cidades mato-grossenses até o final do ano, ampliando o incentivo à liderança feminina no campo. A LF Leilões reafirma seu compromisso com o desenvolvimento da pecuária e com iniciativas que valorizam o papel das mulheres no agro, contribuindo para o crescimento sustentável e o fortalecimento do setor em Mato Grosso e em todo o Brasil. Que venha a próxima edição, com ainda mais oportunidades, negócios e protagonismo feminino no agro!

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26º Encontro Técnico de Soja da Fundação MT segue hoje com a análise da safra em diferentes regiões do estado

No primeiro dia foi destacado pelos palestrantes o panorama global do mercado de grãos O 26º Encontro Técnico de Soja da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) segue hoje (13/05) com o segundo dia de programação com destaque para o painel que apresentará uma análise profunda da última safra. Sob a coordenação dos pesquisadores Drª. Daniella Dalla Costa e Drº. Leandro Zancanaro, e representantes das regiões Médio Norte, Vale do Araguaia, Oeste e Sul de Mato Grosso compartilharão suas experiências no campo. Na abertura, noite de ontem (12/05), foi abordado questões da porteira para fora, que impactam nas tomadas de decisões dos produtores, como a geopolítica e seus impactos no mercado de negócios. O evento segue até quinta-feira (14/05), no Hotel Gran Odara, em Cuiabá. O diretor presidente da Fundação MT, Romão Viana, destacou que o primeiro dia do encontro técnico de soja, trouxe uma visão mais abrangente do mercado de negócios atual, geopolítica mundial e a interferências deste panorama no negócio do produtor da porteira para dentro. E segundo Romão Viana, o alto nível de conteúdo segue na programação do evento. “Esses dois próximos dias prometem muito, porque vamos abordar sobre cenários de pragas, plantas daninhas sobretudo Caruru, vamos falar sobre solos e sistema de produção com foco em fertilizantes, haja visto o preço dos fertilizantes, foi dado hoje a ênfase no alto preço do fósforo, como que o produtor consegue manejar até que ponto que o produtor tem um banco de fósforo no solo e este é o momento de usar esse banco de fósforo para minimizar os seus custos. Então agora a gente vai entrar em assuntos mais técnicos. Seja com pesquisadores da Fundação Mato Grosso, seja com pesquisadores convidados de instituições renomadas”, explicou Um dos convidados para o painel de abertura foi o engenheiro agrônomo e sócio da Agroconsult, André Debastiani, que abordou a conjuntura agrícola, tanto econômica como também financeira. “É importante nós levarmos em consideração estes fatores, porque passamos hoje não só por um problema em termos de margens que é em função de preços baixos custos bastante elevados, mas também por uma questão estrutural que está muito relacionado ao nosso financeiro, a agricultura brasileira é a mais endividada do mundo. E no momento de taxas de juros elevadas como a gente vive hoje, isso exige que a gente tenha uma gestão financeira muito mais eficiente. Se conseguirmos produzir mais com menos, a gestão de risco que passa a ser necessária para esse momento que a gente está vivenciando e acima de tudo a resiliência, porque de fato são momentos difíceis que a gente está vivenciando, mas que a gente acredita que de fato é uma fase”, disse. Já o engenheiro agrônomo e analista de mercado da Agrinvest, Jeferson Souza, trouxe para o debate um fator muito sensível na operação dentro da produção de grãos, a baixa oferta de fertilizantes e escassez de outro insumo importante em tempos de turbulência internacional. “Nós falamos sobre custo de um modo geral, o quanto subiu esse ano em um incremento de três sacas e meia quatro sacas por hectare para soja acima do ano passado, sobretudo fundamentado pelo fertilizante, que foi o que mais subiu, puxado pela guerra, só que alguns fundamentos vinham antes da guerra, como é o caso do fósforo. O Fósforo é o principal problema que nós temos hoje pela oferta global limitada e pela dificuldade que eu tenho devido à restrição no Oriente Médio. De um modo geral nós sempre dizemos que o produtor brasileiro, tem que conhecer o custo dele na ponta do lápis, ainda mais esse ano pela dificuldade que nós estamos vivenciando, isso realmente é bastante complexo, assim deixamos a mensagem final para que o produtor preservar sua margem e prezar por mitigar os riscos que nós temos”, finalizou. Sobre a FMT: A Fundação MT é uma instituição privada sem fins lucrativos, referência nacional em pesquisa e difusão de tecnologias para o agronegócio. Com foco em culturas como soja, milho e algodão, atua no desenvolvimento de soluções que aumentam a produtividade e a sustentabilidade no campo, promovendo a integração entre pesquisa científica e aplicação prática junto aos produtores rurais. Conta ainda com cinco estações de pesquisa distribuídas estrategicamente pelo estado de Mato Grosso, ampliando sua capacidade de geração e validação de tecnologias em diferentes condições de cultivo. Entre seus pilares institucionais, destaca-se a imparcialidade, garantindo credibilidade e isenção na geração e disseminação de informações técnicas. PROGRAMAÇÃO: 13 de maio Painel 2: Retrospectiva da Safra 2025/2026 Abertura do painel: Me. Daniela Dalla Costa – Fundação MT Relato Safra 25-26: de produtor para produtor – Leandro Zancanaro – Origens Parcerias Agrícolas; Região Médio Norte – Reinaldo Carrara (Grupo Bavaresco); Região Vale do Araguaia – José Ricardo Mariano Ferreira (Fértil Consultoria); Região Oeste – Fernando Vriesman (Grupo Crestani); Região Sul – Rodolfo Costa (Costaquino Agropecuária); História, desafio e pesquisa: Quando o problema impulsionou a ciência Dra. Juliana Nunes. Coffee Break Ambiente, fenótipo e produtividade da soja: o que os resultados da Fundação MT revelam. Me. Daniela Dalla Costa – Pesquisadora de Fitotecnia na Fundação MT. Debate Moderador: Leandro Zancanaro – Origens Parcerias Agrícolas / Daniela Dalla Costa. Almoço Painel 3: Doenças da Soja: O que está mudando no campo e como reagir 360° da Fitossanidade – Dra. Mônica Müller; Cercospora e Mancha-Alvo: Dinâmica das Doenças no Sistema – Dr. Nedio Tormen – Verde Agro; Cercospora e Mancha-Alvo: Resultados de controle Fundação MT – Me. Victor Porto; Abertura de Vagens e Podridão de Grãos: Existe Relação ou São Problemas Distintos? Me. Victor Porto e Dra. Mônica Müller. Coffee Break Manejo Genético, Químico e Biológico: Critérios para Uso Estratégico – Debate Moderadora: Dra. Mônica Müller Painel 4: Explorando o futuro: Deep Techs, AI Economy e inovação radical: Desafios e oportunidades para o agro Palestra Magna Professor Gil Giardelli Coquetel Fim das atividades do dia 14 de maio Abertura Painel 5: Solos: Construindo Ambientes de Alta Performance Manejo da qualidade física do solo em sistemas de produção de soja –

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Controle de mosca-branca será pauta em painel no 26º Encontro Técnico de Soja

O controle da mosca-branca e a dinâmica de coleópteros na safra 25/26 serão temas de um painel estratégico no 26º Encontro Técnico de Soja, promovido pela Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT), que ocorre entre os dias 12 e 14 de maio, no Hotel Gran Odara, em Cuiabá. O debate apresentará conteúdos essenciais sobre o comportamento dessas pragas no ciclo atual, visando capacitar produtores e especialistas para tomadas de decisão mais assertivas e eficientes no manejo do campo. O pesquisador de entomologia da Fundação MT, Dr. Carlos Bezerra, explica que o tema central do painel 7, no terceiro dia do evento, será “Dinâmica de Mosca-Branca e Coleópteros na safra 25/26”. Segundo ele, trata-se de conteúdo essencial para decisões mais eficientes no campo, pois esta praga tem sido a maior dor do produtor de soja nos últimos três anos e tem incomodado, mesmo com o menor índice verificado na safra passada (24/25) por conta do regime de chuvas. “A mosca-branca, primeiramente, ocorre durante o ciclo inteiro da planta, então isso já é um problema bem grande, porque tanto na fase vegetativa quanto na reprodutiva, ela está ali causando problema. Ela suga a seiva e enfraquece a planta, transformando-se em um vetor. Então, ela aumenta a ocorrência de doenças na planta e reduz bastante a produção, podendo chegar à redução de 50% ou mais quando não manejada de forma alguma”, disse. O painel sobre a mosca-branca no 26º Encontro Técnico de Soja contará também com as participações da pesquisadora da Embrapa, Eliane Quintela, e dos consultores Juliano Dellamea e David Vallendorf, que contribuirão com suas experiências e pesquisas sobre o assunto. Segundo o Dr. Carlos Bezerra, o tema trará muitos esclarecimentos para os participantes no que tange ao manejo adequado e à apresentação de resultados de ensaios realizados para o controle desta praga. “A mosca-branca apresenta resistência a uma série de ingredientes ativos na ação de inseticidas que são utilizados pelos produtores. Então, nós temos muitas moléculas novas e modernas, mas nem todos os produtores fazem esse manejo completo, cuidadoso e com excelência. Desta forma, isso também é um problema que será debatido neste momento do encontro, pois temos formas de contornar a infestação de moscas-brancas e seu aumento populacional, mas isso precisa ser bem planejado”, finalizou. Durante os intervalos dos painéis, os participantes poderão interagir compartilhando experiências e trocando informações. As inscrições para o evento ainda estão abertas e podem ser feitas pelo www.fundacaomt.com.br. Sobre a FMT: A Fundação MT é uma instituição privada sem fins lucrativos, referência nacional em pesquisa e difusão de tecnologias para o agronegócio. Com foco em culturas como soja, milho e algodão, atua no desenvolvimento de soluções que aumentam a produtividade e a sustentabilidade no campo, promovendo a integração entre pesquisa científica e aplicação prática junto aos produtores rurais. Conta ainda com cinco estações de pesquisa distribuídas estrategicamente pelo estado de Mato Grosso, ampliando sua capacidade de geração e validação de tecnologias em diferentes condições de cultivo. Entre seus pilares institucionais, destaca-se a imparcialidade, garantindo credibilidade e isenção na geração e disseminação de informações técnicas. PROGRAMAÇÃO: 12 de maio Abertura Fundação MT Painel 1: Painel de Abertura – Jeferson Souza (Agrinvest), Rafaela Debiase (Comunicadora Agro) e André Debastiani (Agroconsult). Coquetel de Abertura 13 de maio Painel 2: Retrospectiva da Safra 2025/2026 Abertura do painel: Me. Daniela Dalla Costa – Fundação MT Relato Safra 25-26: de produtor para produtor – Leandro Zancanaro – Origens Parcerias Agrícolas; Região Médio Norte – Reinaldo Carrara (Grupo Bavaresco); Região Vale do Araguaia – José Ricardo Mariano Ferreira (Fértil Consultoria); Região Oeste – Fernando Vriesman (Grupo Crestani); Região Sul – Rodolfo Costa (Costaquino Agropecuária); História, desafio e pesquisa: Quando o problema impulsionou a ciência Dra. Juliana Nunes. Coffee Break Ambiente, fenótipo e produtividade da soja: o que os resultados da Fundação MT revelam. Me. Daniela Dalla Costa – Pesquisadora de Fitotecnia na Fundação MT. Debate Moderador: Leandro Zancanaro – Origens Parcerias Agrícolas / Daniela Dalla Costa. Almoço Painel 3: Doenças da Soja: O que está mudando no campo e como reagir 360° da Fitossanidade – Dra. Mônica Müller; Cercospora e Mancha-Alvo: Dinâmica das Doenças no Sistema – Dr. Nedio Tormen – Verde Agro; Cercospora e Mancha-Alvo: Resultados de controle Fundação MT – Me. Victor Porto; Abertura de Vagens e Podridão de Grãos: Existe Relação ou São Problemas Distintos? Me. Victor Porto e Dra. Mônica Müller. Coffee Break Manejo Genético, Químico e Biológico: Critérios para Uso Estratégico – Debate Moderadora: Dra. Mônica Müller Painel 4: Explorando o futuro: Deep Techs, AI Economy e inovação radical: Desafios e oportunidades para o agro Palestra Magna Professor Gil Giardelli Coquetel Fim das atividades do dia 14 de maio Abertura Painel 5: Solos: Construindo Ambientes de Alta Performance Manejo da qualidade física do solo em sistemas de produção de soja – Dr. Guilherme Anghinoni – Consultor e Fundador da Solo & Raiz; Estratégias de plantio: Demonstração dos resultados de pesquisa – Me. Bruno Gherardi – Agrônomo de Soja, Milho e Algodão – América Latina – John Deere. Manejo do Ambiente de Produção – Dr. Kassiano Rocha – Gerente Planejamento Agrícola – Grupo GGF; Debate Moderador: Guilherme Dr. Guilherme Anghinoni. Coffee Break Painel 6: Resistência e Manejo Estratégico do Caruru: Abordagem técnica para enfrentar o cenário atual na soja Aspectos da resistência de plantas daninhas. Prof. Dr. Ricardo Alcântara de La Cruz – Universidade Federal de Viçosa. Perspectivas do caruru no estado do Mato Grosso: Passado, presente e futuro. Prof. Dr. Anderson Cavenaghi – Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG). Manejo do caruru em função das biotecnologias de soja. Dr. Lucas Barcellos – Pesquisador de Matologia na Fundação MT, Me. Vicente Pontes – Pesquisador de Matologia na Fundação MT. Debate Moderador: Dr. Lucas Barcellos – Pesquisador de Matologia na Fundação MT e Me. Vicente Pontes – Pesquisador de Matologia na Fundação MT. Almoço Painel 7: Dinâmica de Mosca Branca e Coleópteros na safra 25-26 Experiência do consultor na ocorrência de pragas. Juliano Dellamea – Insolo Consultoria Agronômica e David Vallendorf – Origens

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otografia em close-up de vários troféus dourados do Prêmio Aprosoja MT 2025 alinhados sobre uma mesa de madeira clara. Os troféus têm o formato estilizado de uma espiga de milho com folhas na base, assentados sobre uma base retangular preta com uma placa dourada de identificação. O fundo da imagem está desfocado, exibindo luzes decorativas em tons de verde e azul, típicas de um ambiente de evento ou premiação.

Muito além da pauta: Como o Prêmio Aprosoja MT conecta a sociedade à realidade do campo

O Prêmio de Jornalismo da Aprosoja MT está com inscrições abertas até o dia 7 de agosto, consolidando-se como uma iniciativa essencial para fortalecer a comunicação e aproximar a sociedade da realidade do campo. Mais do que uma premiação, o projeto estimula os profissionais da imprensa a mergulharem no universo do agronegócio, auxiliando na compreensão da relevância do setor para o país. Além de incentivar a produção de conteúdo qualificado, a iniciativa garante ao produtor rural a oportunidade de ver sua trajetória contada com veracidade, fortalecendo a confiança em informações de qualidade. De acordo com o vice-presidente Oeste da Aprosoja MT, Gilson Antunes de Melo, que integrou o corpo de jurados na edição passada, já é possível perceber avanços na forma como o setor vem sendo retratado pela imprensa. Ele ressalta que é fundamental que o jornalista tenha contato direto e vivência sobre o agro para retratar o que acontece no campo com transparência e fidelidade. Gilson recorda casos de reportagens sobre soja em que apareceram imagens de lavouras de milho, o que evidencia o desconhecimento de alguns profissionais. Para ele, quem acompanha a agricultura identifica facilmente o nível de conhecimento do profissional pelas palavras e imagens utilizadas em uma reportagem. A delegada coordenadora do núcleo de Sapezal, Marlise Marafon, também participou como jurada e destacou a importância da prática para um conteúdo mais preciso. Ela percebe uma grande diferença na qualidade das matérias após o trabalho da Aprosoja MT em levar os profissionais para conhecerem o campo de perto. Segundo Marlise, muitos jornalistas acabavam se apoiando em falácias ou informações imprecisas por não conhecerem o setor. Para a delegada, quando o profissional entende o dia a dia e a realidade do que está abordando, o conteúdo ganha muito mais credibilidade e transmite informações confiáveis para a sociedade. Essa mudança de percepção também impacta quem está começando na profissão. Para a jornalista Haillyn Heiviny, segunda colocada na categoria jornalismo universitário, a participação no prêmio contribuiu para ampliar sua visão sobre o setor. Ela explica que entender melhor como o agronegócio funciona facilita o trabalho dos comunicadores e ajuda a sociedade a compreender um setor tão gigantesco. Haillyn destaca que o papel do jornalista é explicar de forma clara e objetiva, buscando dados e ouvindo diferentes fontes, já que o conhecimento técnico vem das pessoas que vivem o setor, enquanto o comunicador é a ponte para transmitir essa informação. O impacto da iniciativa também é visível no fotojornalismo. Francisco de Oliveira, que conquistou o segundo lugar na categoria, afirma que o prêmio foi um divisor de águas, mostrando que o agronegócio envolve tecnologia, sustentabilidade e economia. Ele conta que passou a ver o setor com mais respeito e agora produz conteúdo com mais propriedade e responsabilidade. Se antes o foco era apenas visual, hoje Francisco busca mostrar a essência do trabalho e a inovação no campo, utilizando seu trabalho para conectar as pessoas com a realidade moderna e dinâmica do agro. Ao promover essa aproximação entre comunicadores e produtores rurais, o Prêmio de Jornalismo da Aprosoja MT reforça seu papel estratégico para dar visibilidade ao setor por meio de uma informação mais transparente. As inscrições seguem abertas e os interessados podem conferir o regulamento completo no site da associação. Assessoria: Aprosoja MT

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Rondonópolis Country Fest: 1º Leilão Mobiliza Pecuária de Alto Padrão e Movimenta a Região

A pecuária de Mato Grosso reafirmou sua força com a realização do 1º Leilão Rondonópolis Country Fest, um evento que já nasce com a marca da excelência e do compromisso com o setor produtivo. Com a oferta de mais de 3.500 animais de alto padrão, o leilão se consolidou como uma vitrine da qualidade genética e do trabalho dedicado dos produtores, evidenciando que o estado segue na vanguarda do mercado nacional. Um dos grandes destaques desta primeira edição foi a origem do plantel: cerca de 90% dos animais foram filmados diretamente nas propriedades da região de Rondonópolis. Essa estratégia valoriza o pecuarista local e garante a procedência do gado, além de assegurar o bem-estar animal. O sucesso do evento passou diretamente pelo trabalho de Diordie Weiss, cuja atuação foi fundamental para a organização e o fomento desse volume expressivo de negócios. Realizado pela LF Leilões, o encontro demonstrou que, mesmo diante de desafios, a pecuária mato-grossense não para. O volume de animais comercializados é reflexo de um trabalho pautado pelo profissionalismo e pela dedicação de quem conhece o dia a dia do campo. Mais do que um ambiente de negócios, o leilão foi uma celebração do setor, reforçando o papel de Rondonópolis como um polo estratégico para o agronegócio.

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