Foto em plano detalhado e com fundo desfocado mostrando o momento da vacinação de uma criança. Uma profissional de saúde segura uma pequena seringa e aplica a vacina no braço da criança, que veste uma roupa branca com estampas florais em tons de azul. É possível ver em destaque os braços e as mãos da profissional durante o procedimento.

Rondonópolis inicia aplicação da nova vacina Pneumo 20

A rede pública de saúde de Rondonópolis ganhou um reforço importante na imunização infantil nesta quarta-feira (1º). A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) começou a aplicar a vacina Pneumo 20, um novo imunizante que chega ao Sistema Único de Saúde (SUS) para ampliar o combate a doenças graves como pneumonia, meningite e otite. Nesta primeira etapa, o município conta com um lote de 660 doses. O público-alvo são crianças menores de 5 anos que estejam com o esquema de vacinação incompleto. De acordo com a superintendente de Saúde do Município, Vânia Scapini, a recomendação é que os pais ou responsáveis levem as crianças à unidade básica de saúde mais próxima com o cartão de vacina em mãos, permitindo que as equipes avaliem a necessidade da dose. O atendimento na cidade também se estende a públicos específicos, a exemplo de idosos acamados, desde que tenham recomendação médica. Nesses casos, os familiares devem procurar a UBS mais próxima para checar as doses disponíveis. Para receber o novo imunizante com total segurança e garantir a eficácia da aplicação, os profissionais de saúde das unidades locais passaram por uma capacitação prévia. Como funciona o esquema de transição? A chegada da Pneumo 20 faz parte de uma mudança gradual do Ministério da Saúde para substituir as vacinas antigas. Enquanto houver estoque, o calendário seguirá este padrão: Assim que os estoques da Pneumo 10 acabarem, a imunização em Rondonópolis será feita apenas com a Pneumo 20. As vacinas Pneumo 13 e Pneumo 23 continuam sendo utilizadas normalmente em estratégias específicas. SMS Fonte: Da Assessoria

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Fotografia colorida em plano médio de uma reunião em uma sala com teto de madeira escura. Atrás de uma mesa comprida, coberta com uma toalha clara estampada com flores, estão sentadas seis pessoas alinhadas. Da esquerda para a direita: uma mulher de blazer branco e blusa roxa; uma mulher de óculos e blusa branca estampada que segura um microfone e fala; uma mulher de blusa rosa escuro; uma mulher de blusa preta regata; uma mulher de blusa verde escura e óculos; e um homem de camiseta azul-marinho com um logotipo redondo no peito. No centro da mesa, há vasos com orquídeas em tons de rosa e roxo. Ao fundo, fixados na parede branca, destacam-se banners roxos da Associação Gente de Fibra com mensagens como "FIBROMIALGIA TEM VOZ!". Em primeiro plano, aparecem as costas de duas pessoas na plateia assistindo ao evento: um homem com camisa marrom à esquerda e uma mulher à direita.

AGEFIBRO conquista novo para melhorar acolhimento em Rondonópolis

A Associação Gente de Fibra (AGEFIBRO) celebrou um marco importante em sua trajetória com a inauguração oficial de seu novo espaço de atendimento em Rondonópolis. Localizada na região central da cidade, na Avenida Tiradentes, esquina com a Rua Arnaldo Estevão de Figueiredo, a nova sede foi celebrada com um café da manhã especial e já está de portas abertas para receber associados e o público geral. A conquista foi viabilizada por meio de uma cooperação com o Sindicato dos Agricultores Familiares de Rondonópolis, Itiquira e São José do Povo, que disponibilizou a estrutura necessária para o funcionamento da entidade. O novo local representa um avanço significativo na assistência, oferecendo mais privacidade, conforto, acessibilidade e acolhimento para as pessoas que convivem diariamente com as dores da fibromialgia. Durante a cerimônia, uma das principais pautas defendidas pelas lideranças e autoridades presentes foi a necessidade urgente de ampliação das políticas públicas de saúde voltadas especificamente para os pacientes fibromialgicos. A presidente da AGEFIBRO, Eliane Barbosa, destacou a importância do novo ambiente e reforçou que é preciso avançar continuamente nos serviços prestados para garantir mais qualidade de vida aos assistidos. Ela relembrou as dificuldades enfrentadas no endereço anterior, onde o atendimento ocorria em uma área compartilhada, sem a privacidade adequada e sem as condições ideais para acolher quem busca ajuda. De forma complementar, a presidência do sindicato parceiro, representada por Solange Santana, reiterou que a união fortalece o compromisso social e consolida uma vitória expressiva para ambas as instituições. Além de contar com uma sala exclusiva, mobiliada e climatizada, a parceria assegura à AGEFIBRO o uso do auditório do sindicato para a realização de reuniões, palestras, capacitações e eventos institucionais. Outro benefício anunciado no encontro foi a possibilidade de extensão do plano odontológico mantido pelo sindicato aos membros da associação, expandindo a rede de cuidados preventivos. O evento de inauguração também contou com a presença da terapeuta Lucília Gasparelo, do Instituto Consciência Curativa, que abordou a missão da instituição no tratamento de dores crônicas e invisíveis, além de projetar futuras parcerias e atendimentos em conjunto com a AGEFIBRO para fortalecer a rede de apoio na região.

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Após ciclo de investimentos históricos, Mykaell Vitorino deixa comando da Saúde de Rondonópolis

RONDONÓPOLIS – O secretário municipal de Governo, Mykaell Thiago dos Santos Vitorino Bandeira, encerra nesta sexta-feira (12) sua atuação à frente da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), função que acumulava desde maio de 2025. A partir de agora, ele permanece exclusivamente no comando da Secretaria Municipal de Governo, encerrando um período marcado por investimentos expressivos, ampliação da rede pública e avanços estruturais considerados estratégicos para a saúde municipal. Durante sua gestão, Mykaell conduziu uma série de ações voltadas à reestruturação do sistema público de saúde, enfrentando demandas históricas e viabilizando projetos de grande impacto para o atendimento da população. Entre os principais resultados está a celebração de um novo contrato com a Santa Casa de Rondonópolis, que promoveu um aumento significativo dos recursos destinados à instituição, elevando substancialmente a capacidade de atendimento hospitalar. Outro marco importante foi a ampliação dos repasses ao Hospital Paulo de Tarso, que tiveram seus valores dobrados, fortalecendo a oferta de serviços e contribuindo para a melhoria da assistência prestada aos pacientes do município e da região. A gestão também ficará marcada pelo início das obras da nova Policlínica Municipal, empreendimento avaliado em R$ 50 milhões e considerado o maior investimento já realizado na história da saúde pública de Rondonópolis. A futura unidade deverá ampliar significativamente a capacidade de atendimento especializado, oferecendo mais consultas, exames e procedimentos à população. Na área da urgência e emergência, foram realizadas melhorias estruturais na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), acompanhadas por uma expressiva redução no tempo de espera dos pacientes, resultado de medidas administrativas voltadas à otimização dos fluxos de atendimento e ao fortalecimento da rede municipal. Os investimentos alcançaram ainda áreas consideradas prioritárias pela administração. Durante o período, foi iniciada a construção do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) Infantil, ampliadas as vagas para tratamento em nefrologia e colocado em funcionamento o primeiro mamógrafo próprio do município, fortalecendo as ações de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A renovação da frota de transporte sanitário, com a aquisição de novas ambulâncias, a revitalização do Hospital da Lions e o fortalecimento da estrutura da Policlínica Central também integram o conjunto de ações desenvolvidas ao longo da gestão. Outro destaque foi a continuidade e ampliação do programa Zera Fila, responsável por acelerar a realização de cirurgias eletivas e reduzir a demanda reprimida acumulada ao longo dos anos. Paralelamente, foram fortalecidas parcerias com entidades assistenciais, entre elas a Associação dos Pacientes Oncológicos de Rondonópolis (Apor), ampliando o suporte oferecido aos pacientes em tratamento. Captação recorde de recursos Na área financeira, a Secretaria Municipal de Saúde registrou um dos maiores avanços dos últimos anos. Sob a condução de Mykaell Vitorino, os recursos provenientes de emendas parlamentares federais destinados à pasta saltaram de R$ 3,4 milhões para R$ 18 milhões. O resultado é atribuído ao trabalho de articulação institucional junto à bancada federal e ao fortalecimento do diálogo com representantes políticos. Além dos recursos federais, a gestão também garantiu investimentos oriundos de emendas parlamentares destinadas por vereadores de Rondonópolis, ampliando a capacidade de execução de melhorias em diversas unidades da rede municipal. Ao avaliar sua passagem pela Secretaria, Mykaell destacou que os avanços foram alcançados em diferentes níveis da estrutura administrativa, desde melhorias básicas nas unidades até grandes obras de infraestrutura. “Conseguimos avançar em diversas frentes, desde melhorias imediatas nas unidades de saúde até investimentos estruturantes que terão impacto direto na qualidade do atendimento nos próximos anos. Ainda há desafios importantes pela frente, mas deixamos uma base sólida para a continuidade desse trabalho”, afirmou. Projetos estruturantes seguem em andamento Embora deixe o comando da pasta, Mykaell encerra sua gestão com uma série de projetos estratégicos já encaminhados. Entre eles estão a construção do Hospital Municipal, considerada uma das principais metas da administração, a reforma completa do Pronto Atendimento Infantil, a implantação do Caps III e a construção de três novas unidades de saúde. Também está em fase final de execução o novo Laboratório Central, cuja entrega deve ocorrer nas próximas semanas, ampliando a capacidade de realização de exames e fortalecendo a rede municipal de diagnóstico. Israel Paniago assume a Secretaria de Saúde Com a mudança, a Secretaria Municipal de Saúde passa a ser comandada pelo enfermeiro Israel Silveira Paniago. Escolhido pelo prefeito Cláudio Ferreira, o novo secretário possui mais de três décadas de experiência na área da saúde pública e acumula passagens por funções estratégicas de gestão em Rondonópolis e em outros municípios mato-grossenses. A expectativa da administração municipal é que a transição ocorra de forma técnica e planejada, garantindo a continuidade dos projetos em andamento e consolidando os avanços alcançados nos últimos meses. A troca de comando acontece em um momento de expansão da estrutura de saúde do município, marcado por obras em execução, aumento dos investimentos e perspectivas de ampliação da capacidade de atendimento à população nos próximos anos. Imagens: Prefeitura de Rondonópolis

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Mulher de cabelos longos e pretos, sorrindo gentilmente para a câmera. Ela veste um jaleco azul-marinho com o logotipo "Membro Oficial CITRG" visível na manga. O fundo é composto por uma parede clara e uma planta verde à direita, transmitindo um ambiente profissional e acolhedor.

A Dor que Vira Propósito: Do Sofrimento Crônico e Invisível ao Renascimento Emocional

Para muitos o sofrimento físico é um labirinto sem saída mas para a terapeuta Lucília de Lima Gasparelo ele se revelou como o início de uma jornada de transformação profunda. Ela recorda com clareza o momento exato em que decidiu transformar sua própria dor em ferramenta de cura ao entender que aquilo não era um castigo mas sim um chamado. “Houve um momento em que eu entendi que a minha dor não era um castigo, era um chamado”, revela Lucília. Ao perceber que suas dores físicas guardavam raízes emocionais profundas ela escolheu não ser vítima da própria história e mergulhou nos estudos da neurociência e da terapia. “Eu decidi transformar aquilo que me quebrou naquilo que hoje sustenta outras pessoas”, diz ela, reforçando que a dor deixou de ser um limite para se tornar um propósito. Essa trajetória permitiu que ela decifrasse o que chama de dor invisível, aquela que não aparece em exames laboratoriais mas tem o poder de paralisar uma vida inteira. Segundo Lucília esse tipo de sofrimento é silencioso e muitas vezes desacreditado o que acaba aumentando o peso sobre o paciente. “A dor invisível se instala no corpo e na identidade. O paciente não luta apenas contra a dor, ele luta para ser validado”, explica a terapeuta. Esse processo de reconstrução exige que a pessoa entenda que a dor é uma experiência e não a definição de quem ela é pois o sofrimento prolongado costuma alterar a autoimagem. “O amor-próprio enfraquece quando a identidade se mistura com o sofrimento e o resgate começa quando ela entende que a dor não é quem ela é”, pontua. A união dessa expertise técnica com a força da comunicação deu origem ao Projeto Vida Sem Dor em parceria com a jornalista Edileusa. Lucília acredita que quando a comunicação encontra a verdade o impacto se multiplica e o projeto tem sido uma prova viva de que a dor crônica não precisa ser uma sentença definitiva. “Temos alcançado pessoas que já haviam perdido a esperança, devolvendo autonomia, consciência e qualidade de vida”, relata. Esse trabalho de impacto internacional é encarado por ela com honra e responsabilidade pois embora os títulos validem o conhecimento técnico o que realmente sustenta sua atuação é a transformação real na vida de quem a procura. “O reconhecimento amplia a voz, mas o propósito continua sendo servir com verdade e excelência”, afirma Lucília. Ao ser destaque em publicações voltadas ao público feminino a terapeuta levou uma mensagem clara sobre a importância de cuidar da mente em um mundo que exige que as mulheres sejam fortes o tempo todo. “Falar para mulheres é falar para quem carrega o mundo nas costas em silêncio. Você não precisa ser forte o tempo todo”, defende. Para ela cuidar de si não é egoísmo mas sim inteligência emocional e o primeiro passo para quem se sente emocionalmente quebrado é parar de fingir que está tudo bem. Lucília defende que reconhecer a dor com honestidade e buscar ajuda qualificada é o início da reconstrução. Em sua visão a cura definitiva existe e acontece quando a memória deixa de doer. “A verdadeira cura não é esquecer o passado, é lembrar sem sofrer”, ensina. A metodologia que ela aplica une o alívio físico ao fortalecimento emocional de maneira integrada partindo do princípio de que a dor física é a manifestação de conflitos não resolvidos. “Quando o emocional é tratado o corpo responde”, diz ela. Hoje Lucília olha para trás e enxerga sua antiga dor como uma professora severa mas necessária que lhe ensinou profundidade e empatia. “A dor me feriu, mas também me formou”, finaliza. Atualmente a terapeuta deu um novo passo em sua missão e, juntamente com um grupo de amigos e profissionais da área médica, trabalha na criação do Instituto Consciência Curativa. O objetivo da nova instituição é oferecer, através do Projeto Vida Sem Dor, um tratamento multidisciplinar focado em pessoas com dores crônicas e invisíveis. De acordo com Lucília, quem desejar obter maiores informações futuras sobre a criação do instituto e detalhes sobre os atendimentos pode acompanhar as atualizações pelo perfil @projetovidasemdor25.

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Fotografia colorida em plano médio capturada em uma quadra coberta. Três homens estão em pé, lado a lado, sorrindo para a câmera. À esquerda, um jovem de camiseta polo branca e azul marinho com as mãos nos bolsos. Ao centro, um homem com a mesma camiseta polo segura um pacote amarelo da bebida de soja Agrosolidário. À direita, o Padre Vanderson, vestindo uma camisa clerical azul marinho com colarinho branco, segura um pacote de bebida de soja sabor uva. Ao fundo, vê-se a estrutura de alvenaria do Oratório Filhos de Dom Bosco e árvores sob a luz do dia.

Solidariedade que Nutre: Parceria entre Aprosoja MT e Oratório Dom Bosco Celebra Formação e Saúde

Há quase três décadas, quem passa pelo Oratório Filhos de Dom Bosco, em Rondonópolis, percebe que ali o tempo corre diferente. O Projeto Crescer não é apenas uma escola ou um centro de lazer; é o alicerce de cerca de 500 crianças e adolescentes que buscam, no contraturno escolar, muito mais do que oficinas de teatro, informática ou uma partida de vôlei. Ali, o foco é o crescimento humano integral, oferecendo um porto seguro e as ferramentas necessárias para que cada jovem se torne um cidadão consciente. Dentro dessa rotina intensa de aprendizado e esporte, a nutrição é o combustível que faz tudo funcionar. Para muitos desses meninos e meninas, as refeições feitas no Oratório são a base da alimentação diária, e é nesse ponto que a parceria com o programa Agrosolidário, da Aprosoja MT, mostra sua força prática. A bebida de soja, que já faz parte do cardápio há anos, reforça a qualidade do que é servido, sendo recebida com entusiasmo até pelos pequenos do maternal. O diretor do Oratório, padre Vanderson de Souza Gomes, ressalta que essa ajuda é um suporte que a comunidade sente na pele e na saúde. No refeitório, a bebida de soja ganha vida como suco ou acompanhamento, e os sabores de morango, uva e laranja são os campeões de audiência entre a garotada. Gabriel Ferreira, do setor administrativo, reforça que o produto é um nutriente natural que faz uma diferença enorme no dia a dia da instituição. Mas o impacto dessa solidariedade que vem do campo muitas vezes resolve dramas silenciosos. O motorista João Carlos de Almeida guarda na memória a história de uma aluna que sofria com intolerância à lactose. Sem condições financeiras para comprar leites especiais, a família encontrou no Oratório a solução: a bebida de soja doada pelos produtores rurais supriu a necessidade da menina, que hoje cresceu forte e saudável. Além de nutrir corpos, a parceria gera um alívio financeiro vital, permitindo que a entidade invista seus recursos em outras áreas enquanto recebe o suporte alimentar de forma gratuita. Ao final do dia, o que se vê em Rondonópolis é o resultado de uma união que transborda as lavouras: a gratidão de uma comunidade que sabe que pode contar com a mão estendida de quem produz no campo para semear dignidade na cidade. Assessoria: Aprosoja MT

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Fotografia colorida em plano médio mostra duas mulheres negras, colaboradoras da APAE, sorrindo calorosamente para a câmera. Elas estão lado a lado, em pé, dentro de uma cozinha industrial limpa e bem iluminada por janelas ao fundo. Ambas seguram embalagens do programa "Agrosolidário". A mulher à esquerda veste uma camiseta branca com o logo da APAE de Cáceres; ela segura um pacote amarelo de bebida de soja sabor maracujá. A mulher à direita veste uma camiseta branca com estampas e mangas coloridas; ela segura um pacote roxo de bebida de soja sabor uva. À direita, vê-se uma grande panela de alumínio no fogão.

Nutrição e Afeto: A Força da Soja na Transformação de Vidas na APAE de Cáceres

O impacto de uma parceria sólida vai muito além dos números; ele é sentido no prato, no desenvolvimento e no sorriso de quem recebe o cuidado. Há seis anos, a APAE de Cáceres conta com o apoio fundamental da Aprosoja Mato Grosso, por meio do programa Agrosolidário. O que começou como uma doação de produtos à base de soja tornou-se um pilar nutricional para cerca de 140 crianças, jovens e adultos, oferecendo um suporte que atravessa os portões da instituição e chega ao seio das famílias assistidas. Para a presidente da APAE, Erika Pinto de Arruda, o trabalho é uma missão de acolhimento integral. Com 146 alunos matriculados, a instituição não se limita ao ensino, oferecendo desde transporte gratuito até suporte jurídico e médico. A bebida de soja enviada pela Aprosoja MT foi incorporada de forma estratégica ao cardápio diário, sendo servida em vitaminas e bolos logo no café da manhã e no lanche, garantindo que o aluno esteja bem alimentado antes do almoço e do retorno para casa. Erika ressalta que esse benefício se estende às famílias, muitas vezes numerosas e em situação de vulnerabilidade, fortalecendo o vínculo comunitário e garantindo segurança alimentar onde ela é mais necessária. A versatilidade do alimento é celebrada por quem coloca a mão na massa. Na cozinha da APAE, a colaboradora Maria Gonçalina de Almeida Silva transforma a bebida de soja em pães, biscoitos e vitaminas que encantam pelo sabor e pelo visual. Ela conta que os sabores de morango e uva deixam os preparos com uma cor rosada que desperta o apetite dos alunos. Maria, que também é mãe de uma das atendidas, testemunha os resultados na prática: a facilidade de ingestão para alunos com dificuldades motoras ou restrições alimentares tem gerado ganhos visíveis de peso e saúde, combatendo a desnutrição de forma saborosa e nutritiva. Além do suporte alimentar, a instituição segue inovando no campo pedagógico. Segundo a coordenadora Leonildes Maria Catalan, a APAE hoje trabalha com projetos focados em esporte, lazer, arte e danças pantaneiras, fundamentais para o desenvolvimento integral. Nesse contexto, a parceria com o Agrosolidário se mostra essencial, especialmente para aqueles que dependem de dietas líquidas ou pastosas. Ao unir o compromisso do setor produtivo com a dedicação dos educadores de Cáceres, o programa reafirma que a soja produzida no estado é, acima de tudo, um instrumento de inclusão e qualidade de vida para o povo mato-grossense. Fonte: Aprosoja MT

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Fachada de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h). Em primeiro plano à direita, um totem verde indica a entrada de ambulâncias com uma seta. Ao fundo, o prédio térreo com detalhes em azul e vermelho, cercado por gramado

Gestão diminui tempo de espera por atendimento na UPA

Um levantamento realizado pela coordenação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de Rondonópolis, apontou importante redução no tempo de espera por atendimento no local em 2025, primeiro ano da gestão Cláudio Ferreira, no comparativo com 2024. O diretor técnico da UPA, Rafael Aguiar Mistrinel, e o diretor geral da Rede Hospitalar do Município, Antonion Pereira de Oliveira, atribuem essa melhora, especialmente, a abertura da Policlínica Central, em fevereiro de 2025, que desafogou a UPA e possibilitou atender a população de forma mais rápida.  Até 2024, a UPA concentrava todo o atendimento, com mais de 100 mil pacientes recebidos no ano. Já em 2025, com as medidas adotadas pela gestão, a UPA realizou 63.324 atendimentos e a Policlínica Central 60.714, promovendo a distribuição da demanda e melhorando a prestação de serviços. Para se ter uma ideia, em dezembro de 2024, o tempo médio de espera por atendimento de urgência na UPA era de 00:45:18. Já em dezembro de 2025, esse tempo foi reduzido para 00:21:11. Com relação aos casos com pouca urgência, o tempo foi reduzido de 01:59:44 em 2024 para 00:38:32 em 2025. “Tivemos ainda, além da Policlínica, o apoio da gestão em promover uma melhor organização técnica da escala médica, com cobertura adequada dos plantões e otimização dos fluxos assistenciais, o que refletiu diretamente na qualidade do atendimento. Destaco ainda o comprometimento e a dedicação de toda a equipe para alcançarmos esse resultado”, explica o diretor técnico da UPA, Rafael Mistrinel. A Policlínica Central também segue com tempo de espera para atendimento semelhante ao da UPA. Em dezembro de 2025, por exemplo, casos urgentes tiveram tempo médio de 00:19:30, casos pouco urgentes tempo médio de 00:40:56 e casos não urgentes de 00:50:35, situação em que na UPA, em 2024, poderia chegar a mais de duas horas de espera. “A gestão do prefeito Cláudio Ferreira mostra que, com planejamento e responsabilidade, é possível melhorar a cada dia a saúde pública. Esses números mostram o resultado concreto de uma gestão que trabalha com seriedade e compromisso com as pessoas”, reforça o secretário Municipal de Saúde, Mykaell Vitorino. Fonte: Assessoria

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Grupo de seis pessoas participa de reunião em sala de escritório, sentados ao redor de uma mesa com documentos e notebook.

Saúde define fluxo de atendimento durante período sazonal de doenças virais

Com a volta às aulas e o retorno do convívio entre as crianças, é observado um aumento nos casos de doenças virais entre elas. Neste período são comuns os resfriados, gripes e a bronquiolite, doença que causa maior preocupação. De forma antecipada, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde já organizaram o fluxo de atendimento para esse período sazonal, visando garantir a melhor prestação de serviço para as crianças. Inicialmente, os pais e responsáveis devem procurar as unidades básicas de saúde para os casos leves e moderados, bem como as unidades que funcionam como terceiro turno, sendo Cidade de Deus, Vila Olinda, Vila Rica e Itamaraty. Casos moderados e graves devem ser direcionados para o Pronto Atendimento Infantil. “Hoje a pediatria atende de 200 a até 350 crianças por dia, e a previsão nesse período é que aumente para até 600 crianças por dia. Por isso, para que todos sejam atendidos com tranquilidade e sem muita espera, pedimos para que os pais procurem inicialmente as unidades básicas de saúde”, explica Antonion Pereira, que é diretor da Rede Hospitalar de Urgência e Emergência do Município. O médico Rafael Mistrinel, diretor técnico da UPA, ressaltou que mesmo com poucos dias de aulas retomadas as unidades já registraram um aumento de cerca de 30% no volume de atendimentos. “Ainda está tranquilo, mas esperamos que após o carnaval esse aumento já cresça, podendo chegar a até 300% diariamente. Pedimos que, em caso de sintomas gripais leves, o postinho mais próximo seja procurado”, ressaltou Rafael. Fonte: assessoria

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