Uma fotografia em ângulo lateral médio de um painel de discussão em uma conferência. Cinco homens estão sentados em uma mesa longa coberta com uma toalha verde-oliva. Eles estão voltados para a direita, ouvindo um orador (fora do enquadramento). Identificações de mesa verdes estão na frente de cada homem. O homem mais próximo à esquerda tem uma identificação legível que diz: "Frederico Tannure Filho" e "Presidente da Famato". Ele está sentado e ouvindo. O homem ao centro está gesticulando levemente com as mãos enquanto fala ou concorda. Outras garrafas de água e copos estão espalhados pela mesa. No fundo, há um grande ecrã de projeção branco que exibe o logotipo "FÓRUM AGRO MT" em letras grandes e coloridas, com logotipos menores abaixo e uma lista de pauta que começa com "PAUTA". Uma cortina de palco azul escura está ao lado do ecrã. A iluminação é de conferência, uniforme e clara.

Congelamento do Fethab garante fôlego financeiro ao produtor de Mato Grosso

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso defendeu a confirmação do congelamento do Fethab para o segundo semestre de 2026 como uma medida importante para garantir o equilíbrio econômico do setor produtivo. A decisão representa um alívio diante do aumento dos custos de produção, juros elevados, margens apertadas e restrição de crédito enfrentados no campo. De acordo com o presidente da entidade, Lucas Costa Beber, a iniciativa evita o aumento imediato da carga tributária e garante maior previsibilidade para o planejamento das próximas safras. Atualmente, o custo do fundo pago pelo produtor gira em torno de 185 reais por hectare, valor que supera o dobro da renda estimada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária. Com a manutenção do congelamento desde o ano passado e a possível renovação do Fethab 2 até o final de 2027, estima-se que o setor produtivo mato-grossense deixe de desembolsar entre 1,4 bilhão e 1,7 bilhão de reais. Esse montante que permanece no caixa do produtor rural pode ser direcionado para o custeio das atividades e para movimentar a economia local por meio da manutenção de máquinas, contratação de mão de obra, prestação de serviços e investimentos internos, gerando arrecadação indireta para o Estado. A medida também possui caráter social ao diminuir a pressão sobre os custos de produção, o que ajuda a conter novos aumentos nos preços dos alimentos para a população. Além disso, o impacto do imposto interfere diretamente na rotina financeira das propriedades devido à exigência de recolhimento antecipado em certas operações de venda, o que demanda disponibilidade imediata de caixa. Segundo a delegada do núcleo Vale do Arinos, Jaqueline Piovesan, o cenário se torna ainda mais complexo porque, além do pagamento do tributo voltado para a malha viária, muitos trechos passam por concessões com pedágios caros, gerando uma dupla cobrança para o produtor. Diante de margens negativas e da necessidade de financiamentos com taxas elevadas para a continuidade dos trabalhos, a Aprosoja Mato Grosso reforça que a manutenção dos valores do fundo funciona como um fôlego financeiro indispensável para minimizar os danos ao setor e segue atuando em busca de soluções para garantir infraestrutura, segurança econômica e competitividade para o desenvolvimento do Estado. Fonte: Aprosoja MT

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Silhueta escura de uma grande colheitadeira agrícola em um campo no final do dia. Ao fundo, o céu exibe um pôr do sol vibrante com nuvens iluminadas em tons de amarelo, laranja e dourado. A máquina está em contra-luz, destacando seus contornos e o tubo de descarga estendido.

Corte de quase R$ 30 bilhões no custeio do novo Plano Safra preocupa setor produtivo

O anúncio do Plano Safra 2026/2027 traz um evidente descompasso entre o discurso oficial de recordes e a realidade contábil que o produtor rural enfrentará no campo. Apresentado com o robusto montante de R$ 525,1 bilhões, o programa, quando examinado além da superfície do número global, revela uma retração prática que pode asfixiar o ritmo de produção nas principais regiões agrícolas do país. O aparente crescimento nominal de 1,7% murcha diante de uma inflação acumulada de 4,4% pelo IPCA, transformando o que seria um avanço em uma perda real de poder de compra superior a R$ 13 bilhões. O ponto mais crítico dessa engenharia financeira reside na linha de frente do setor: o custeio e a comercialização. Enquanto os recursos destinados a investimentos de longo prazo inflaram o valor total do plano, a verba carimbada para colocar a safra de pé sofreu um corte seco de quase R$ 30 bilhões em comparação ao ciclo anterior. Na prática, o produtor terá menos dinheiro disponível para a compra de insumos, sementes e manejo diário, justamente em um cenário macroeconômico marcado por margens esmagadas e custos operacionais elevados. Menos recurso para o giro significa, inevitavelmente, maior necessidade de buscar socorro em outras fontes. Essa migração forçada para o ambiente privado já vinha se desenhando na execução do ciclo que se encerra. A perda de espaço das linhas tradicionais de crédito e o tombo expressivo de quase 50% nos recursos equalizáveis pelo poder público empurraram o setor para as Cédulas de Produto Rural (CPR). Embora o mercado de capitais e os instrumentos privados demonstrem força ao sustentar quase metade das operações, essa mudança de perfil cobra o seu preço na ponta final. Fora do guarda-chuva das políticas agrícolas subsidiadas, o produtor fica exposto a juros mais agressivos, maior seletividade dos bancos e exigências de garantias muito mais rígidas. Diante desse quadro, o endividamento rural desponta como o principal gargalo a ser enfrentado. De nada adianta anunciar cifras bilionárias se o acesso ao crédito está travado pela falta de capacidade de pagamento e pela dificuldade em renegociar passivos anteriores. Sem uma política estruturada de recomposição financeira e mediação de dívidas, o novo Plano Safra corre o risco de ver parte relevante de seus recursos consumida apenas pelo saneamento de contas passadas, em vez de se transformar em fôlego renovado para a produtividade dentro da porteira. Assessoria: Aprosoja MT

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Vista aérea da cidade de Rondonópolis, com um rio de águas barrentas atravessando áreas urbanas e regiões verdes, cercado por bairros, prédios e vegetação.

Rondonópolis fecha o trimestre como maior exportador de MT e 15º do Brasil

Rondonópolis fecha o primeiro trimestre de 2026 como a cidade que mais exportou em Mato Grosso e a 15ª do Brasil. Com crescimento de 23% em relação ao ano passado, o Município chegou a U$ 682,8 milhões exportados nos meses de janeiro, fevereiro e março. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (7) pelo Ministério da Indústria e Comércio Exterior. Neste primeiro trimestre, as exportações locais representaram 8,9% do total exportado por Mato Grosso e 0,8% das exportações brasileiras no período. Considerando somente os dados do mês de março, Rondonópolis exportou U$ 240,5 milhões, valor 14,4% maior que o registrado em março de 2025. O trimestre também registrou crescimento das importações, que alcançaram o total de U$ 129,8 milhões, montante 75,6% maior em comparação com o mesmo período do ano passado. Com esse total, Rondonópolis foi a cidade que mais importou em Mato Grosso e 112ª no país. As importações locais representaram 30,2% do total importado no Estado e 0,2% das importações do Brasil. Com as exportações somando U$ 682,8 milhões nos primeiros três meses do ano e as importações fechando em U$ 129,8 milhões, a cidade teve superávit de U$ 553 milhões no período. Os dados do trimestre mostram ainda que as exportações de Rondonópolis tiveram a China como principal destino. Para o país, foram exportados um total de U$ 240,5 milhões, o que representou 35,2% do total das exportações locais. Para a Tailândia, as exportações representaram 18,1% do total e para Indonésia, 15,1%. Já, as importações vieram especialmente do Canadá, representando 34,4% do total importado; dos Estados Unidos, 18,9%, e da Rússia, 12,9%. As exportações neste primeiro trimestre do ano tiveram a torta e outros resídios sólidos da extração do óleo de soja como principal produto exportado, representando 39,8% do total das exportações locais.  Também se destacaram a soja, representando 29,6% das exportações da cidade; o algodão (16,3%); a carne bovina (6,4%); e o milho (6%). Entre os produtos importados, os adubos ou fertilizantes se destacam. Os adubos minerais ou químicos potássicos representaram a maior parte das importações com 55,3% do total, seguidos dos adubos minerais ou químicos, contendo dois ou três dos seguintes elementos fertilizantes: azoto (nitrogênio), fósforo e potássio (20,3%); e dos adubos minerais ou químicos fosfatados (13,1%). Os inseticidas representaram 3% das importações. Fonte: Assessoria

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A imagem mostra um menino de costas, usando um colete amarelo com a frase "Fiscal Mirim" escrita em preto. Ele está em um corredor de supermercado e aponta com o dedo indicador para uma etiqueta de preço amarela em uma prateleira repleta de garrafas de suco de uva. Ao lado dele, há um carrinho metálico também cheio de garrafas.

Dia do Consumidor será marcado por ações especiais do Procon

O Procon de Rondonópolis estará realizando ações diferentes para marcar o Dia do Consumidor, comemorado em 15 de março. Fiscais mirins, estudantes de diversas redes, acompanharão os fiscais de carreira em ações no comércio local e advogados especializados no direito do consumidor atenderão a população em geral, nesta sexta-feira (13) no salão da OAB subseção de Rondonópolis aonde haverá disponibilização de vários serviços à população das 8 às 17 horas.  O objetivo das ações é chamar a atenção dos consumidores para a obediência às leis consumeristas. Vale lembrar que embora o Código de Defesa do Consumidor (CDC) seja de amplo conhecimento, vários estabelecimentos não cumprem o que está determinado na legislação, o que faz com que dezenas de pessoas procurem todos os dias o Procon para reivindicarem seus direitos.  “Neste sentido, estamos trabalhando com os fiscais mirins acompanhando procedimentos de fiscalização de rotina com nossa equipe, proporcionando a experiência de verificarem itens da legislação como preço e prazo de validade dos produtos no estabelecimento. A experiência acaba sendo repassada para os colegas na escola e vai ampliando a conscientização no que refere à checagem de informações  dos produtos na hora da compra, por exemplo, quando acompanham os pais ao supermercado”, explicou o coordenador do Procon de Rondonópolis, Rubson Guimarães. De acordo com ele, ações de conscientização sobre preço e prazo podem resultar em reclamações e denúncias com modificação do mercado e mais respeito aos consumidores.  Outra ação será pontual, na sexta-feira, 13, durante todo o dia, haverá um evento em parceria com a OAB, momento em que vários órgãos estarão presentes, o que proporcionará oportunidade do consumidor resolver o problema pessoalmente com atendentes de várias empresas e órgãos, ou até mesmo tirar dúvidas a respeito de uma demanda. Como também, registrar uma reclamação, se for o caso.  “O trabalho de conscientização é aquele de rotina em que ocorre a comunicação do Procon com a população para que haja o despertar pela busca de melhor prestação de serviço e reivindicação do seu direito enquanto consumidor. E se houver um descumprimento desta legislação, que o consumidor saiba aonde reclamar, buscar ajuda para que o fato que o prejudicou não ocorra com outra pessoa”, destacou. Independente das ações desta semana, o Procon realiza atendimento ao público de segunda a sexta-feira no período da tarde, na rua Barão do Rio Branco, 2630, no bairro Santa Marta ou pelo whatsapp 66 98438-2460. Fonte: Assessoria

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Imagem dividida verticalmente em dois cenários contrastantes. À esquerda, um produtor rural de chapéu e camisa xadrez está em uma lavoura de soja, olhando para baixo com expressão de preocupação e tristeza, ao lado de um tambor de combustível vazio e colheitadeiras ao fundo sob um céu de fim de tarde. À direita, sob um céu escuro e carregado de tempestade, um caminhoneiro está sentado no acostamento de uma rodovia, também com expressão desolada, próximo a uma longa fila de caminhões parados, simbolizando o desabastecimento.

Aprosoja Brasil alerta para risco de colapso no diesel em pleno pico da safra

A Aprosoja Brasil manifesta profunda preocupação com a ameaça real de interrupção no fornecimento de óleo diesel às propriedades rurais, justamente no momento em que o campo vive a intensidade da colheita da soja e o plantio do milho segunda safra. Esta instabilidade, considerada intempestiva pela entidade, atinge o coração da operação agrícola e coloca em risco não apenas a produtividade das fazendas, mas a própria segurança alimentar e a estabilidade econômica do país. O alerta se estende também ao risco de oportunismo no mercado: a escassez do insumo abre margem para que fornecedores elevem preços de forma abusiva, gerando um efeito cascata que encarece o transporte, pressiona os custos de produção e, inevitavelmente, se converte em inflação de alimentos nas gôndolas dos supermercados. A crise atual expõe a fragilidade estrutural do abastecimento brasileiro que, apesar de ser um grande exportador de petróleo bruto, ainda vive uma dependência crônica da importação de refinados como diesel e gasolina. Com cerca de 30% do diesel consumido no Brasil vindo do exterior, o setor produtivo fica vulnerável às oscilações e conflitos internacionais, como os registrados no Oriente Médio. Diante deste cenário, a Aprosoja Brasil defende que a solução para a soberania energética está “dentro de casa”, por meio do avanço urgente no aumento da mistura de biodiesel e na ampliação do uso do etanol na matriz energética, inclusive para o transporte de cargas e operação de máquinas pesadas. Mais do que uma questão logística, trata-se de priorizar um setor estratégico que sustenta o PIB nacional. A entidade solicita uma ação imediata e coordenada das autoridades para restabelecer o fluxo de abastecimento, coibir práticas especulativas e fortalecer a segurança energética do agronegócio. O produtor rural não pode ser alvo de incertezas quando o que está em jogo é a garantia do alimento na mesa do brasileiro e a competitividade do Brasil no mercado global. Fonte: Aprosoja Brasil

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Foto em plano médio de um homem e uma mulher sentados em uma bancada de estúdio de podcast. À esquerda, uma mulher de cabelos longos e castanhos veste uma camiseta branca e calça clara. À direita, um homem de barba, vestindo uma camisa social azul de mangas compridas, sorri para a câmera. Entre eles, há uma bancada de madeira com um detalhe em verde ondulado, onde estão dois microfones Shure com o logotipo "Apro360" e duas canecas brancas. Ao fundo, uma tela de TV exibe o logotipo verde e branco "Apro360", com decoração de grãos em frascos de vidro e iluminação neon.

Tributarista detalha principais mudanças da Reforma Tributária no Apro360

Com parte das alterações já em vigor neste ano, a recomendação é que o produtor esteja atento para evitar impactos financeiros e operacionais Dando continuidade à série de conteúdos sobre a Reforma Tributária, o Apro360, podcast da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), recebeu nesta quinta-feira (05.03), o tributarista Jonas da Costa. Durante o episódio, o especialista detalhou as principais mudanças nas formas de cálculo, a dinâmica de apuração dos impostos, o que está em vigor neste ano e orientou que os produtores se mantenham bem informados diante do novo cenário. Ao longo da conversa, Jonas destacou que a Reforma Tributária vai além da simples substituição de cinco tributos por dois. Segundo ele, a transformação mais significativa está na forma de cálculo e na apropriação dos créditos tributários. A mudança, além de burocrática, representa um novo contexto econômico e exige adaptação por parte do produtor rural, que precisará se adequar a uma nova lógica tributária. “Não só para o produtor, mas para toda a economia, nós temos a mudança desses cinco tributos por outros dois. Mas nós não estamos trocando somente a nomenclatura, mas sim formas de se calcular o tributo e formas de apropriar os créditos dessa tributação. O produtor rural teve, por muito tempo, uma tranquilidade, por ser pessoa física, em não ser contribuinte em PIS, Cofins e ICBS quase toda a cadeia é diferida. E agora a gente trocando esses cinco tributos por dois, o produtor pode ter que ser contribuinte. Mas é uma questão burocrática, economia e de mentalidade, também”, destacou. O tributarista também explicou quais mudanças já estão em vigor e antecipou os próximos passos do cronograma de transição. Segundo ele, em 2026 será um período de testes para calibrar as alíquotas da CBS e do IBS, preparando o setor para a implementação gradual do novo modelo, prevista para ser concluída em 2033. “Em 2026 nós estamos em período de teste, sendo 0.9 de ICBS e 0.1 de IBS, que é uma forma de calibrar qual vai ser a alíquota da ICBS no ano que vem, porque vai acabar o PIS, Cofins e a CBS. Então um produtor rural, que por ventura, teve um faturamento de três milhões e seiscentos em 2025, lá em 2027 ele já vai ser contribuinte da CBS. Portanto, é uma mudança estrutural muito grande. Em 2027 e 2028 nós teremos a CBS em pleno vigor. E em 2029 o ICMS e o ISS começa a dar vez ao IBS”, explicou Jonas da Costa. Durante o período de transição, Jonas reforçou que a principal responsabilidade do produtor rural será realizar a classificação correta dos grãos, já que os sistemas fiscais estão sendo parametrizados para o novo modelo. De acordo com ele, além de observar preços, será fundamental analisar para quem a venda está sendo realizada e qual a finalidade da operação, fatores que passam a impactar diretamente na tributação. “Os sistemas de emissão já estão sendo parametrizados para incluir o IBS e o ICBS, então a principal missão do produtor é fazer a classificação correta. E o que vai importar é para quem eu estou vendendo e qual a finalidade daquela venda. Uma venda para exportação já tem que deixar claro antes de sair da porteira, porque eu sei que essa operação será imune e não estará sujeita a IBS e ICBS em momento algum. Então eu tenho todos esses detalhes que precisam ser vistos antes da operação acontecer. Não basta escolher o menor preço na hora de comprar, porque pode ser que ele entregue o preço e não o crédito tributário. E quando for vender a minha produção, ele terá que pagar o IBS e ICBS e não terá crédito para compensar”, ressaltou. Para o especialista, o início das novas obrigações fiscais tende a ampliar o controle sobre as atividades produtivas. Ele alertou que o acompanhamento contábil será ainda mais essencial, já que a incidência tributária passa a impactar desde a compra até a emissão das notas fiscais, exigindo planejamento e atenção redobrada. “Daqui a pouco, com as obrigações do fisco vindo, nós vamos ter maior controle da lavoura porque a obrigação fiscal vai obrigar que isso aconteça. Mas, agora, a nossa recomendação é que o produtor esteja junto a seu contador, pois desde a compra do grão vai importar. Ele vai precisar do código certo que o fornecedor entregou, se não, não conseguirá usar o crédito depois e o momento da emissão da nota também vai importar. Muitas vezes, a forma de produzir também vai mudar”, finalizou Jonas. Desde o ano passado, o Apro360 tem recebido especialistas para detalhar e orientar o produtor rural mato-grossense sobre as mudanças previstas na Reforma Tributária. Com parte das alterações já em vigor neste ano, a recomendação é que o produtor esteja atento para evitar impactos financeiros e operacionais. Ao longo deste ano, novos convidados devem participar do podcast para aprofundar o debate e esclarecer dúvidas do setor. Fonte: Assessoria

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Um grupo de mulheres empreendedoras no auditório da Prefeitura de Rondonópolis. No centro, o prefeito Claudio Ferreira e a secretária Alessandra Ferreira. Todos estão em pé, posicionados de frente para a câmera e sorrindo. A imagem transmite uma postura profissional de união e parceria institucional entre o poder público e o movimento feminino.

Gestão municipal apoia empreendedorismo feminino e promove encontro estratégico

A secretária de Promoção e Assistência Social, Alessandra Ferreira, recebeu na noite dessa sexta-feira (21), no auditório da Prefeitura de Rondonópolis, um grupo de mulheres empreendedoras que vem se consolidando como um importante movimento de representatividade, posicionamento e voz ativa na comunidade.  O encontro foi marcado como um momento estratégico de escuta, diálogo e conexão institucional, proporcionando uma oportunidade real para dar visibilidade aos desafios enfrentados pelas mulheres empreendedoras, além de apresentar a história e a força de uma comunidade formada por mulheres que fazem acontecer no município.  A reunião também contou com a presença do prefeito Claudio Ferreira, reforçando o compromisso da gestão municipal com o fortalecimento do empreendedorismo feminino e com o fomento ao trabalho local.  Segundo a secretária Alessandra Ferreira, a gestão municipal está de portas abertas para apoiar o grupo. “Inclusive, nessa reunião eu falei para elas o tamanho da importância do empreendedorismo delas para Rondonópolis. Quando elas empreendem, acabam trazendo desenvolvimento e renda, e não apenas na questão econômica. Há também o fortalecimento do vínculo entre elas, a troca de experiências, a colaboração, a criação de conexões e acessibilidade. Isso é muito importante para a saúde mental e para o desenvolvimento delas. Uma vai ajudando a outra nesse empreendimento. Essa reunião foi planejada para que o prefeito estivesse presente, para ouvir as demandas dessas mulheres e fortalecer essa rede que é o empreendedorismo”, destacou a secretária.  A secretária também adiantou que este foi apenas o primeiro de uma série de encontros. “Hoje é apenas o início dos encontros onde a Prefeitura se disponibilizou a apoiar essas mulheres. Para o mês de março, já temos uma feira prevista no Paço Municipal, com a ideia de divulgar o trabalho e as mercadorias dessas mulheres empreendedoras, levando conhecimento a toda a comunidade sobre os serviços e produtos ofertados por elas”, afirmou Alessandra Ferreira.  Foto: Mauricio Renner Representando o grupo, a gestora de network Simone Flores, responsável pelo movimento Mulheres Empreendedoras, ressaltou a importância da abertura da atual gestão ao diálogo com a iniciativa privada. “Esse encontro com o prefeito e a primeira-dama aconteceu após um evento realizado pelo grupo. A primeira-dama foi super aberta e acessível, sentiu a energia e a força das mulheres. Essa gestão abriu as portas para o empreendedorismo. Antes, eu não tinha acesso ao poder público como estou tendo agora, e isso trouxe esperança de conexão, união e produção. Mostra que o poder público está preocupado com quem produz na cidade e com o fortalecimento do comércio local. Essa conexão entre iniciativa privada e poder público é fundamental para quem produz e também para a administração, porque ajuda na agilidade dos processos”, afirmou Simone.  Para participar do grupo Mulheres Empreendedoras, que reúne mais de 600 integrantes, as interessadas podem acessar o Instagram @Sousimoneflores e enviar uma mensagem via direct. Segundo Simone, o ingresso ocorre por indicação, garantindo mais segurança e fortalecendo conexões sólidas entre as participantes. Foto: Mauricio Renner SEMPRAS Fonte: Assessoria

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Durigan desponta para chefiar a Fazenda, com Ceron como número 2

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, é apontado como o principal nome para assumir o comando da pasta em caso de saída do atual ministro Fernando Haddad, segundo apurações publicadas por veículos nacionais e internacionais nos últimos dias. No desenho em discussão, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, passaria a ocupar a Secretaria Executiva, o cargo de número dois do ministério. As informações circulam no contexto de uma possível mudança na equipe econômica ainda no fim de janeiro de 2026, com Haddad sinalizando que pretende deixar o cargo antes do prazo de desincompatibilização para a eleição de 2026. Publicações apontam que o ministro tem defendido a transição como forma de garantir continuidade e dar previsibilidade à condução de temas fiscais e orçamentários ao longo do ano. Segundo a agência Reuters, Haddad teria indicado a preferência por Durigan como sucessor e avaliaria Ceron para preencher a vaga de secretário executivo, caso Durigan seja confirmado no posto. A mesma apuração ressalta que a decisão final depende do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que o Ministério da Fazenda não comentou o assunto quando procurado. Veículos brasileiros também vêm tratando o cenário como uma aposta de continuidade na condução econômica, já que Durigan atua na coordenação interna da pasta e Ceron comanda o Tesouro, área diretamente ligada à política fiscal e à execução orçamentária. Em reportagens anteriores, a possibilidade de Ceron virar o “número 2” já era tratada como tendência em Brasília. Apesar das indicações e das apurações, ainda não há anúncio oficial sobre troca de comando, nem uma data pública confirmada para eventual mudança. Até lá, o tema segue no campo das articulações políticas e das tratativas internas do governo federal. Redação

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