Controle de mosca-branca será pauta em painel no 26º Encontro Técnico de Soja

O controle da mosca-branca e a dinâmica de coleópteros na safra 25/26 serão temas de um painel estratégico no 26º Encontro Técnico de Soja, promovido pela Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT), que ocorre entre os dias 12 e 14 de maio, no Hotel Gran Odara, em Cuiabá. O debate apresentará conteúdos essenciais sobre o comportamento dessas pragas no ciclo atual, visando capacitar produtores e especialistas para tomadas de decisão mais assertivas e eficientes no manejo do campo. O pesquisador de entomologia da Fundação MT, Dr. Carlos Bezerra, explica que o tema central do painel 7, no terceiro dia do evento, será “Dinâmica de Mosca-Branca e Coleópteros na safra 25/26”. Segundo ele, trata-se de conteúdo essencial para decisões mais eficientes no campo, pois esta praga tem sido a maior dor do produtor de soja nos últimos três anos e tem incomodado, mesmo com o menor índice verificado na safra passada (24/25) por conta do regime de chuvas. “A mosca-branca, primeiramente, ocorre durante o ciclo inteiro da planta, então isso já é um problema bem grande, porque tanto na fase vegetativa quanto na reprodutiva, ela está ali causando problema. Ela suga a seiva e enfraquece a planta, transformando-se em um vetor. Então, ela aumenta a ocorrência de doenças na planta e reduz bastante a produção, podendo chegar à redução de 50% ou mais quando não manejada de forma alguma”, disse. O painel sobre a mosca-branca no 26º Encontro Técnico de Soja contará também com as participações da pesquisadora da Embrapa, Eliane Quintela, e dos consultores Juliano Dellamea e David Vallendorf, que contribuirão com suas experiências e pesquisas sobre o assunto. Segundo o Dr. Carlos Bezerra, o tema trará muitos esclarecimentos para os participantes no que tange ao manejo adequado e à apresentação de resultados de ensaios realizados para o controle desta praga. “A mosca-branca apresenta resistência a uma série de ingredientes ativos na ação de inseticidas que são utilizados pelos produtores. Então, nós temos muitas moléculas novas e modernas, mas nem todos os produtores fazem esse manejo completo, cuidadoso e com excelência. Desta forma, isso também é um problema que será debatido neste momento do encontro, pois temos formas de contornar a infestação de moscas-brancas e seu aumento populacional, mas isso precisa ser bem planejado”, finalizou. Durante os intervalos dos painéis, os participantes poderão interagir compartilhando experiências e trocando informações. As inscrições para o evento ainda estão abertas e podem ser feitas pelo www.fundacaomt.com.br. Sobre a FMT: A Fundação MT é uma instituição privada sem fins lucrativos, referência nacional em pesquisa e difusão de tecnologias para o agronegócio. Com foco em culturas como soja, milho e algodão, atua no desenvolvimento de soluções que aumentam a produtividade e a sustentabilidade no campo, promovendo a integração entre pesquisa científica e aplicação prática junto aos produtores rurais. Conta ainda com cinco estações de pesquisa distribuídas estrategicamente pelo estado de Mato Grosso, ampliando sua capacidade de geração e validação de tecnologias em diferentes condições de cultivo. Entre seus pilares institucionais, destaca-se a imparcialidade, garantindo credibilidade e isenção na geração e disseminação de informações técnicas. PROGRAMAÇÃO: 12 de maio Abertura Fundação MT Painel 1: Painel de Abertura – Jeferson Souza (Agrinvest), Rafaela Debiase (Comunicadora Agro) e André Debastiani (Agroconsult). Coquetel de Abertura 13 de maio Painel 2: Retrospectiva da Safra 2025/2026 Abertura do painel: Me. Daniela Dalla Costa – Fundação MT Relato Safra 25-26: de produtor para produtor – Leandro Zancanaro – Origens Parcerias Agrícolas; Região Médio Norte – Reinaldo Carrara (Grupo Bavaresco); Região Vale do Araguaia – José Ricardo Mariano Ferreira (Fértil Consultoria); Região Oeste – Fernando Vriesman (Grupo Crestani); Região Sul – Rodolfo Costa (Costaquino Agropecuária); História, desafio e pesquisa: Quando o problema impulsionou a ciência Dra. Juliana Nunes. Coffee Break Ambiente, fenótipo e produtividade da soja: o que os resultados da Fundação MT revelam. Me. Daniela Dalla Costa – Pesquisadora de Fitotecnia na Fundação MT. Debate Moderador: Leandro Zancanaro – Origens Parcerias Agrícolas / Daniela Dalla Costa. Almoço Painel 3: Doenças da Soja: O que está mudando no campo e como reagir 360° da Fitossanidade – Dra. Mônica Müller; Cercospora e Mancha-Alvo: Dinâmica das Doenças no Sistema – Dr. Nedio Tormen – Verde Agro; Cercospora e Mancha-Alvo: Resultados de controle Fundação MT – Me. Victor Porto; Abertura de Vagens e Podridão de Grãos: Existe Relação ou São Problemas Distintos? Me. Victor Porto e Dra. Mônica Müller. Coffee Break Manejo Genético, Químico e Biológico: Critérios para Uso Estratégico – Debate Moderadora: Dra. Mônica Müller Painel 4: Explorando o futuro: Deep Techs, AI Economy e inovação radical: Desafios e oportunidades para o agro Palestra Magna Professor Gil Giardelli Coquetel Fim das atividades do dia 14 de maio Abertura Painel 5: Solos: Construindo Ambientes de Alta Performance Manejo da qualidade física do solo em sistemas de produção de soja – Dr. Guilherme Anghinoni – Consultor e Fundador da Solo & Raiz; Estratégias de plantio: Demonstração dos resultados de pesquisa – Me. Bruno Gherardi – Agrônomo de Soja, Milho e Algodão – América Latina – John Deere. Manejo do Ambiente de Produção – Dr. Kassiano Rocha – Gerente Planejamento Agrícola – Grupo GGF; Debate Moderador: Guilherme Dr. Guilherme Anghinoni. Coffee Break Painel 6: Resistência e Manejo Estratégico do Caruru: Abordagem técnica para enfrentar o cenário atual na soja Aspectos da resistência de plantas daninhas. Prof. Dr. Ricardo Alcântara de La Cruz – Universidade Federal de Viçosa. Perspectivas do caruru no estado do Mato Grosso: Passado, presente e futuro. Prof. Dr. Anderson Cavenaghi – Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG). Manejo do caruru em função das biotecnologias de soja. Dr. Lucas Barcellos – Pesquisador de Matologia na Fundação MT, Me. Vicente Pontes – Pesquisador de Matologia na Fundação MT. Debate Moderador: Dr. Lucas Barcellos – Pesquisador de Matologia na Fundação MT e Me. Vicente Pontes – Pesquisador de Matologia na Fundação MT. Almoço Painel 7: Dinâmica de Mosca Branca e Coleópteros na safra 25-26 Experiência do consultor na ocorrência de pragas. Juliano Dellamea – Insolo Consultoria Agronômica e David Vallendorf – Origens

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otografia em close-up de vários troféus dourados do Prêmio Aprosoja MT 2025 alinhados sobre uma mesa de madeira clara. Os troféus têm o formato estilizado de uma espiga de milho com folhas na base, assentados sobre uma base retangular preta com uma placa dourada de identificação. O fundo da imagem está desfocado, exibindo luzes decorativas em tons de verde e azul, típicas de um ambiente de evento ou premiação.

Muito além da pauta: Como o Prêmio Aprosoja MT conecta a sociedade à realidade do campo

O Prêmio de Jornalismo da Aprosoja MT está com inscrições abertas até o dia 7 de agosto, consolidando-se como uma iniciativa essencial para fortalecer a comunicação e aproximar a sociedade da realidade do campo. Mais do que uma premiação, o projeto estimula os profissionais da imprensa a mergulharem no universo do agronegócio, auxiliando na compreensão da relevância do setor para o país. Além de incentivar a produção de conteúdo qualificado, a iniciativa garante ao produtor rural a oportunidade de ver sua trajetória contada com veracidade, fortalecendo a confiança em informações de qualidade. De acordo com o vice-presidente Oeste da Aprosoja MT, Gilson Antunes de Melo, que integrou o corpo de jurados na edição passada, já é possível perceber avanços na forma como o setor vem sendo retratado pela imprensa. Ele ressalta que é fundamental que o jornalista tenha contato direto e vivência sobre o agro para retratar o que acontece no campo com transparência e fidelidade. Gilson recorda casos de reportagens sobre soja em que apareceram imagens de lavouras de milho, o que evidencia o desconhecimento de alguns profissionais. Para ele, quem acompanha a agricultura identifica facilmente o nível de conhecimento do profissional pelas palavras e imagens utilizadas em uma reportagem. A delegada coordenadora do núcleo de Sapezal, Marlise Marafon, também participou como jurada e destacou a importância da prática para um conteúdo mais preciso. Ela percebe uma grande diferença na qualidade das matérias após o trabalho da Aprosoja MT em levar os profissionais para conhecerem o campo de perto. Segundo Marlise, muitos jornalistas acabavam se apoiando em falácias ou informações imprecisas por não conhecerem o setor. Para a delegada, quando o profissional entende o dia a dia e a realidade do que está abordando, o conteúdo ganha muito mais credibilidade e transmite informações confiáveis para a sociedade. Essa mudança de percepção também impacta quem está começando na profissão. Para a jornalista Haillyn Heiviny, segunda colocada na categoria jornalismo universitário, a participação no prêmio contribuiu para ampliar sua visão sobre o setor. Ela explica que entender melhor como o agronegócio funciona facilita o trabalho dos comunicadores e ajuda a sociedade a compreender um setor tão gigantesco. Haillyn destaca que o papel do jornalista é explicar de forma clara e objetiva, buscando dados e ouvindo diferentes fontes, já que o conhecimento técnico vem das pessoas que vivem o setor, enquanto o comunicador é a ponte para transmitir essa informação. O impacto da iniciativa também é visível no fotojornalismo. Francisco de Oliveira, que conquistou o segundo lugar na categoria, afirma que o prêmio foi um divisor de águas, mostrando que o agronegócio envolve tecnologia, sustentabilidade e economia. Ele conta que passou a ver o setor com mais respeito e agora produz conteúdo com mais propriedade e responsabilidade. Se antes o foco era apenas visual, hoje Francisco busca mostrar a essência do trabalho e a inovação no campo, utilizando seu trabalho para conectar as pessoas com a realidade moderna e dinâmica do agro. Ao promover essa aproximação entre comunicadores e produtores rurais, o Prêmio de Jornalismo da Aprosoja MT reforça seu papel estratégico para dar visibilidade ao setor por meio de uma informação mais transparente. As inscrições seguem abertas e os interessados podem conferir o regulamento completo no site da associação. Assessoria: Aprosoja MT

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Rondonópolis Country Fest: 1º Leilão Mobiliza Pecuária de Alto Padrão e Movimenta a Região

A pecuária de Mato Grosso reafirmou sua força com a realização do 1º Leilão Rondonópolis Country Fest, um evento que já nasce com a marca da excelência e do compromisso com o setor produtivo. Com a oferta de mais de 3.500 animais de alto padrão, o leilão se consolidou como uma vitrine da qualidade genética e do trabalho dedicado dos produtores, evidenciando que o estado segue na vanguarda do mercado nacional. Um dos grandes destaques desta primeira edição foi a origem do plantel: cerca de 90% dos animais foram filmados diretamente nas propriedades da região de Rondonópolis. Essa estratégia valoriza o pecuarista local e garante a procedência do gado, além de assegurar o bem-estar animal. O sucesso do evento passou diretamente pelo trabalho de Diordie Weiss, cuja atuação foi fundamental para a organização e o fomento desse volume expressivo de negócios. Realizado pela LF Leilões, o encontro demonstrou que, mesmo diante de desafios, a pecuária mato-grossense não para. O volume de animais comercializados é reflexo de um trabalho pautado pelo profissionalismo e pela dedicação de quem conhece o dia a dia do campo. Mais do que um ambiente de negócios, o leilão foi uma celebração do setor, reforçando o papel de Rondonópolis como um polo estratégico para o agronegócio.

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Fotografia colorida em plano médio capturada em uma quadra coberta. Três homens estão em pé, lado a lado, sorrindo para a câmera. À esquerda, um jovem de camiseta polo branca e azul marinho com as mãos nos bolsos. Ao centro, um homem com a mesma camiseta polo segura um pacote amarelo da bebida de soja Agrosolidário. À direita, o Padre Vanderson, vestindo uma camisa clerical azul marinho com colarinho branco, segura um pacote de bebida de soja sabor uva. Ao fundo, vê-se a estrutura de alvenaria do Oratório Filhos de Dom Bosco e árvores sob a luz do dia.

Solidariedade que Nutre: Parceria entre Aprosoja MT e Oratório Dom Bosco Celebra Formação e Saúde

Há quase três décadas, quem passa pelo Oratório Filhos de Dom Bosco, em Rondonópolis, percebe que ali o tempo corre diferente. O Projeto Crescer não é apenas uma escola ou um centro de lazer; é o alicerce de cerca de 500 crianças e adolescentes que buscam, no contraturno escolar, muito mais do que oficinas de teatro, informática ou uma partida de vôlei. Ali, o foco é o crescimento humano integral, oferecendo um porto seguro e as ferramentas necessárias para que cada jovem se torne um cidadão consciente. Dentro dessa rotina intensa de aprendizado e esporte, a nutrição é o combustível que faz tudo funcionar. Para muitos desses meninos e meninas, as refeições feitas no Oratório são a base da alimentação diária, e é nesse ponto que a parceria com o programa Agrosolidário, da Aprosoja MT, mostra sua força prática. A bebida de soja, que já faz parte do cardápio há anos, reforça a qualidade do que é servido, sendo recebida com entusiasmo até pelos pequenos do maternal. O diretor do Oratório, padre Vanderson de Souza Gomes, ressalta que essa ajuda é um suporte que a comunidade sente na pele e na saúde. No refeitório, a bebida de soja ganha vida como suco ou acompanhamento, e os sabores de morango, uva e laranja são os campeões de audiência entre a garotada. Gabriel Ferreira, do setor administrativo, reforça que o produto é um nutriente natural que faz uma diferença enorme no dia a dia da instituição. Mas o impacto dessa solidariedade que vem do campo muitas vezes resolve dramas silenciosos. O motorista João Carlos de Almeida guarda na memória a história de uma aluna que sofria com intolerância à lactose. Sem condições financeiras para comprar leites especiais, a família encontrou no Oratório a solução: a bebida de soja doada pelos produtores rurais supriu a necessidade da menina, que hoje cresceu forte e saudável. Além de nutrir corpos, a parceria gera um alívio financeiro vital, permitindo que a entidade invista seus recursos em outras áreas enquanto recebe o suporte alimentar de forma gratuita. Ao final do dia, o que se vê em Rondonópolis é o resultado de uma união que transborda as lavouras: a gratidão de uma comunidade que sabe que pode contar com a mão estendida de quem produz no campo para semear dignidade na cidade. Assessoria: Aprosoja MT

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Fotografia colorida em plano médio mostra duas mulheres negras, colaboradoras da APAE, sorrindo calorosamente para a câmera. Elas estão lado a lado, em pé, dentro de uma cozinha industrial limpa e bem iluminada por janelas ao fundo. Ambas seguram embalagens do programa "Agrosolidário". A mulher à esquerda veste uma camiseta branca com o logo da APAE de Cáceres; ela segura um pacote amarelo de bebida de soja sabor maracujá. A mulher à direita veste uma camiseta branca com estampas e mangas coloridas; ela segura um pacote roxo de bebida de soja sabor uva. À direita, vê-se uma grande panela de alumínio no fogão.

Nutrição e Afeto: A Força da Soja na Transformação de Vidas na APAE de Cáceres

O impacto de uma parceria sólida vai muito além dos números; ele é sentido no prato, no desenvolvimento e no sorriso de quem recebe o cuidado. Há seis anos, a APAE de Cáceres conta com o apoio fundamental da Aprosoja Mato Grosso, por meio do programa Agrosolidário. O que começou como uma doação de produtos à base de soja tornou-se um pilar nutricional para cerca de 140 crianças, jovens e adultos, oferecendo um suporte que atravessa os portões da instituição e chega ao seio das famílias assistidas. Para a presidente da APAE, Erika Pinto de Arruda, o trabalho é uma missão de acolhimento integral. Com 146 alunos matriculados, a instituição não se limita ao ensino, oferecendo desde transporte gratuito até suporte jurídico e médico. A bebida de soja enviada pela Aprosoja MT foi incorporada de forma estratégica ao cardápio diário, sendo servida em vitaminas e bolos logo no café da manhã e no lanche, garantindo que o aluno esteja bem alimentado antes do almoço e do retorno para casa. Erika ressalta que esse benefício se estende às famílias, muitas vezes numerosas e em situação de vulnerabilidade, fortalecendo o vínculo comunitário e garantindo segurança alimentar onde ela é mais necessária. A versatilidade do alimento é celebrada por quem coloca a mão na massa. Na cozinha da APAE, a colaboradora Maria Gonçalina de Almeida Silva transforma a bebida de soja em pães, biscoitos e vitaminas que encantam pelo sabor e pelo visual. Ela conta que os sabores de morango e uva deixam os preparos com uma cor rosada que desperta o apetite dos alunos. Maria, que também é mãe de uma das atendidas, testemunha os resultados na prática: a facilidade de ingestão para alunos com dificuldades motoras ou restrições alimentares tem gerado ganhos visíveis de peso e saúde, combatendo a desnutrição de forma saborosa e nutritiva. Além do suporte alimentar, a instituição segue inovando no campo pedagógico. Segundo a coordenadora Leonildes Maria Catalan, a APAE hoje trabalha com projetos focados em esporte, lazer, arte e danças pantaneiras, fundamentais para o desenvolvimento integral. Nesse contexto, a parceria com o Agrosolidário se mostra essencial, especialmente para aqueles que dependem de dietas líquidas ou pastosas. Ao unir o compromisso do setor produtivo com a dedicação dos educadores de Cáceres, o programa reafirma que a soja produzida no estado é, acima de tudo, um instrumento de inclusão e qualidade de vida para o povo mato-grossense. Fonte: Aprosoja MT

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Fotografia em plano aberto mostra um grupo de cerca de 100 alunos e educadores reunidos no centro de uma quadra poliesportiva coberta. Os estudantes vestem coletes amarelos fluorescentes e estão sentados no piso de cor laranja, posicionados para a foto oficial. Ao fundo, a estrutura metálica do telhado e as arquibancadas azuis da escola CMEB completam o cenário. Todos olham para a câmera em um momento de integração.

Semeando conhecimento: Sorriso recebe edição do programa Futuro em Campo nas escolas

O agronegócio e a sala de aula se encontraram em Sorriso, para uma tarde dedicada ao aprendizado e à integração. A Aprosoja Mato Grosso levou o programa Futuro em Campo ao Centro Municipal de Educação Básica (CMEB), reunindo cerca de 100 alunos dos 6º anos vespertinos. Através de uma proposta dinâmica e acessível, a iniciativa buscou aproximar os jovens do universo produtivo, abordando temas centrais como sustentabilidade, preservação ambiental e a relevância do setor para a sociedade. Para a delegada de Sorriso, Aline Beledelli, a realização da ação diretamente no ambiente escolar é uma forma estratégica de fortalecer o vínculo entre o campo e a cidade. Ela pontua que a presença da equipe da Aprosoja MT reforça o trabalho já desenvolvido no município, permitindo que a realidade do agronegócio chegue ao dia a dia das crianças. Segundo a delegada, essa integração agrega novos conhecimentos ao que os estudantes já recebem das professoras em sala de aula, criando uma experiência completa de aprendizado. A importância da iniciativa também foi celebrada pela diretora da escola, Marizane Brunetto. Diante de um município com economia essencialmente agrícola, baseada em culturas como soja e milho, ela destaca a necessidade de os alunos compreenderem que o setor é um grande gerador de empregos para suas próprias famílias. Marizane ressalta que o trabalho é fundamental para esclarecer a origem dos alimentos e mostrar que o que chega à mesa da população é produzido ali mesmo, dentro do município, reforçando o papel essencial da agricultura para todos. Entre os estudantes, o clima foi de descoberta. Nicole Ybanez de Miranda, do 6º ano H, relatou ter aprendido que itens cotidianos, como cremes de cabelo, chocolates e salgadinhos, contêm soja e milho em sua composição, destacando o valor de ir além das gincanas tradicionais. No mesmo sentido, a aluna Sofia Tomasi celebrou o novo conhecimento como algo que poderá levar para o seu futuro. Ao final, o programa Futuro em Campo reafirma o objetivo de despertar o interesse das novas gerações, consolidando o compromisso da entidade com a educação e com o desenvolvimento do setor em Mato Grosso. Fonte: Aprosoja MT

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FEBRASEM 2026 Feira Brasileira de Sementes contará com palestrantes renomados e temas atuais do agronegócio nacional e mundial

Com o tema “A Semente é o Elo”, o encontro conectará pesquisa, melhoramento genético, produção de sementes, tecnologia e mercado A Feira Brasileira de Sementes (FEBRASEM), que ocorre em Rondonópolis (MT), nos dias 17 e 18 de junho, se consolidou como um dos principais eventos do setor de sementes do Brasil. O evento idealizado e promovido pela Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso (APROSMAT), em sua quinta edição tem como tema “A Semente é o Elo”, já tem sua lista confirmada de palestrantes de renome no Agro e muito conhecimento a ser compartilhado com os participantes. Segundo o presidente da APROSMAT, Nelson Croda, a proposta desta edição é integrar todos os pilares da cadeia produtiva. O foco está no entendimento de que a semente não é apenas o início do plantio, mas o elo que conecta o melhoramento genético, a tecnologia de ponta e a eficiência comercial. Em um cenário global cada vez mais exigente. “Ao longo dos dois dias, a programação reúne oito momentos estratégicos, entre palestras e painéis técnicos, abordando temas fundamentais para o fortalecimento do setor de sementes. Já estão confirmadas importantes lideranças da indústria de biotecnologia e germoplasma, além de doutores, especialistas em mercado e profissionais altamente qualificados”, destacou. Um dos palestrantes convidados para a FEBRASEM será Marcos Jank, formado em Engenharia Agronômica pela ESALQ-USP, atualmente é professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do Centro Insper Agro Global. Na área de comunicação, atua como comentarista de agronegócio na CNN Brasil e colabora com diversos veículos nacionais e internacionais. O evento foi desenhado para promover não apenas o conhecimento teórico, mas também a geração de negócios e o fortalecimento de parcerias. A estrutura contará com palestras estratégicas ofertando conteúdos voltados especificamente para os setores de sementes e grãos, exposição tecnológica e máquinas e networking qualificado, com ambientes planejados para conexões empresariais e um happy hour de integração ao final das atividades. As inscrições para a FEBRASEM 2026, já estão no 2º lote, e para não ficar de fora de uma das maiores feiras do segmento sementeiro nacional, acesse o link abaixo: https://www.sympla.com.br/evento/febrasem-2026/3320456?algoliaID=447c62ad747ae13407bb86812130ab58 Confira quem são os demais palestrantes da 5ª Edição da FEBRASEM: Mauricio Schineider – CEO da StarSe Agro e cofundador da Solubio, uma das gigantes biotechs do agronegócio brasileiro.Maria de Fátima Zorato – Bióloga, com mestrado em Fitopatologia e doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes.Geri Meneghello – Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes (UFPeL).França Neto – Ph.D. em Fisiologia e Patologia de Sementes junto à Universidade da Flórida.Eduardo Lourenço – Doutor e Mestre Direito Constitucional com especialização em Direito Empresarial e Contratos e possui L.L.M. (Master of Laws) em Direito Tributário.Anderson Galvão – Engenheiro Agrônomo e Fundador e Diretor Céleres.Fernando Wagner – Gerente executivo de Negócios Institucionais na GDM Seeds.Janaína Martuscello – Zootecnista e professora titular da Universidade Federal de São João Del Rei (MG).Jonas Pinto – Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes pela UFPel e atua há mais de 20 anos no setor sementes.Marcelo Batistela – Vice-presidente da Divisão de Soluções para Agricultura da Basf do Brasil. Fonte; Assessoria

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Uma fotografia em close, com profundidade de campo rasa, foca em uma caixa branca de formato trapezoidal sobre um grande saco de ráfia texturizado e cheio de sementes (aparentemente soja). A caixa tem impressos o logotipo verde e amarelo da Aprosoja Mato Grosso, a inscrição verde "SEMENTE FORTE" e, abaixo, a inscrição verde "CLASSIFICADOR". Ao lado da caixa, em pé e ligeiramente atrás, está uma ferramenta de amostragem metálica (concha ou calador) com um cabo de plástico azul brilhante. À direita e em primeiro plano, encontra-se um scanner de mão digital cinza com um pequeno visor preto. O fundo está desfocado e mostra mais sacos de ráfia. A iluminação é de estúdio, suave e uniforme.

O Vigor da Safra Começa na Escolha da Semente: Conheça o Programa Semente Forte

A garantia de uma colheita produtiva e de alta performance nas lavouras de Mato Grosso não depende apenas do clima ou do manejo, mas começa muito antes, na escolha e na qualidade das sementes que chegam às propriedades. Para assegurar que o agricultor receba exatamente o que adquiriu no comércio, o programa Semente Forte, iniciativa da Aprosoja Mato Grosso, atua de forma rigorosa na coleta e análise de materiais, verificando se os lotes atendem aos padrões de excelência exigidos pela legislação brasileira. Mais do que uma simples conferência técnica baseada na Lei 10.711/2003, o projeto foca na realidade do campo, acompanhando de perto as condições reais em que esses materiais são entregues nas fazendas e transformando incertezas em dados concretos. Para os associados que já utilizam o serviço, como o produtor Jean Marcell Benetti, de Paranatinga, o grande diferencial do programa é a confiança. Ao contar com o suporte de técnicos regionais que realizam a amostragem de forma adequada e encaminham o material para laboratórios de credibilidade, o produtor deixa de trabalhar com suposições e passa a ter um banco de dados robusto para validar quais materiais performam melhor em sua região. Essa segurança técnica reflete diretamente no dia a dia da operação, permitindo que o plantio seja realizado com a certeza de um estande uniforme e de alto vigor, o que aumenta drasticamente as chances de um retorno financeiro superior ao fim da safra. O impacto do Semente Forte também se mostra fundamental em momentos de crise. Em Tangará da Serra, o produtor Josemar Rodrigues relata que o respaldo das análises foi o divisor de águas para resolver problemas de germinação, servindo como comprovação técnica indispensável para garantir a reposição de lotes de baixa qualidade junto às sementeiras. Além de solucionar problemas imediatos, o programa funciona como uma ferramenta estratégica de gestão. Com o histórico de análises em mãos, o agricultor ganha autonomia para selecionar fornecedores mais confiáveis e descartar materiais que não atingiram o desempenho esperado em anos anteriores. Como reforça Gilson Antunes de Melo, vice-presidente oeste da Aprosoja MT, a segurança é o principal benefício entregue pelo programa. Quando o mercado sabe que o produtor está monitorando a qualidade, cria-se um balizamento natural que eleva o nível de todo o setor sementeiro. Ao investir no Semente Forte, a Aprosoja Mato Grosso reafirma seu compromisso de devolver ao associado serviços de alta qualidade, garantindo que o primeiro e mais importante passo da safra, que é o nascimento da lavoura, seja dado com a máxima proteção e eficiência técnica disponível. Fonte: Aprosoja -MT

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Fotografia aérea de uma vasta área agrícola sob um céu nublado. À direita, um trator verde acoplado a uma plantadeira amarela e preta opera em um terreno que apresenta faixas de terra escura e úmida intercaladas com restos de palhada seca. Ao fundo, a linha do horizonte revela a imensidão da propriedade rural.

Desafio climático: Chuvas constantes comprometem o potencial da safra de milho em Mato Grosso

O setor agrícola de Mato Grosso enfrenta um desafio climático significativo que tem colocado os produtores rurais em estado de alerta. O excesso de precipitações tem atrasado o ritmo da semeadura da safra de milho 2025/26, empurrando as atividades para fora da janela ideal de plantio e gerando preocupações sobre a produtividade final. Esse atraso é um efeito cascata que começou ainda em novembro de 2025, com a semeadura da soja impactada pela falta de chuva, e que se agravou durante a colheita pelo excesso hídrico. Dados do projeto Aproclima, da Aprosoja MT, revelam um cenário severo: entre 25 de dezembro de 2025 e 25 de fevereiro de 2026, municípios como Diamantino, Nova Mutum, Vera, Sinop, Cláudia, Matupá e Querência registraram acumulados de até 900 milímetros, enquanto em outras áreas o volume variou de 150 a 500 milímetros. Esse excesso de chuva impede o tráfego de maquinários, sob risco de compactação e degradação do solo, deixando o agricultor à espera de melhores condições. O diretor financeiro da Aprosoja MT, Nathan Belusso, explica que o milho é uma cultura tecnicamente mais sensível que a soja, exigindo atenção redobrada: qualquer perda de estande devido às enxurradas gera um impacto direto e negativo na produtividade final. A vice-presidente sul da entidade, Laura Battisti Nardes, reforça que o prejuízo vai além da quantidade, pois o excesso de umidade durante a germinação e o crescimento compromete a viabilidade econômica e a qualidade dos grãos. Para produtores como Fábio Luis Bratz, de Nova Ubiratã, o sentimento é de cautela. Com o plantio ocorrendo fora da janela ideal, a preocupação central reside no comportamento do clima nos próximos meses, especificamente no período de floração. O produtor teme que, após o excesso atual, as chuvas cessem prematuramente, impedindo que o milho atinja seu potencial produtivo. Apesar do cenário incerto, o agricultor ressalta que o trabalho segue, com a esperança de que as condições meteorológicas se normalizem para cobrir os custos da safra. Diante dessas adversidades que impactam toda a cadeia produtiva, a Aprosoja MT segue monitorando as condições em todo o estado e apoiando os produtores para minimizar os prejuízos e garantir a continuidade das atividades no campo. Fonte: Aprosoja MT

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Imagem dividida verticalmente em dois cenários contrastantes. À esquerda, um produtor rural de chapéu e camisa xadrez está em uma lavoura de soja, olhando para baixo com expressão de preocupação e tristeza, ao lado de um tambor de combustível vazio e colheitadeiras ao fundo sob um céu de fim de tarde. À direita, sob um céu escuro e carregado de tempestade, um caminhoneiro está sentado no acostamento de uma rodovia, também com expressão desolada, próximo a uma longa fila de caminhões parados, simbolizando o desabastecimento.

Aprosoja Brasil alerta para risco de colapso no diesel em pleno pico da safra

A Aprosoja Brasil manifesta profunda preocupação com a ameaça real de interrupção no fornecimento de óleo diesel às propriedades rurais, justamente no momento em que o campo vive a intensidade da colheita da soja e o plantio do milho segunda safra. Esta instabilidade, considerada intempestiva pela entidade, atinge o coração da operação agrícola e coloca em risco não apenas a produtividade das fazendas, mas a própria segurança alimentar e a estabilidade econômica do país. O alerta se estende também ao risco de oportunismo no mercado: a escassez do insumo abre margem para que fornecedores elevem preços de forma abusiva, gerando um efeito cascata que encarece o transporte, pressiona os custos de produção e, inevitavelmente, se converte em inflação de alimentos nas gôndolas dos supermercados. A crise atual expõe a fragilidade estrutural do abastecimento brasileiro que, apesar de ser um grande exportador de petróleo bruto, ainda vive uma dependência crônica da importação de refinados como diesel e gasolina. Com cerca de 30% do diesel consumido no Brasil vindo do exterior, o setor produtivo fica vulnerável às oscilações e conflitos internacionais, como os registrados no Oriente Médio. Diante deste cenário, a Aprosoja Brasil defende que a solução para a soberania energética está “dentro de casa”, por meio do avanço urgente no aumento da mistura de biodiesel e na ampliação do uso do etanol na matriz energética, inclusive para o transporte de cargas e operação de máquinas pesadas. Mais do que uma questão logística, trata-se de priorizar um setor estratégico que sustenta o PIB nacional. A entidade solicita uma ação imediata e coordenada das autoridades para restabelecer o fluxo de abastecimento, coibir práticas especulativas e fortalecer a segurança energética do agronegócio. O produtor rural não pode ser alvo de incertezas quando o que está em jogo é a garantia do alimento na mesa do brasileiro e a competitividade do Brasil no mercado global. Fonte: Aprosoja Brasil

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