Fotografia colorida em plano médio capturada em uma quadra coberta. Três homens estão em pé, lado a lado, sorrindo para a câmera. À esquerda, um jovem de camiseta polo branca e azul marinho com as mãos nos bolsos. Ao centro, um homem com a mesma camiseta polo segura um pacote amarelo da bebida de soja Agrosolidário. À direita, o Padre Vanderson, vestindo uma camisa clerical azul marinho com colarinho branco, segura um pacote de bebida de soja sabor uva. Ao fundo, vê-se a estrutura de alvenaria do Oratório Filhos de Dom Bosco e árvores sob a luz do dia.

Solidariedade que Nutre: Parceria entre Aprosoja MT e Oratório Dom Bosco Celebra Formação e Saúde

Há quase três décadas, quem passa pelo Oratório Filhos de Dom Bosco, em Rondonópolis, percebe que ali o tempo corre diferente. O Projeto Crescer não é apenas uma escola ou um centro de lazer; é o alicerce de cerca de 500 crianças e adolescentes que buscam, no contraturno escolar, muito mais do que oficinas de teatro, informática ou uma partida de vôlei. Ali, o foco é o crescimento humano integral, oferecendo um porto seguro e as ferramentas necessárias para que cada jovem se torne um cidadão consciente. Dentro dessa rotina intensa de aprendizado e esporte, a nutrição é o combustível que faz tudo funcionar. Para muitos desses meninos e meninas, as refeições feitas no Oratório são a base da alimentação diária, e é nesse ponto que a parceria com o programa Agrosolidário, da Aprosoja MT, mostra sua força prática. A bebida de soja, que já faz parte do cardápio há anos, reforça a qualidade do que é servido, sendo recebida com entusiasmo até pelos pequenos do maternal. O diretor do Oratório, padre Vanderson de Souza Gomes, ressalta que essa ajuda é um suporte que a comunidade sente na pele e na saúde. No refeitório, a bebida de soja ganha vida como suco ou acompanhamento, e os sabores de morango, uva e laranja são os campeões de audiência entre a garotada. Gabriel Ferreira, do setor administrativo, reforça que o produto é um nutriente natural que faz uma diferença enorme no dia a dia da instituição. Mas o impacto dessa solidariedade que vem do campo muitas vezes resolve dramas silenciosos. O motorista João Carlos de Almeida guarda na memória a história de uma aluna que sofria com intolerância à lactose. Sem condições financeiras para comprar leites especiais, a família encontrou no Oratório a solução: a bebida de soja doada pelos produtores rurais supriu a necessidade da menina, que hoje cresceu forte e saudável. Além de nutrir corpos, a parceria gera um alívio financeiro vital, permitindo que a entidade invista seus recursos em outras áreas enquanto recebe o suporte alimentar de forma gratuita. Ao final do dia, o que se vê em Rondonópolis é o resultado de uma união que transborda as lavouras: a gratidão de uma comunidade que sabe que pode contar com a mão estendida de quem produz no campo para semear dignidade na cidade. Assessoria: Aprosoja MT

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Fotografia colorida em plano médio mostra duas mulheres negras, colaboradoras da APAE, sorrindo calorosamente para a câmera. Elas estão lado a lado, em pé, dentro de uma cozinha industrial limpa e bem iluminada por janelas ao fundo. Ambas seguram embalagens do programa "Agrosolidário". A mulher à esquerda veste uma camiseta branca com o logo da APAE de Cáceres; ela segura um pacote amarelo de bebida de soja sabor maracujá. A mulher à direita veste uma camiseta branca com estampas e mangas coloridas; ela segura um pacote roxo de bebida de soja sabor uva. À direita, vê-se uma grande panela de alumínio no fogão.

Nutrição e Afeto: A Força da Soja na Transformação de Vidas na APAE de Cáceres

O impacto de uma parceria sólida vai muito além dos números; ele é sentido no prato, no desenvolvimento e no sorriso de quem recebe o cuidado. Há seis anos, a APAE de Cáceres conta com o apoio fundamental da Aprosoja Mato Grosso, por meio do programa Agrosolidário. O que começou como uma doação de produtos à base de soja tornou-se um pilar nutricional para cerca de 140 crianças, jovens e adultos, oferecendo um suporte que atravessa os portões da instituição e chega ao seio das famílias assistidas. Para a presidente da APAE, Erika Pinto de Arruda, o trabalho é uma missão de acolhimento integral. Com 146 alunos matriculados, a instituição não se limita ao ensino, oferecendo desde transporte gratuito até suporte jurídico e médico. A bebida de soja enviada pela Aprosoja MT foi incorporada de forma estratégica ao cardápio diário, sendo servida em vitaminas e bolos logo no café da manhã e no lanche, garantindo que o aluno esteja bem alimentado antes do almoço e do retorno para casa. Erika ressalta que esse benefício se estende às famílias, muitas vezes numerosas e em situação de vulnerabilidade, fortalecendo o vínculo comunitário e garantindo segurança alimentar onde ela é mais necessária. A versatilidade do alimento é celebrada por quem coloca a mão na massa. Na cozinha da APAE, a colaboradora Maria Gonçalina de Almeida Silva transforma a bebida de soja em pães, biscoitos e vitaminas que encantam pelo sabor e pelo visual. Ela conta que os sabores de morango e uva deixam os preparos com uma cor rosada que desperta o apetite dos alunos. Maria, que também é mãe de uma das atendidas, testemunha os resultados na prática: a facilidade de ingestão para alunos com dificuldades motoras ou restrições alimentares tem gerado ganhos visíveis de peso e saúde, combatendo a desnutrição de forma saborosa e nutritiva. Além do suporte alimentar, a instituição segue inovando no campo pedagógico. Segundo a coordenadora Leonildes Maria Catalan, a APAE hoje trabalha com projetos focados em esporte, lazer, arte e danças pantaneiras, fundamentais para o desenvolvimento integral. Nesse contexto, a parceria com o Agrosolidário se mostra essencial, especialmente para aqueles que dependem de dietas líquidas ou pastosas. Ao unir o compromisso do setor produtivo com a dedicação dos educadores de Cáceres, o programa reafirma que a soja produzida no estado é, acima de tudo, um instrumento de inclusão e qualidade de vida para o povo mato-grossense. Fonte: Aprosoja MT

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Fotografia em plano aberto mostra um grupo de cerca de 100 alunos e educadores reunidos no centro de uma quadra poliesportiva coberta. Os estudantes vestem coletes amarelos fluorescentes e estão sentados no piso de cor laranja, posicionados para a foto oficial. Ao fundo, a estrutura metálica do telhado e as arquibancadas azuis da escola CMEB completam o cenário. Todos olham para a câmera em um momento de integração.

Semeando conhecimento: Sorriso recebe edição do programa Futuro em Campo nas escolas

O agronegócio e a sala de aula se encontraram em Sorriso, para uma tarde dedicada ao aprendizado e à integração. A Aprosoja Mato Grosso levou o programa Futuro em Campo ao Centro Municipal de Educação Básica (CMEB), reunindo cerca de 100 alunos dos 6º anos vespertinos. Através de uma proposta dinâmica e acessível, a iniciativa buscou aproximar os jovens do universo produtivo, abordando temas centrais como sustentabilidade, preservação ambiental e a relevância do setor para a sociedade. Para a delegada de Sorriso, Aline Beledelli, a realização da ação diretamente no ambiente escolar é uma forma estratégica de fortalecer o vínculo entre o campo e a cidade. Ela pontua que a presença da equipe da Aprosoja MT reforça o trabalho já desenvolvido no município, permitindo que a realidade do agronegócio chegue ao dia a dia das crianças. Segundo a delegada, essa integração agrega novos conhecimentos ao que os estudantes já recebem das professoras em sala de aula, criando uma experiência completa de aprendizado. A importância da iniciativa também foi celebrada pela diretora da escola, Marizane Brunetto. Diante de um município com economia essencialmente agrícola, baseada em culturas como soja e milho, ela destaca a necessidade de os alunos compreenderem que o setor é um grande gerador de empregos para suas próprias famílias. Marizane ressalta que o trabalho é fundamental para esclarecer a origem dos alimentos e mostrar que o que chega à mesa da população é produzido ali mesmo, dentro do município, reforçando o papel essencial da agricultura para todos. Entre os estudantes, o clima foi de descoberta. Nicole Ybanez de Miranda, do 6º ano H, relatou ter aprendido que itens cotidianos, como cremes de cabelo, chocolates e salgadinhos, contêm soja e milho em sua composição, destacando o valor de ir além das gincanas tradicionais. No mesmo sentido, a aluna Sofia Tomasi celebrou o novo conhecimento como algo que poderá levar para o seu futuro. Ao final, o programa Futuro em Campo reafirma o objetivo de despertar o interesse das novas gerações, consolidando o compromisso da entidade com a educação e com o desenvolvimento do setor em Mato Grosso. Fonte: Aprosoja MT

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FEBRASEM 2026 Feira Brasileira de Sementes contará com palestrantes renomados e temas atuais do agronegócio nacional e mundial

Com o tema “A Semente é o Elo”, o encontro conectará pesquisa, melhoramento genético, produção de sementes, tecnologia e mercado A Feira Brasileira de Sementes (FEBRASEM), que ocorre em Rondonópolis (MT), nos dias 17 e 18 de junho, se consolidou como um dos principais eventos do setor de sementes do Brasil. O evento idealizado e promovido pela Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso (APROSMAT), em sua quinta edição tem como tema “A Semente é o Elo”, já tem sua lista confirmada de palestrantes de renome no Agro e muito conhecimento a ser compartilhado com os participantes. Segundo o presidente da APROSMAT, Nelson Croda, a proposta desta edição é integrar todos os pilares da cadeia produtiva. O foco está no entendimento de que a semente não é apenas o início do plantio, mas o elo que conecta o melhoramento genético, a tecnologia de ponta e a eficiência comercial. Em um cenário global cada vez mais exigente. “Ao longo dos dois dias, a programação reúne oito momentos estratégicos, entre palestras e painéis técnicos, abordando temas fundamentais para o fortalecimento do setor de sementes. Já estão confirmadas importantes lideranças da indústria de biotecnologia e germoplasma, além de doutores, especialistas em mercado e profissionais altamente qualificados”, destacou. Um dos palestrantes convidados para a FEBRASEM será Marcos Jank, formado em Engenharia Agronômica pela ESALQ-USP, atualmente é professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do Centro Insper Agro Global. Na área de comunicação, atua como comentarista de agronegócio na CNN Brasil e colabora com diversos veículos nacionais e internacionais. O evento foi desenhado para promover não apenas o conhecimento teórico, mas também a geração de negócios e o fortalecimento de parcerias. A estrutura contará com palestras estratégicas ofertando conteúdos voltados especificamente para os setores de sementes e grãos, exposição tecnológica e máquinas e networking qualificado, com ambientes planejados para conexões empresariais e um happy hour de integração ao final das atividades. As inscrições para a FEBRASEM 2026, já estão no 2º lote, e para não ficar de fora de uma das maiores feiras do segmento sementeiro nacional, acesse o link abaixo: https://www.sympla.com.br/evento/febrasem-2026/3320456?algoliaID=447c62ad747ae13407bb86812130ab58 Confira quem são os demais palestrantes da 5ª Edição da FEBRASEM: Mauricio Schineider – CEO da StarSe Agro e cofundador da Solubio, uma das gigantes biotechs do agronegócio brasileiro.Maria de Fátima Zorato – Bióloga, com mestrado em Fitopatologia e doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes.Geri Meneghello – Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes (UFPeL).França Neto – Ph.D. em Fisiologia e Patologia de Sementes junto à Universidade da Flórida.Eduardo Lourenço – Doutor e Mestre Direito Constitucional com especialização em Direito Empresarial e Contratos e possui L.L.M. (Master of Laws) em Direito Tributário.Anderson Galvão – Engenheiro Agrônomo e Fundador e Diretor Céleres.Fernando Wagner – Gerente executivo de Negócios Institucionais na GDM Seeds.Janaína Martuscello – Zootecnista e professora titular da Universidade Federal de São João Del Rei (MG).Jonas Pinto – Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes pela UFPel e atua há mais de 20 anos no setor sementes.Marcelo Batistela – Vice-presidente da Divisão de Soluções para Agricultura da Basf do Brasil. Fonte; Assessoria

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Uma fotografia em close, com profundidade de campo rasa, foca em uma caixa branca de formato trapezoidal sobre um grande saco de ráfia texturizado e cheio de sementes (aparentemente soja). A caixa tem impressos o logotipo verde e amarelo da Aprosoja Mato Grosso, a inscrição verde "SEMENTE FORTE" e, abaixo, a inscrição verde "CLASSIFICADOR". Ao lado da caixa, em pé e ligeiramente atrás, está uma ferramenta de amostragem metálica (concha ou calador) com um cabo de plástico azul brilhante. À direita e em primeiro plano, encontra-se um scanner de mão digital cinza com um pequeno visor preto. O fundo está desfocado e mostra mais sacos de ráfia. A iluminação é de estúdio, suave e uniforme.

O Vigor da Safra Começa na Escolha da Semente: Conheça o Programa Semente Forte

A garantia de uma colheita produtiva e de alta performance nas lavouras de Mato Grosso não depende apenas do clima ou do manejo, mas começa muito antes, na escolha e na qualidade das sementes que chegam às propriedades. Para assegurar que o agricultor receba exatamente o que adquiriu no comércio, o programa Semente Forte, iniciativa da Aprosoja Mato Grosso, atua de forma rigorosa na coleta e análise de materiais, verificando se os lotes atendem aos padrões de excelência exigidos pela legislação brasileira. Mais do que uma simples conferência técnica baseada na Lei 10.711/2003, o projeto foca na realidade do campo, acompanhando de perto as condições reais em que esses materiais são entregues nas fazendas e transformando incertezas em dados concretos. Para os associados que já utilizam o serviço, como o produtor Jean Marcell Benetti, de Paranatinga, o grande diferencial do programa é a confiança. Ao contar com o suporte de técnicos regionais que realizam a amostragem de forma adequada e encaminham o material para laboratórios de credibilidade, o produtor deixa de trabalhar com suposições e passa a ter um banco de dados robusto para validar quais materiais performam melhor em sua região. Essa segurança técnica reflete diretamente no dia a dia da operação, permitindo que o plantio seja realizado com a certeza de um estande uniforme e de alto vigor, o que aumenta drasticamente as chances de um retorno financeiro superior ao fim da safra. O impacto do Semente Forte também se mostra fundamental em momentos de crise. Em Tangará da Serra, o produtor Josemar Rodrigues relata que o respaldo das análises foi o divisor de águas para resolver problemas de germinação, servindo como comprovação técnica indispensável para garantir a reposição de lotes de baixa qualidade junto às sementeiras. Além de solucionar problemas imediatos, o programa funciona como uma ferramenta estratégica de gestão. Com o histórico de análises em mãos, o agricultor ganha autonomia para selecionar fornecedores mais confiáveis e descartar materiais que não atingiram o desempenho esperado em anos anteriores. Como reforça Gilson Antunes de Melo, vice-presidente oeste da Aprosoja MT, a segurança é o principal benefício entregue pelo programa. Quando o mercado sabe que o produtor está monitorando a qualidade, cria-se um balizamento natural que eleva o nível de todo o setor sementeiro. Ao investir no Semente Forte, a Aprosoja Mato Grosso reafirma seu compromisso de devolver ao associado serviços de alta qualidade, garantindo que o primeiro e mais importante passo da safra, que é o nascimento da lavoura, seja dado com a máxima proteção e eficiência técnica disponível. Fonte: Aprosoja -MT

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Fotografia aérea de uma vasta área agrícola sob um céu nublado. À direita, um trator verde acoplado a uma plantadeira amarela e preta opera em um terreno que apresenta faixas de terra escura e úmida intercaladas com restos de palhada seca. Ao fundo, a linha do horizonte revela a imensidão da propriedade rural.

Desafio climático: Chuvas constantes comprometem o potencial da safra de milho em Mato Grosso

O setor agrícola de Mato Grosso enfrenta um desafio climático significativo que tem colocado os produtores rurais em estado de alerta. O excesso de precipitações tem atrasado o ritmo da semeadura da safra de milho 2025/26, empurrando as atividades para fora da janela ideal de plantio e gerando preocupações sobre a produtividade final. Esse atraso é um efeito cascata que começou ainda em novembro de 2025, com a semeadura da soja impactada pela falta de chuva, e que se agravou durante a colheita pelo excesso hídrico. Dados do projeto Aproclima, da Aprosoja MT, revelam um cenário severo: entre 25 de dezembro de 2025 e 25 de fevereiro de 2026, municípios como Diamantino, Nova Mutum, Vera, Sinop, Cláudia, Matupá e Querência registraram acumulados de até 900 milímetros, enquanto em outras áreas o volume variou de 150 a 500 milímetros. Esse excesso de chuva impede o tráfego de maquinários, sob risco de compactação e degradação do solo, deixando o agricultor à espera de melhores condições. O diretor financeiro da Aprosoja MT, Nathan Belusso, explica que o milho é uma cultura tecnicamente mais sensível que a soja, exigindo atenção redobrada: qualquer perda de estande devido às enxurradas gera um impacto direto e negativo na produtividade final. A vice-presidente sul da entidade, Laura Battisti Nardes, reforça que o prejuízo vai além da quantidade, pois o excesso de umidade durante a germinação e o crescimento compromete a viabilidade econômica e a qualidade dos grãos. Para produtores como Fábio Luis Bratz, de Nova Ubiratã, o sentimento é de cautela. Com o plantio ocorrendo fora da janela ideal, a preocupação central reside no comportamento do clima nos próximos meses, especificamente no período de floração. O produtor teme que, após o excesso atual, as chuvas cessem prematuramente, impedindo que o milho atinja seu potencial produtivo. Apesar do cenário incerto, o agricultor ressalta que o trabalho segue, com a esperança de que as condições meteorológicas se normalizem para cobrir os custos da safra. Diante dessas adversidades que impactam toda a cadeia produtiva, a Aprosoja MT segue monitorando as condições em todo o estado e apoiando os produtores para minimizar os prejuízos e garantir a continuidade das atividades no campo. Fonte: Aprosoja MT

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Imagem dividida verticalmente em dois cenários contrastantes. À esquerda, um produtor rural de chapéu e camisa xadrez está em uma lavoura de soja, olhando para baixo com expressão de preocupação e tristeza, ao lado de um tambor de combustível vazio e colheitadeiras ao fundo sob um céu de fim de tarde. À direita, sob um céu escuro e carregado de tempestade, um caminhoneiro está sentado no acostamento de uma rodovia, também com expressão desolada, próximo a uma longa fila de caminhões parados, simbolizando o desabastecimento.

Aprosoja Brasil alerta para risco de colapso no diesel em pleno pico da safra

A Aprosoja Brasil manifesta profunda preocupação com a ameaça real de interrupção no fornecimento de óleo diesel às propriedades rurais, justamente no momento em que o campo vive a intensidade da colheita da soja e o plantio do milho segunda safra. Esta instabilidade, considerada intempestiva pela entidade, atinge o coração da operação agrícola e coloca em risco não apenas a produtividade das fazendas, mas a própria segurança alimentar e a estabilidade econômica do país. O alerta se estende também ao risco de oportunismo no mercado: a escassez do insumo abre margem para que fornecedores elevem preços de forma abusiva, gerando um efeito cascata que encarece o transporte, pressiona os custos de produção e, inevitavelmente, se converte em inflação de alimentos nas gôndolas dos supermercados. A crise atual expõe a fragilidade estrutural do abastecimento brasileiro que, apesar de ser um grande exportador de petróleo bruto, ainda vive uma dependência crônica da importação de refinados como diesel e gasolina. Com cerca de 30% do diesel consumido no Brasil vindo do exterior, o setor produtivo fica vulnerável às oscilações e conflitos internacionais, como os registrados no Oriente Médio. Diante deste cenário, a Aprosoja Brasil defende que a solução para a soberania energética está “dentro de casa”, por meio do avanço urgente no aumento da mistura de biodiesel e na ampliação do uso do etanol na matriz energética, inclusive para o transporte de cargas e operação de máquinas pesadas. Mais do que uma questão logística, trata-se de priorizar um setor estratégico que sustenta o PIB nacional. A entidade solicita uma ação imediata e coordenada das autoridades para restabelecer o fluxo de abastecimento, coibir práticas especulativas e fortalecer a segurança energética do agronegócio. O produtor rural não pode ser alvo de incertezas quando o que está em jogo é a garantia do alimento na mesa do brasileiro e a competitividade do Brasil no mercado global. Fonte: Aprosoja Brasil

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Foto em plano médio de três mulheres adultas e duas crianças sentadas em um sofá preto. Da esquerda para a direita: uma mulher mais velha de cabelos curtos e óculos; ao seu lado, um menino pequeno sentado no colo de uma mulher jovem de cabelos castanhos, que também segura um bebê. À direita, uma terceira mulher usa blazer branco, colar de pedras azuis e segura um livro ou pasta. Todas sorriem para a câmera em um ambiente iluminado por luz natural de uma grande janela ao fundo.

Produtora rural de Tapurah, Inez Catelan Lazarotto constrói uma história de superação no campo

A trajetória de Inez Catelan Lazarotto de 69 anos, é marcada por coragem, trabalho e resiliência. Agricultora do município de Tapurah, ela construiu no campo não apenas uma propriedade rural, mas um legado familiar que atravesse gerações. A produtora rural chegou a Mato Grosso ainda jovem, na década de 1970, acompanhando o esposo. O casal veio inicialmente para Sorriso, onde ele, junto de um tio, já havia iniciado a formação da propriedade familiar. Casada havia poucos anos, Inês viu a vida tomar rumos inesperados quando, em 1981, o marido sofreu um infarto. Com isso, ela precisou retornar ao Rio Grande do Sul com os filhos ainda pequenos. Anos mais tarde, quando o filho João Luiz completou 18 anos, a agricultora decidiu voltar a Mato Grosso para assumir parte da propriedade da família, fruto de uma sociedade familiar. O retorno definitivo aconteceu em 2002. Na época, a realidade era desafiadora: apenas 300 hectares abertos, nenhuma máquina, pouco recurso financeiro e uma infraestrutura praticamente inexistente. “Nós não tínhamos maquinário, não tínhamos dinheiro, nem nome, tínhamos apenas a terra. Era tudo estrada de chão, não tinha asfalto e nem energia. O mercado era precário, mas como nós não tínhamos muito dinheiro, nos contentávamos com o que tinha. Economizávamos, criamos porco, galinha, tudo isso para ter o que comer”, conta Inez. O trabalho era intenso. Faltava mão de obra, maquinário era escasso e as tarefas exigiam esforço coletivo. “Maquinário também não tínhamos, eram poucos. Até o primeiro trator, foi meu irmão que comprou e nos deu. Nossa, que alegria quando recebemos aquele trator”, relembra a produtora rural. Com o passar dos anos, a propriedade cresceu e a família também. De 300 hectares, a área foi sendo ampliada, sempre com muito sacrifício e dedicação. Em 2013, a chegada de mais apoio familiar fortaleceu ainda mais o trabalho, permitindo novos investimentos e expansão da atividade agrícola. Hoje, Inez de diz realizada. Mãe, avó de sete netos, ela celebra a união da família no campo. “Eu já tenho sete netos, a mais nova está com meses. É muito gratificante ver os filhos todos aqui comigo, juntos, apoiando, ajudando em tudo, na dificuldade. Na hora de chorar, choramos juntos, na hora de brigar, brigamos juntos, mas no final, tudo dá certo”, diz Inez com emoção sobre sua família. A produtora também destaca o papel da Aprosoja Mato Grosso na representatividade do produtor, para ela associação é fundamental na defesa dos produtores rurais e no fortalecimento da atividade agrícola em Mato Grosso. “A Aprosoja MT nos representa como produtor, nos ajuda, nos apoia, nos representa na bancada. Eles estão nos ajudando muito agora e acho que vão continuar nos ajudando também”, finaliza ela. No final, Inez Catelan Lazarotto se orgulha da sua trajetória e de tudo que passou para chegar onde está hoje. “Eu tenho orgulho de ser produtora rural. Passei por muita coisa, sofri, chorei, mas hoje eu quero só alegria com meus filhos. Sou grata a Deus por tudo o que construímos”, conclui ela. Fonte: Assessoria

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Foto aérea panorâmica de uma grande feira agropecuária ao entardecer. Em primeiro plano, vê-se a estrutura de estandes da Aprosoja MT, organizados para receber produtores. Ao fundo, o parque de exposições conta com diversas tendas, máquinas agrícolas e grande circulação de pessoas sob a luz dourada do pôr do sol.

Aprosoja MT intensifica presença em feiras para fortalecer diálogo com produtor rural

A presença da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) nas principais feiras agropecuárias do estado vai muito além da exposição de marcas; trata-se de uma reafirmação estratégica do compromisso com o produtor rural, consolidando esses eventos como espaços vitais para o diálogo, a inovação e o fortalecimento do setor. Em março, a agenda da associação contempla a Farm Show, em Primavera do Leste, entre os dias 8 e 13, e a Show Safra, em Lucas do Rio Verde, de 23 a 27, reafirmando o propósito de ouvir demandas e oferecer suporte técnico direto àqueles que movem o agronegócio mato-grossense. Para os núcleos regionais da associação, os estandes montados nos parques de exposição funcionam como um ponto de encontro e uma “casa” do produtor dentro das feiras. Segundo Cristian Willy Braun, delegado coordenador em Primavera do Leste, o ambiente aberto e acolhedor favorece o intercâmbio de informações e o contato direto com as lideranças, permitindo que o produtor acesse orientações sobre projetos como o CTECNOs, legislação ambiental e o Classificador Legal sem precisar se deslocar até a sede. Essa proximidade é fundamental para que a organização compreenda as particularidades de cada região, garantindo que suas ações e defesas políticas sejam pautadas na realidade vivida dentro das porteiras. Essa visão é compartilhada por Taisa Botton, delegada coordenadora em Lucas do Rio Verde, que destaca o papel de escuta ativa exercido durante esses encontros. Para ela, as feiras permitem que preocupações sobre logística, segurança jurídica e desafios operacionais sejam mapeadas de forma estruturada, tornando a atuação da associação muito mais eficiente. Além do suporte ao produtor, a vice-presidente Sul, Laura Battisti Nardes, reforça que a participação nestes eventos também serve como vitrine para a sociedade, promovendo a disseminação de conhecimento sobre o complexo industrial da soja e do milho e estreitando os laços entre o campo e o público urbano. Com presença já confirmada para abril na Parecis SuperAgro e na Norte Show, a associação segue cumprindo sua missão de representar com responsabilidade e estar sempre ao lado de quem produz. Fonte: Aprosoja MT

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Foto em plano médio de um homem e uma mulher sentados em uma bancada de estúdio de podcast. À esquerda, uma mulher de cabelos longos e castanhos veste uma camiseta branca e calça clara. À direita, um homem de barba, vestindo uma camisa social azul de mangas compridas, sorri para a câmera. Entre eles, há uma bancada de madeira com um detalhe em verde ondulado, onde estão dois microfones Shure com o logotipo "Apro360" e duas canecas brancas. Ao fundo, uma tela de TV exibe o logotipo verde e branco "Apro360", com decoração de grãos em frascos de vidro e iluminação neon.

Tributarista detalha principais mudanças da Reforma Tributária no Apro360

Com parte das alterações já em vigor neste ano, a recomendação é que o produtor esteja atento para evitar impactos financeiros e operacionais Dando continuidade à série de conteúdos sobre a Reforma Tributária, o Apro360, podcast da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), recebeu nesta quinta-feira (05.03), o tributarista Jonas da Costa. Durante o episódio, o especialista detalhou as principais mudanças nas formas de cálculo, a dinâmica de apuração dos impostos, o que está em vigor neste ano e orientou que os produtores se mantenham bem informados diante do novo cenário. Ao longo da conversa, Jonas destacou que a Reforma Tributária vai além da simples substituição de cinco tributos por dois. Segundo ele, a transformação mais significativa está na forma de cálculo e na apropriação dos créditos tributários. A mudança, além de burocrática, representa um novo contexto econômico e exige adaptação por parte do produtor rural, que precisará se adequar a uma nova lógica tributária. “Não só para o produtor, mas para toda a economia, nós temos a mudança desses cinco tributos por outros dois. Mas nós não estamos trocando somente a nomenclatura, mas sim formas de se calcular o tributo e formas de apropriar os créditos dessa tributação. O produtor rural teve, por muito tempo, uma tranquilidade, por ser pessoa física, em não ser contribuinte em PIS, Cofins e ICBS quase toda a cadeia é diferida. E agora a gente trocando esses cinco tributos por dois, o produtor pode ter que ser contribuinte. Mas é uma questão burocrática, economia e de mentalidade, também”, destacou. O tributarista também explicou quais mudanças já estão em vigor e antecipou os próximos passos do cronograma de transição. Segundo ele, em 2026 será um período de testes para calibrar as alíquotas da CBS e do IBS, preparando o setor para a implementação gradual do novo modelo, prevista para ser concluída em 2033. “Em 2026 nós estamos em período de teste, sendo 0.9 de ICBS e 0.1 de IBS, que é uma forma de calibrar qual vai ser a alíquota da ICBS no ano que vem, porque vai acabar o PIS, Cofins e a CBS. Então um produtor rural, que por ventura, teve um faturamento de três milhões e seiscentos em 2025, lá em 2027 ele já vai ser contribuinte da CBS. Portanto, é uma mudança estrutural muito grande. Em 2027 e 2028 nós teremos a CBS em pleno vigor. E em 2029 o ICMS e o ISS começa a dar vez ao IBS”, explicou Jonas da Costa. Durante o período de transição, Jonas reforçou que a principal responsabilidade do produtor rural será realizar a classificação correta dos grãos, já que os sistemas fiscais estão sendo parametrizados para o novo modelo. De acordo com ele, além de observar preços, será fundamental analisar para quem a venda está sendo realizada e qual a finalidade da operação, fatores que passam a impactar diretamente na tributação. “Os sistemas de emissão já estão sendo parametrizados para incluir o IBS e o ICBS, então a principal missão do produtor é fazer a classificação correta. E o que vai importar é para quem eu estou vendendo e qual a finalidade daquela venda. Uma venda para exportação já tem que deixar claro antes de sair da porteira, porque eu sei que essa operação será imune e não estará sujeita a IBS e ICBS em momento algum. Então eu tenho todos esses detalhes que precisam ser vistos antes da operação acontecer. Não basta escolher o menor preço na hora de comprar, porque pode ser que ele entregue o preço e não o crédito tributário. E quando for vender a minha produção, ele terá que pagar o IBS e ICBS e não terá crédito para compensar”, ressaltou. Para o especialista, o início das novas obrigações fiscais tende a ampliar o controle sobre as atividades produtivas. Ele alertou que o acompanhamento contábil será ainda mais essencial, já que a incidência tributária passa a impactar desde a compra até a emissão das notas fiscais, exigindo planejamento e atenção redobrada. “Daqui a pouco, com as obrigações do fisco vindo, nós vamos ter maior controle da lavoura porque a obrigação fiscal vai obrigar que isso aconteça. Mas, agora, a nossa recomendação é que o produtor esteja junto a seu contador, pois desde a compra do grão vai importar. Ele vai precisar do código certo que o fornecedor entregou, se não, não conseguirá usar o crédito depois e o momento da emissão da nota também vai importar. Muitas vezes, a forma de produzir também vai mudar”, finalizou Jonas. Desde o ano passado, o Apro360 tem recebido especialistas para detalhar e orientar o produtor rural mato-grossense sobre as mudanças previstas na Reforma Tributária. Com parte das alterações já em vigor neste ano, a recomendação é que o produtor esteja atento para evitar impactos financeiros e operacionais. Ao longo deste ano, novos convidados devem participar do podcast para aprofundar o debate e esclarecer dúvidas do setor. Fonte: Assessoria

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