Foram 39 dias de uma maratona intensa, onde o planeta respirou futebol ao longo de 104 jogos inesquecíveis. Uma jornada marcada por gritos de gol que ecoaram por três nações, sorrisos de superação e choros de desespero ou de pura glória. Em meio a jovens promessas que pisavam no gramado de um Mundial pela primeira vez e astros consagrados que se despediam de sua última Copa de excelência, o mundo parou neste domingo (19). Por algumas horas, o planeta esqueceu seus problemas para viver a apoteose da 23ª edição da Copa do Mundo, a maior de todos os tempos, disputada por 48 nações e sediada por Estados Unidos, Canadá e México. O palco do ato final foi o icônico estádio de Nova York/Nova Jersey, que testemunhou uma decisão eletrizante e inédita entre Espanha e Argentina, digna de entrar para a eternidade do futebol. Antes mesmo do apito inicial, a Fifa preparou uma cerimônia de encerramento monumental. A cantora Jennifer Hudson, dona do cobiçado status “EGOT” por ser vencedora dos prêmios Oscar, Grammy, Emmy e Tony, emocionou o público ao interpretar o hino nacional dos Estados Unidos. No gramado, a festa ganhou um ritmo pop e global com as performances de Post Malone, da italiana Laura Pausini, da americana Nicole Scherzinger e do britânico Robbie Williams, além da irreverência do influenciador IShowSpeed e de uma participação especial do ator Tom Cruise. Se os primeiros 45 minutos foram de tirar o fôlego, o intervalo trouxe uma novidade inédita na história dos Mundiais. Em uma parceria com a organização Global Citizen e sob a direção artística de Chris Martin, vocalista da banda Coldplay, o estádio ferveu com um show de 11 minutos que reuniu os maiores nomes da música mundial como Madonna, Shakira, Justin Bieber e o grupo sul-coreano BTS. Dentro das quatro linhas, o equilíbrio e a tensão ditaram o ritmo. Espanha e Argentina protagonizaram um duelo tático e físico que persistiu no empate durante o tempo regulamentar. O drama aumentou na prorrogação, especialmente quando a Argentina teve um jogador expulso. Com um a mais em campo durante todo o tempo extra, a seleção espanhola soube construir a vitória. O grito entalado na garganta saiu dos pés de Ferrán Torres, que marcou o gol do título, fechando o placar em 1 a 0. A Copa das 48 nações se despede deixando a certeza de que o futebol ainda é a maior engrenagem de emoção do planeta.
Rondonópolis recebe a 3ª Corrida Flamboyan Esportes
Os apaixonados pela corrida de rua em Rondonópolis já podem se preparar para o dia 30 de agosto, data que marca a realização da terceira Corrida Flamboyan Esportes. Sob o lema “Corra, Conecte e Celebre”, a iniciativa busca ir além da disputa esportiva tradicional, promovendo um verdadeiro festival de saúde, superação e integração que envolve atletas profissionais, amadores, entusiastas e também seus familiares. Além de incentivar a qualidade de vida, o evento assume um importante papel social ao arrecadar alimentos não perecíveis no momento da entrega dos kits dos participantes. De acordo com Fernando Lima, um dos organizadores, a prova foi projetada com um trajeto único de sete quilômetros. Essa distância estratégica foi planejada para atender tanto os corredores experientes que buscam melhorar seu tempo quanto os iniciantes dispostos a testar seus limites físicos no asfalto. A largada e a linha de chegada serão estabelecidas na tradicional Rua 13 de Maio, bem em frente à loja Flamboyan Esportes. Durante o percurso, os competidores vão passar por vias importantes da cidade, como as avenidas João Goulart, Fernando Corrêa da Costa, Otaviano Muniz, Lions Internacional e Otávio Pitaluga. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, por meio do site oficial do cronometrista em www.rogeriocustela.com.br. Quem garantir a vaga no primeiro lote receberá um incentivo especial: um voucher de 50 reais para utilizar em compras na própria loja organizadora. Todos os inscritos terão direito ao kit oficial, que conta com camiseta do evento, pochete esportiva e chip de cronometragem para o tênis, com a retirada ocorrendo diretamente no estabelecimento parceiro mediante a entrega da doação de alimentos. Para assegurar o equilíbrio técnico, os corredores serão distribuídos em 22 categorias diferentes. Todos os atletas que completarem a prova receberão uma medalha de participação, enquanto os vencedores de cada uma das categorias serão premiados com troféus. Para fechar a experiência com chave de ouro, a organização vai disponibilizar uma estrutura de bem-estar pós-prova com espaço de descanso, hidratação, mesas de frutas para reposição energética e a animação de um DJ para transformar o domingo esportivo em uma grande celebração comunitária. Fonte: Cairo Lustoza
No limite do coração: Brasil supera o Japão em jogo dramático e avança para as oitavas de final
O relógio parecia correr mais devagar, cada bola dividida ecoava como um teste para o coração de milhões de brasileiros e o grito entalado na garganta teimava em não sair. A partida contra o Japão não foi apenas mais um compromisso na tabela da Copa 2026; foi um verdadeiro teste de resistência emocional. Da angústia dos minutos iniciais ao sofrimento de um confronto decidido nos detalhes, o Brasil inteiro viveu as mesmas batidas em um ritmo de pura tensão, mantendo vivo o grande sonho de se tornar Hexa. Dentro de campo, o drama se desenhou em cada jogada. Os jogadores sentiram o peso da responsabilidade, mas a entrega foi total. O choro reprimido em chances perdidas logo deu lugar ao suor e à garra de quem sabe o tamanho da camisa que carrega. Quando a vitória finalmente se consolidou, o desabafo nos gramados refletiu exatamente o que acontecia nas ruas, praças e lares do país: uma explosão de alívio e alegria contagiante que alimenta a caminhada rumo ao hexacampeonato. É nesses momentos que o futebol resgata a sua maior essência. O país literalmente parou, vestiu as cores da seleção e esqueceu qualquer diferença para vibrar por um único propósito. A sintonia entre a torcida e a equipe brasileira provou que, quando a seleção joga, o gramado se estende por cada canto do território nacional, todos unidos pelo desejo de ver o Brasil no topo do mundo mais uma vez. Com a vaga garantida nas oitavas de final, a comemoração já se mistura com a expectativa para o próximo desafio. O clima de alívio abre espaço para a ansiedade boa e para as projeções do que vem pela frente. Jogadores e torcedores agora caminham juntos, com o coração testado e blindado, prontos para a próxima batalha eliminatória onde o único objetivo é seguir avançando para finalmente se tornar Hexa.
Fluminense cai para Chelsea por 2 x 0 no Mundial de Clubes e encerra sonho histórico
O Fluminense se despediu do Mundial de Clubes nesta terça-feira, 8 de julho, ao perder por 2 x 0 para o Chelsea no MetLife Stadium, nos Estados Unidos. O atacante João Pedro, criado em Xerém e contratado pelo clube inglês no início do mês, fez os dois gols um em cada tempo e classificou os Blues para a final do próximo domingo. Para o torcedor brasileiro, a derrota frustra a chance de ver o Tricolor repetir o feito do Corinthians em 2012, último campeão sul-americano do torneio. Como o jogo se decidiu 🔵 CHELSEA VENCE O FLUMINENSE E ESTÁ NA FINAL DA #FIFACWC! — Mundial de Clubes da FIFA 🏆 (@fifaworldcup_pt) July 8, 2025 João Pedro abriu o placar aos 18 minutos: recebeu passe de Enzo Fernández, invadiu a área pela esquerda e bateu cruzado, sem chances para Fábio. O Flu tentou responder com Arias e Cano, mas parou em Petrovic. No segundo tempo, o roteiro se repetiu. Aos 56 minutos, novo contragolpe; o brasileiro conduziu em velocidade, cortou para dentro e soltou um chute no ângulo, selando o 2 x 0. O Chelsea terminou com 58 % de posse e 16 finalizações. O Flu teve 11 tentativas, apenas três no alvo. A expulsão do volante André cartão amarelo duplo aos 78 reduziu qualquer reação. Em entrevista, Renato Gaúcho admitiu que o time pecou na transição defensiva; do outro lado, Mauricio Pochettino elogiou “a frieza de quem conhece a casa” ao se referir a João Pedro. Efeito João Pedro: façanha e incômodo Factual: segundo o Goal.com, o atacante é o primeiro brasileiro a marcar dois gols em estreia oficial pelo Chelsea desde Oscar, em 2012.Reflexivo: para o torcedor tricolor, fica a pergunta é mais dolorido cair para um velho conhecido? O atleta pediu desculpas com gesto de mãos unidas, cena que ilustra o dilema de ídolo revelado contra o ex-clube. Próximas etapas e impacto financeiro O Chelsea avança para encarar Real Madrid ou Paris Saint-Germain caso levante a taça, embolsará 10,5 milhões de dólares. O Flu recebe 4 milhões pela participação na semi, valor bem-vindo para equilibrar o caixa depois de altos investimentos em 2024. No ranking da FIFA, a campanha garante pontos que mantêm o Brasil na terceira colocação entre federações, atrás de Inglaterra e Espanha. Para a Conmebol, o desempenho reforça a urgência de modernizar calendários, já que o Flu chegou ao torneio após maratona de Libertadores e Brasileirão. O que fica para 2026 Torcedor, analise: Base resiliente — jogadores como Alexsander, Martinelli e Marlon Gomes ganham minutos de experiência internacional, ativo que não aparece no placar, mas pesa na próxima venda. Mercado de janeiro — com a vitrine global, Fabio Lima e John Kennedy despertam atração europeia a diretoria precisará negociar sem desmontar o elenco. Meta esportiva — Renato Gaúcho retorna ao Brasil focado em G-4 do Brasileirão e na Recopa. O clube quer provar que a queda no Mundial não altera o projeto de futebol ofensivo. Do lado comercial, marcas parceiras estudam ações de engajamento com a narrativa “mistura de orgulho e revanche”. Quem trabalha com tráfego sabe que storytelling pós-derrota converte quando traz promessa de retomada; campanhas de 2026 já podem usar a imagem de João Pedro como símbolo de exportação e de força da base. Reflexão final O Fluminense sai do Mundial sem taça, porém com insight valioso jogos internacionais expõem fraquezas que o Brasileirão nem sempre revela. E para você, leitor, fica a curiosidade será que em 2026 outro talento de Xerém voltará para assombrar o clube no cenário global?
João Fonseca faz história, avança à 3ª rodada de Wimbledon e quebra jejum brasileiro
O tênis brasileiro voltou a comemorar um feito relevante em Grand Slam. Na tarde desta quarta-feira, 2 de julho, o carioca João Fonseca, de dezoito anos, derrotou o norte-americano Jenson Brooksby por 6-4, 5-7, 6-2 e 6-4, em 3 h 11 min de partida na quadra 12 do All England Club. A vitória garante a primeira presença do país na terceira rodada de Wimbledon desde 2010, quando Thomaz Bellucci alcançou o mesmo estágio. Fonseca confirma, assim, a sua transição bem-sucedida do circuito juvenil para o profissional, adicionando cento e sessenta pontos no ranking e um prêmio de 131 mil libras ao orçamento da temporada. Desempenho sólido diante de Brooksby Apesar de enfrentar ventos intermitentes, Fonseca manteve postura ofensiva desde o início. O brasileiro disparou quatorze aces, salvou dez de treze break-points e encerrou o duelo com quarenta e quatro winners, contra vinte e nove do rival. O ponto de virada veio no terceiro set, quando o jovem abriu 4 – 0 ao devolver devoluções profundas no backhand de Brooksby; a estratégia forçou erros do norte-americano e desequilibrou a troca de bola perto da linha de base. Fonseca exibiu variação, alternando slices curtos com forehands pesados, e converteu seis de nove chances de quebra. Na entrevista em quadra, o #NextGenATP resumiu o momento: “Aprendi que grama pede decisão rápida; reduzi o movimento de back-swing e confiei no meu primeiro saque”. A precisão no serviço foi decisiva, com setenta e oito por cento de pontos vencidos quando o primeiro saque entrou. Mesmo cedendo o segundo set, Fonseca evitou queda emocional, mostrou maturidade nos pontos longos e controlou o placar até o fim. Repercussão e quebra de jejum nacional 🇧🇷JOÃO FONSECA vence mais uma! Passou pelo 🇺🇸JENSON BROOKSBY por 3 sets a 1. 6/4 – 5/7 – 6/2 – 6/4. Está na terceira rodada de Wimbledon! 18 anos. O menino é um psicopata. pic.twitter.com/LD26SOxHnC — Info Tenis Brasil (@InfoTenisBrasil) July 2, 2025 O resultado encerra um hiato de quinze anos sem representantes brasileiros entre os trinta e dois melhores do Slam londrino. Para o ex-jogador Fernando Meligeni, que comentou a partida para a TV aberta, o adolescente “combina intensidade física e cabeça fria, rara em estreantes na grama”. O técnico Léo Azevedo, que acompanha Fonseca desde as categorias de base, atribuiu o sucesso ao planejamento de treinos específicos em Queen’s e em Roehampton nas semanas que antecederam Wimbledon. Nos corredores do clube, jornalistas britânicos recordaram a energia ruidosa da torcida verde-amarela, que tradicionalmente comparece em massa à quadra externa quando surge um brasileiro em ascensão; nesta quarta, cerca de quinhentos torcedores empunhavam bandeiras e entoavam canções de arquibancada, criando atmosfera de Copa Davis. A ITF destacou, em boletim oficial, que Fonseca é o atleta mais jovem da chave masculina a chegar à terceira fase desta edição. O feito ecoa a campanha de Gustavo Kuerten em 2004, último brasileiro a atingir a segunda semana em Londres; embora Guga tenha construído a carreira no saibro, Fonseca mostra adaptação precoce ao piso rápido, com encurtamento de pontos e uso eficiente do saque-voleio em momentos pontuais. Próximo desafio e perspectivas no torneio Na sexta-feira, o brasileiro terá pela frente o chileno Nicolás Jarry, cabeça de chave dezenove, especialista em saque forte e golpes planos. O histórico entre os dois é inexistente, mas analistas apontam equilíbrio: Jarry sustenta jogo agressivo semelhante ao do norte-americano Frances Tiafoe, a quem Fonseca superou no ATP de Buenos Aires. Caso avance, o jovem igualará a melhor campanha masculina brasileira na grama desde o início dos anos 2000, aproximando-se da segunda semana e de possíveis confrontos contra tenistas do top 10. Em ranking ao vivo, Fonseca já projeta salto para a posição sessenta e oito, sua melhor marca; se vencer mais uma, deve entrar no top 55, abrindo portas para torneios de nível ATP 500 sem necessidade de qualifying. Além dos pontos, a campanha soma experiência crucial: gerir a pressão de quadras cheias, lidar com mídia internacional e adaptar o repertório tático em um piso que tradicionalmente favorece sacadores. A equipe do brasileiro, composta por treinador, fisioterapeuta e preparador físico, planeja rodagem limitada pós-Wimbledon para consolidar ganhos técnicos antes da gira norte-americana de quadra dura. Com apenas dezoito anos, Fonseca já derrotou nomes estabelecidos, como Andrey Rublev no Australian Open, e conquistou título ATP em Buenos Aires. O roteiro de crescimento tem respaldo da Confederação Brasileira de Tênis, que ampliou suporte logístico para jovens promissores. A federação acredita que a nova geração, liderada por Fonseca, Mateus Alves e Pedro Boscardin, pode reavivar o interesse do público no esporte, impulsionando academias e patrocínios regionais. Enquanto isso, o carioca celebra a quebra do jejum em Wimbledon, devolvendo ao tênis nacional um protagonismo que faltava há mais de uma década. Se mantiver a confiança nas devoluções e o aproveitamento do primeiro saque, o torcedor brasileiro tem razões concretas para sonhar com uma inédita presença nas oitavas do torneio mais tradicional do mundo.
Conheça o Estádio MetLife Stadium que será palco da final do Mundial de Clubes 2025
A FIFA confirmou que o MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, receberá a final da primeira edição expandida do Mundial de Clubes, marcada para 13 de julho de 2025. O torneio, disputado nos Estados Unidos de 14 de junho a 13 de julho, terá 32 equipes e usará 12 arenas em 11 cidades a escolha do palco decisivo recaiu sobre o estádio da região metropolitana de Nova York por critérios de capacidade, infraestrutura e histórico de grandes eventos. Um gigante multifuncional Inaugurado em 2010, o MetLife Stadium comporta 82 500 espectadores em configuração de futebol e hospeda, simultaneamente, os dois times da NFL da cidade New York Giants e New York Jets. O complexo custou US$ 1,6 bilhão, integra a malha de transportes do corredor Nova York–Nova Jersey e permite troca rápida de identidade visual, recurso útil diante do calendário intenso do Mundial. Além de partidas de futebol americano, já recebeu a final da Copa América Centenário em 2016, shows de artistas como Beyoncé e concertos lotados do U2. Por que a FIFA escolheu Nova Jersey A candidatura do MetLife venceu concorrentes como o SoFi Stadium (Los Angeles) e o Hard Rock Stadium (Miami) graças ao pacote de mobilidade urbana, cadeia hoteleira e visibilidade comercial. A área abriga três aeroportos internacionais em raio de 40 km, 120 mil quartos de hotel e conexão ferroviária direta fator considerado essencial para torcedores estrangeiros. O estádio também passa por adequações para a Copa do Mundo de 2026, a ser finalizada com grama híbrida de última geração e iluminação LED de baixo consumo. Arquitetura e tecnologia Projetado pelo escritório 360 Architecture, o MetLife tem fachada modular em aço inoxidável e painéis de vidro. No interior, quatro telões de alta definição garantem visibilidade em todos os setores. Para o Mundial, a FIFA exigiu zona mista ampliada, tribuna de imprensa com 2 000 lugares e cabines 5G dedicadas às emissoras. O gramado receberá sistema de resfriamento subterrâneo, mantendo a temperatura ideal de 20 °C mesmo no verão nova-iorquino, que costuma chegar aos 32 °C em julho. Logística para torcedores Os visitantes poderão acessar o estádio por trem (linha Meadowlands Rail, com saídas da Penn Station), ônibus expressos ou vias expressas I-95 e Route 3. A organização local recomenda transporte público: em jogos da NFL, o trem leva 14 minutos desde o centro de Manhattan até a arena. Quem optar por carro terá mais de 28 000 vagas nos estacionamentos distribuídos em anéis concêntricos. Para quem pretende se hospedar perto, a rede hoteleira em Secaucus, Newark e Midtown oferece opções que variam de US$ 120 a US$ 400 por noite. Precedentes de público recorde Em 2016, a final da Copa América entre Argentina e Chile levou 82 026 torcedores ao MetLife. A International Champions Cup de 2019 registrou 77 862 pagantes em Real Madrid x Atlético. Esses números sustentam a expectativa de casa cheia para o Mundial: estimativas da FIFA apontam receita de bilheteria acima de US$ 75 milhões. O Comitê Organizador projeta impacto de US$ 600 milhões na economia local entre hospedagem, alimentação e turismo. Estrutura de hospitalidade O estádio possui 10 luxury clubs, 200 suítes corporativas e mais de 1 800 terminais POS para venda de alimentos 30 % deles com autoatendimento. A FIFA planeja transformar o Coaches Club, área premium a nível de campo, em zona VIP para convidados, patrocinadores e ex-jogadores. Para o público geral, a arena receberá sinalização bilíngue (inglês e espanhol) e quiosques dedicados à culinária latino-americana, refletindo a diversidade das torcidas. Sustentabilidade e legado Desde 2023, o MetLife opera com energia 100 % renovável via compra de créditos de fonte eólica. O estádio possui sistema de coleta de água da chuva capaz de abastecer sanitários durante 72 horas sem recurso à rede pública. A FIFA exigiu ainda plano de reciclagem de 90 % dos resíduos sólidos gerados no dia da final. Após o torneio, as melhorias — como o sistema de iluminação LED — permanecerão, reduzindo a conta de energia anual em 30 %. Segurança e acessibilidade A arena se apoia em circuito interno de 1 400 câmeras e em um Centro de Operações Integradas que reúne Polícia do Estado de Nova Jersey, Corpo de Bombeiros e agentes federais. Para 2025, o protocolo de revista prevê reconhecimento facial opcional e catracas touchless. Quanto à acessibilidade, existem 850 assentos adaptados, elevadores em todos os anéis e piso podotátil que liga as entradas aos setores inferiores. Calendário aproximado Venda de ingressos A primeira janela para clientes Visa abre em novembro. Os preços devem variar de US$ 50 (anéis superiores) a US$ 900 (hospitalidade premium). Pacotes de viagem oficiais incluirão hospedagem, transfers e city tour por Nova York. A FIFA alerta para compra apenas em plataformas autorizadas; ingressos falsos não serão validados pelo sistema digital de QR Code. Escolher o MetLife Stadium para sediar a final do Mundial de Clubes 2025 combina logística robusta, experiência em megaeventos e capacidade de receber torcedores de todo o mundo com conforto e segurança. Em julho, a arena passará do ruído da NFL para o canto de torcidas globais, encerrando o torneio que estreia formato de 32 participantes. Para Nova Jersey e Nova York, será mais que um jogo: uma vitrine internacional que antecipa a atmosfera da Copa de 2026 e reforça o status de destino esportivo de primeira linha. Fonte: Redação
Manchester City x Wydad Casablanca onde assistir ao jogo do Mundial de Clubes
O campeão europeu volta a campo para encarar o dono do título africano. Manchester City x Wydad Casablanca, marcado para esta quarta-feira (18), às 13 h (de Brasília), abre o grupo G do Mundial de Clubes da FIFA 2025, em Filadélfia. A partida vale vaga antecipada na fase de mata-mata e reúne o elenco de Pep Guardiola contra uma equipe marroquina que se notabiliza pela defesa consistente. A seguir, você confere como assistir, o contexto da partida e os pontos de atenção em campo e fora dele. “O desafio é adaptar-se ao clima e manter nosso padrão de jogo”— Pep Guardiola, técnico do Manchester City, na entrevista de véspera. Onde assistir ao vivo Manchester City x Wydad Você tem quatro opções para acompanhar o confronto, em TV aberta, TV paga e streaming. Todas iniciam o pré-jogo com pelo menos 15 min de antecedência: Plataforma Acesso Cobertura inicial Referência Globo (TV aberta) sinal nacional 12h45 redeglobo.globo.com sportv (TV por assinatura) canais 39/539 12h30 uol.com.br CazéTV (YouTube) streaming gratuito 12h50 uol.com.br DAZN (OTT) aplicativo e site 12h40 goal.com Quem estiver fora do Brasil pode usar o aplicativo FIFA+; em alguns mercados o sinal é liberado sem custo. Contexto do confronto O City busca retomar o caminho dos títulos internacionais depois de uma temporada de altos e baixos na Premier League. O Wydad, campeão da Liga dos Campeões da África de 2022, tenta repetir o feito do Raja Casablanca, que em 2013 eliminou o então favorito Liverpool. Um prêmio de US$ 3 milhões e a liderança do grupo motivam os dois elencos. Campanhas recentes Time Últimos 5 jogos Gols marcados Gols sofridos Manchester City V V E V V 12 4 Wydad Casablanca V E V V D 7 3 O favoritismo do City se justifica pela média de mais de dois gols por partida, mas o Wydad chega de três jogos sem ser vazado no campeonato marroquino. Escalações prováveis Manchester City (4-1-4-1)Ederson; Walker, Rúben Dias, Aké, Gvardiol; Rodri; Bernardo Silva, De Bruyne, Foden, Grealish; Haaland CITY ESCALADO PARA A ESTREIA! 🩵👇@FIFACWC | 14/06 – 13/07 | Todos os jogos | Grátis | https://t.co/GIZtDKOEWS | #FIFACWC | #TakeItToTheWorld pic.twitter.com/CCnWEa3oMM — Manchester City (@ManCityPT) June 18, 2025 Wydad Casablanca (4-5-1)El Moutaouali; Attiat Allah, Dari, Jaadi, Haddad; Harkass, El Amloud, El Hassouni, Badi Aouk, Guitane; El Moutaraji 🔴 Here’s how we line up vs Man City.#DimaWydad #FIFACWC pic.twitter.com/zVcjyokR5q — Wydad Athletic Club (@WACofficiel) June 18, 2025 Guardiola testou Phil Foden aberto na direita e Jack Grealish por dentro, tentativa de confundir marcações. O Wydad mantém bloco médio e aposta em contra-ataques pelo flanco esquerdo, onde Attiat Allah costuma avançar. “Respeitamos o City, mas não viajamos para assistir; viajamos para competir”— Aziz Ben Askar, técnico do Wydad Casablanca Fatores externos que podem influenciar Ajuste seu pré-jogo Prepare-se com antecedência: O que está em jogo além da vitória Para o City, o troféu aumentaria o alcance da marca em solo norte-americano, mercado-alvo da diretoria. Para o Wydad, a exposição global e o bônus financeiro de três milhões de dólares poderiam financiar reforços e infraestrutura. O perdedor ainda tem a segunda rodada para buscar classificação, mas sairá em desvantagem. Manchester City x Wydad Casablanca reúne elencos de escolas diferentes, clima exigente e uma premiação que interessa a ambos. Agora que você sabe onde assistir, quem joga e por que o resultado é importante, organize o horário, ajuste o sinal e acompanhe cada lance. Se o Wydad surpreender, será mais um capítulo épico para o futebol africano. Se o City confirmar o favoritismo, Guardiola reforça a busca por domínio global. Fonte: Redação
Corrida de rua com cunho beneficente abre inscrições no dia 20 de junho
Com a expectativa de participação em torno de 2000 atletas, evento também tem o objetivo solidário de arrecadação de alimentos Com parte do calendário anual de eventos da Refrigerantes Marajá e para marcar o mês de aniversário de 62 anos de fundação da empresa, no dia 24 de agosto será realizada a 3ª edição da Corrida de Rua Marajá, com a expectativa da organização da participação de 1500 atletas. Além de promover a prática esportiva, o evento tem o objetivo solidário de arrecadação de alimentos não perecíveis que serão destinados a entidades de amparo. Para a diretora executiva da Refrigerantes Marajá S/A, Ulana Maria Bruehmueller, promover e apoiar esportes como a corrida por parte da empresa traz vários impactos positivos na comunidade, como a busca pelo bem-estar e a prática esportiva. “A corrida é uma das atividades esportivas mais populares e acessíveis, e os benefícios são significativos para a saúde física, e também para os relacionamentos e socialização. A Marajá considera que realizar este tipo de evento contribui com a qualidade de vida de seus profissionais e consumidores”, disse. O percurso terá 6 km de extensão, com largada e chegada em frente à sede da indústria, no bairro Jardim Ouro Branco, em Várzea Grande. As inscrições se iniciam em 20 de junho e podem ser feitas pelo site: morro-mt.com.br . A inscrição custa R$ 65,00, com taxa de R$ 5,00 taxa do site e um quilo de alimento exceto sal. A entrega dos kits para os participantes inscritos ocorrerá entre os dias 21 e 23 de agosto. Em 2024, a primeira edição da corrida arrecadou mais de duas toneladas de alimentos, que foram destinados aos lares de idosos de Cuiabá e Várzea Grande. A Corrida deve superar a participação dos corredores da edição do ano passado, que bateu os 1800 participantes, entre praticantes do esporte, membros da comunidade, apoiadores e profissionais da indústria. Para isso, o evento terá premiação do 1º ao 5º lugar em dinheiro e troféu para a categoria geral Masculino e Feminino, do 1º ao 3º lugar para a categoria colaboradores Refrigerantes Marajá e troféu e brinde do 1º ao 3º para a categoria faixas etárias Masculino e Feminino. Categoria Geral Masculino e Feminino: 1º Lugar: Troféu + R$ 1.800,00 2º Lugar: Troféu + R$ 1.200,00 3º Lugar: Troféu + R$ 800,00 4º Lugar: Troféu + R$ 600,00 5º Lugar: Troféu + R$ 400,00 Colaboradores Refrigerantes Marajá Masculino e Feminino: 1º Lugar: Troféu + R$ 400,00 2º Lugar: Troféu + R$ 300,00 3º Lugar: Troféu + R$ 200,00 Categoria Faixa Etária : Feminina e Masculina Até 29 anos : troféu e brinde De 30 a 39 anos: troféu e brinde De 40 a 49 anos : troféu e brinde De 50 a 59 anos : troféu e brinde De 60 a 69 anos: troféu e brinde Acima de 70 anos: troféu e brinde Categoria PCD: troféu e brinde Fonte: Assessoria
Seleção brasileira carimba vaga para Copa do Mundo 1ª vitória de Ancelotti
Você passou a noite de terça-feira, 10 de junho, vendo história no aniversário de Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira venceu o Paraguai por 1 x 0 e garantiu matematicamente a vaga na Copa do Mundo de 2026. O gol de Vinicius Jr saiu aos 42 min do primeiro tempo, diante de 40 mil torcedores que lotaram a Neo Química Arena. Foi a primeira vitória do time sob comando do técnico italiano e a 23ª classificação seguida do Brasil para o Mundial, façanha que mantém o país como único 100 % presente na era moderna da competição. Por que a conta fechou hoje A combinação que você esperava veio de Montevidéu mais cedo, o Uruguai venceu a Venezuela por 2 x 0 e empurrou a Vinotinto para fora do G-6. Com o tropeço venezuelano, bastava ao Brasil um triunfo simples sobre o Paraguai para garantir, no mínimo, a sexta posição e o passaporte carimbado. Como o Brasil venceu sem sustos Pressão alta e lateralidade Desde o apito inicial, você viu um Brasil agressivo, ocupando o campo rival e cruzando bolas rasantes pela linha de fundo. A defesa paraguaia se fechou, mas Matheus Cunha roubou de Junior Alonso, cruzou rasteiro e Vinicius apareceu na área para empurrar às redes. Variações táticas Ancelotti manteve o tradicional 4-3-3, mas liberou Casemiro para pisar na entrada da área e trocar passes curtos com Bruno Guimarães. Sem a bola, o desenho virava um 4-4-2, com Raphinha recuando para proteger o corredor direito. O Paraguai só assustou em chutes de média distância; Gatito Fernández evitou mais gols, mas não impediu a festa brasileira. VINIIII JR.!!!! TINHAA QUE SER ELE!! BELO PRESENTÃO DE ANIVERSÁRIO PARA O MISTER 🇧🇷🇧🇷 🎥TV GLOBO pic.twitter.com/1JmKVR5d3z — CBF Futebol (@CBF_Futebol) June 11, 2025 Números que selaram a classificação Indicador Brasil Paraguai Finalizações certas 6 2 Ações no terço final 48 19 Gols marcados nas Eliminatórias 23 18 Aproveitamento pós-Ancelotti 57 % — Estatística-chave: quando Vinicius Jr marca, o Brasil vence 70 % das partidas nesta campanha — tendência mantida no jogo decisivo. O que muda na tabela Agora, você pode respirar: com 25 pontos, o Brasil não sai mais da zona de classificação direta. O Paraguai segue com 24 e ainda precisa pontuar nas duas rodadas finais. Já a Venezuela, derrotada, caiu para sétimo e terá de torcer por tropeços alheios para sonhar com o playoff intercontinental. Repercussão no vestiário (Declarações coletadas na zona mista pós-jogo, via pool de imprensa da CBF.) Próximos passos da Seleção Para você já planejar a torcida, confira nosso guia de transmissão e horários em Onde assistir Brasil x Peru. Você testemunhou o capítulo que faltava: a Seleção Brasileira carimbou a vaga na Copa 2026 com autoridade e ofereceu a Carlo Ancelotti sua primeira vitória no comando verde-amarelo. Agora, o desafio é transformar essa segurança defensiva em um ataque mais letal nas partidas finais, garantindo embalo até chegar ao Mundial. Enquanto isso, aproveite o clima de festa — a estrada para 2026 já tem lugar reservado para o Brasil! Fonte: Redação
Brasil X Paraguai duelo Vinicius Jr vs defesa paraguaia em foco
Quando a bola rolar às 21h45, seus olhos vão buscar Vinicius Jr no flanco esquerdo. A cada arranque, ele testa a defesa menos vazada das últimas nove rodadas sul-americanas. De um lado, o atacante que marcou o gol da virada sobre a Colômbia e mantém viva a chama ofensiva da Seleção. Do outro, uma retaguarda que só sofre 0,6 gol por partida e não conhece derrota em 2025. Esse choque de forças opostas é o ponto-chave para você antecipar emoções e talvez até apostar com mais convicção. Vinicius Jr: por que ele é o termômetro do ataque O que os números dizem Você percebe a diferença quando Vinicius balança a rede o Brasil vence 70 % dos jogos em que ele marca sem seu brilho, o índice cai pela metade. Mesmo em estágio de adaptação ao esquema de Carlo Ancelotti, o camisa 7 já soma quatro participações diretas em gol nas últimas cinco partidas de Eliminatórias, alternando dribles curtos e infiltrações diagonais capazes de quebrar linhas em segundos. Como ele ataca Você, no estádio ou diante da TV, vai notar um padrão: assim que Vinicius recebe, o Paraguai aciona cobertura dupla. Se esse “abraço” falhar por um segundo, ele arranca rumo à área e obriga Gustavo Gómez a abandonar a zona de conforto. Defesa paraguaia: muralha forjada na disciplina A estrutura em blocos Gustavo Alfaro desenha duas linhas de quatro e mantém laterais baixos, abrindo mão da posse para proteger o miolo. O capitão Gustavo Gómez comanda a zaga, empurrando o time para trás só quando Vinicius invade com velocidade. Resultado: o Paraguai tem a melhor taxa de confrontos aéreos vencidos (68 %) e concede míseros 8,9 chutes por jogo, quarto menor índice das Eliminatórias uol.com.br. Os segredos da solidez Se você acha que a defesa só rechaça bolas, repare no contra-ataque: em duas viradas recentes, Julio Enciso arrancou do próprio campo após roubadas de bola de Gómez — estatística que revela saída vertical a cada interceptação. Ponto de fricção: a zona dos 25 metros Por que você deve observar Nos últimos três jogos, Vinicius recebeu 36 % dos passes nessa faixa de campo e finalizou cinco vezes dali; nenhum remate entrou. O Paraguai, por sua vez, cedeu apenas um gol de fora da área em toda a campanha. A batalha real se decide nessa zona de 25 m, onde a habilidade encontra o bloqueio compacto. O que pode mudar hoje Você verá Vinicius cortar para dentro mais vezes se Alex subir; caso contrário, o duelo vira 1 x 2 constante, e o brasileiro depende da precisão milimétrica para furar o bloqueio. Histórico: tradição pesa? Apesar da boa fase guarani, o Brasil nunca perdeu para o Paraguai em casa pelas Eliminatórias e soma 50 vitórias em 84 confrontos oficiais fifa.com. Esse passado constrói pressão psicológica: a arquibancada ruge quando Vinicius parte para cima, e cada bote errado do zagueiro provoca um calafrio paraguaio. Ainda assim, estatística não faz gol; e Gómez, embalado por nove partidas invicto, entra confiante para riscar mais um tabu. Conclusão: quem leva a melhor? Se você valoriza momentum, a defesa paraguaia tem argumentos: melhor linha de bloqueios da competição, encaixe rápido na cobertura e vantagem na bola aérea. Por outro lado, Vinicius Jr opera em estágio de maturidade raro — poucos jogadores hoje giram tão rápido entre aceleração, drible e chute. O veredicto fica com você: Às 21h45, o estádio vira laboratório vivo dessa equação. Ajuste seu olhar para a zona dos 25 m, conte quantas vezes Vinicius encontra espaço e observe a reação imediata de Gustavo Gómez. No fim, você saberá se o talento superou a disciplina — e terá histórias na ponta da língua até o próximo jogo da Seleção. Fonte: Redação