Deputado Sebastião Rezende cobra ação de empresas para retirada de fios em desuso nos postes em Rondonópolis

O deputado estadual Sebastião Rezende obteve a aprovação de uma indicação ao diretor presidente da Energisa em Mato Grosso, Marcelo Vinhaes, mostrando a necessidade de que a concessionária notifique todas empresas de telefonia, TV por assinatura e internet para que realizem a remoção e o descarte adequado dos fios de cabeamento que estão em desuso nos postes de energia elétrica, na cidade de Rondonópolis. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sebastião Machado Rezende (@sebastiaomrezende) Logo após a indicação, Rezende esteve pessoalmente com o diretor-presidente da Energisa-MT, em Cuiabá, ocasião em que pôde explicitar melhor essa situação que é um problema crítico em Rondonópolis, com muitas reclamações por parte da população. Essa mesma solicitação também foi feita por meio de indicações aprovadas e voltadas para os demais 141 municípios de Mato Grosso.Segundo o deputado, os fios de cabeamento em desuso, acumulados nos postes de energia elétrica, representam um grande transtorno para a população, além de comprometerem a segurança pública e a organização urbanística.Em sua justificativa, o parlamentar observa ainda que o acúmulo de fios e cabos inutilizados nos postes representa um problema estético e, principalmente, um risco à segurança da população. Isso porque atesta que esses fios podem causar acidentes envolvendo pedestres, ciclistas e motoristas, além de aumentar o risco de curto-circuito e incêndios. “Além disso, a desorganização nos cabeamentos urbanos compromete a infraestrutura das cidades, dificultando manutenções e ampliações necessárias para a melhoria dos serviços prestados à população”, acrescentou.Nesse contexto, Rezende pontua que, por ser a proprietária dos postes utilizados pelas concessionárias e permissionárias de telefonia, TV por assinatura e internet, a Energisa é a responsável por exigir que essas prestadoras de serviço cumpram sua responsabilidade de remover e descartar adequadamente os fios obsoletos.Vale ressaltar que a Resolução Conjunta ANEEL e ANATEL nº 4/2014, especialmente em seu artigo 4º, prevê que as empresas que utilizam a infraestrutura de postes devem manter o espaço organizado e livre de instalações irregulares ou desnecessárias, evitando riscos e garantindo a qualidade dos serviços prestados.“Tal medida contribuirá para a melhoria da segurança da população, prevenindo acidentes causados por fios soltos ou caídos, além de colaborar com a estética das vias públicas e o bom funcionamento dos serviços de energia e telecomunicações”, reforçou o parlamentar. Fonte: Assessoria

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Prefeito entrega 40 novos pontos de ônibus para usuários do transporte público

O transporte público segue avançando em Rondonópolis. O prefeito Cláudio Ferreira está promovendo a entrega de 40 novos pontos de ônibus nas diversas regiões da cidade. Neste fim de semana, ele esteve inspecionando um desses pontos de ônibus, instalado na Avenida Arapongas, na Vila Olinda. Conforme o prefeito, o investimento faz parte da visão da gestão municipal de valorizar e incentivar o transporte coletivo. “Estamos com passagem de ônibus mais barata, a R$ 3,00 apenas. É hora de aproveitar! Acreditamos muito no transporte público acessível, barato e eficiente”, repassou o gestor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Prefeito Cláudio Ferreira | Rondonópolis em Crescimento (@claudioferreiramt) O secretário municipal de Mobilidade Urbana, Thales Tati, atesta que esse investimento representa um avanço significativo na mobilidade urbana do município, uma vez que os novos abrigos foram pensados para oferecer mais conforto, segurança e dignidade para aquelas pessoas que utilizam o transporte público. “Quando se pensa em mobilidade urbana, o principal é que o transporte público tem que funcionar. Então, como órgão público, a Prefeitura tem que incentivar as pessoas a utilizarem o transporte coletivo. E uma forma de a gente incentivar as pessoas a utilizarem o transporte coletivo é oferecendo mais conforto”, avaliou o secretário. Dos 40 novos pontos de ônibus, agora com as cores do Brasil em destaque, a maioria já foi entregue, sendo que todos devem estar funcionando até o final deste mês de setembro. As estruturas trazem a propaganda do aplicativo Cadê o Meu Busão, criado pela atual gestão e que ajuda os usuários a saberem por onde e quando os ônibus vão passar em cada linha, além de outros atrativos. Fonte: Assessoria

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Primeira-dama MT critica fala misógina de vereador contra prefeita de Pedra Preta

A primeira-dama Mato Grosso, Virginia Mendes, manifestou repúdio às declarações misóginas do vereador Gilson da Agricultura (União) contra a prefeita de Pedra Preta, Iraci. O parlamentar comparou a gestora municipal a uma “cachorra viciada” em votos durante sessão da Câmara Municipal no último 25 de agosto. O episódio de violência política de gênero gerou indignação no cenário estadual e foi classificado pela primeira-dama como inaceitável. Virginia Mendes enfatizou que o ataque ultrapassa a ofensa individual e atinge todas as mulheres que buscam espaço na vida pública. As declarações do vereador foram direcionadas às visitas da prefeita Iraci aos assentamentos rurais do município. “É inaceitável que uma mulher, eleita democraticamente para governar, seja alvo de ofensas e desrespeito. Esse tipo de postura não agride apenas a prefeita de Pedra Preta, mas todas as mulheres que lutam por espaço e respeito na política”, declarou Virginia Mendes. A primeira-dama destacou ainda a urgência de responsabilização do vereador para que a lei seja cumprida e as mulheres respeitadas em sua dignidade. A esposa do governador Mauro Mendes demonstrou solidariedade à prefeita Iraci, afirmando se compadecer com a dor da ofensa proferida. Virginia Mendes ressaltou que nenhuma mulher deve ser submetida à violência verbal e política, defendendo o combate firme a toda forma de ataque misógino. A primeira-dama argumentou que silenciar ou deslegitimar mulheres na vida pública representa um retrocesso inadmissível. O posicionamento de Virginia Mendes reforça a necessidade de enfrentar a violência política de gênero, ainda presente em diferentes esferas do poder. A primeira-dama, que lidera programas de proteção às mulheres em Mato Grosso, tem se destacado na defesa dos direitos femininos. Entre suas iniciativas estão a implementação da primeira Delegacia da Mulher 24 horas no estado e a Expedição SER Família Mulher, que capacitou mais de 2.356 profissionais na rede de enfrentamento à violência contra mulheres. O caso reacende o debate sobre respeito, dignidade e igualdade de condições para mulheres em cargos públicos. Virginia Mendes tem defendido constantemente que homens e mulheres sejam tratados com direitos respeitados, especialmente em espaços historicamente dominados pelo público masculino. A repercussão negativa das declarações do vereador Gilson da Agricultura demonstra a importância do posicionamento firme contra práticas discriminatórias na política mato-grossense. Fonte: Redação

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Guerra comercial: Brasil contra-ataca investigação americana sobre Pix e tarifas

O Brasil desfere contra-ataque devastador na escalada da guerra comercial com os Estados Unidos, apresentando defesa explosiva contra a Pix investigação EUA que promete abalar as fundações das acusações americanas. Em resposta oficial que surpreende pela contundência, o governo brasileiro não apenas rejeita categoricamente as alegações de práticas comerciais desleais, mas reverte completamente a narrativa ao expor dados que colocam Washington em situação constrangedora no cenário internacional. A artilharia diplomática brasileira, comandada pelo chanceler Mauro Vieira, atinge em cheio a credibilidade da investigação instaurada pela Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana. O contra-ataque revela estratégia coordenada para desmontar sistematicamente cada argumento americano, transformando acusações em oportunidades para demonstrar a superioridade do sistema de pagamentos nacional e a inconsistência das reivindicações de Donald Trump. O primeiro tiro certeiro da ofensiva brasileira destroça a narrativa americana sobre déficit comercial. Dados oficiais revelam que os Estados Unidos mantêm superávit estratosférico de 29,3 bilhões de dólares com o Brasil, ocupando a quarta posição entre os maiores saldos positivos americanos globalmente. Esta revelação bombástica desmonta completamente o discurso trumpista sobre prejuízos comerciais, expondo a hipocrisia por trás das tarifas punitivas de 50% anunciadas contra produtos brasileiros. A defesa do Pix constitui obra-prima de argumentação técnica que neutraliza acusações de concorrência desleal contra empresas americanas. O governo demonstra que o Banco Central administra o sistema com neutralidade absoluta, permitindo que gigantes tecnológicas dos EUA operem livremente no mercado nacional. A resposta cita que plataformas como WhatsApp, Facebook e Instagram não enfrentam restrições discriminatórias, devendo apenas cumprir regulamentações básicas de proteção de dados aplicáveis a todas as empresas, independente da nacionalidade. O contra-ataque brasileiro ganha força demolidora ao revelar que o próprio Federal Reserve desenvolve sistema similar ao Pix. O FedNow, lançado pelos americanos, oferece funcionalidades praticamente idênticas ao modelo brasileiro, expondo a contradição fundamental nas acusações de Washington. Esta revelação transforma a investigação americana em tiro que sai pela culatra, evidenciando que os EUA criticam no Brasil exatamente aquilo que implementam domesticamente. A estratégia defensiva brasileira atinge níveis sofisticados ao questionar a própria legitimidade jurídica da investigação unilateral. O Itamaraty sustenta que apenas a Organização Mundial do Comércio possui autoridade para arbitrar disputas comerciais internacionais, classificando a ação americana como violação flagrante dos princípios multilaterais. Esta posição transforma o Brasil em defensor da ordem comercial global contra o unilateralismo destrutivo de Trump. No front da propriedade intelectual, o governo brasileiro contra-ataca revelando que o país representa mercado lucrativo gigantesco para empresas americanas. Dados oficiais mostram que o Brasil ocupa posições de destaque mundial no Facebook, Instagram e WhatsApp, com centenas de milhões de usuários gerando receitas bilionárias para as corporações dos EUA. Esta informação neutraliza acusações sobre ambiente hostil para tecnológicas americanas. A resposta sobre desmatamento e políticas ambientais revela sofisticação argumentativa que transforma críticas em demonstração de liderança global. O Brasil sustenta que suas ações preservacionistas não constituem barreiras comerciais, mas compromissos legítimos com sustentabilidade que beneficiam toda humanidade, expondo o protecionismo disfarçado por trás das preocupações ambientais americanas. O contra-ataque culmina com convocação para diálogo construtivo, posicionando o Brasil como parte responsável disposta à cooperação, contrastando com a postura beligerante americana. Esta estratégia transforma o país em vítima de ações unilaterais injustificadas, conquistando apoio internacional para resistir ao protecionismo comercial crescente de Washington.

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Presidente Lula em evento público mostrando aprovação de Lula despenca até no Nordeste pesquisa Quaest

Lula despenca até no Nordeste: veja como governo é rejeitado por região e classe

A aprovação de Lula registrou queda dramática em sua base eleitoral mais sólida, o Nordeste, segundo a mais recente pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (20). Pela primeira vez desde o início do mandato, o presidente enfrenta deterioração significativa de sua popularidade até mesmo na região que sempre foi seu bastião político, sinalizando uma crise de confiança que se espalha por todas as camadas sociais do país. No Nordeste, historicamente o reduto mais favorável a Lula, a aprovação caiu para 60% em agosto, ainda que tenha registrado recuperação de 7 pontos em relação ao mês anterior. Contudo, os dados anteriores mostravam cenário ainda mais preocupante: em abril, apenas 52% dos nordestinos aprovavam o governo, enquanto 46% o rejeitavam, a menor diferença da série histórica. A região Sul mantém-se como a mais hostil ao governo, com 64% de desaprovação contra apenas 34% de aprovação. O colapso da popularidade presidencial se manifesta de forma ainda mais dramática quando analisado por segmentação demográfica. Entre as mulheres, que tradicionalmente apoiavam Lula, a situação se inverteu completamente: 53% reprovam a gestão federal, enquanto apenas 43% a aprovam. Essa inversão representa uma das maiores perdas políticas do presidente, considerando que o eleitorado feminino foi crucial para sua vitória eleitoral. A análise por faixa etária revela outro dado alarmante para o governo. Os jovens de 16 a 34 anos são os mais críticos, com 64% de rejeição contra apenas 33% de aprovação. Essa hostilidade geracional indica dificuldades futuras para a renovação da base política petista. Por outro lado, entre os idosos de 60 anos ou mais, Lula ainda mantém maioria de aprovação com 55%, demonstrando que seu apoio se concentra progressivamente em faixas etárias mais avançadas. Colapso por classe social e religião O levantamento da Quaest expõe a erosão do apoio ao governo em praticamente todas as classes sociais. Entre brasileiros com renda de dois a cinco salários mínimos, segmento tradicionalmente favorável ao PT, 61% desaprovam a gestão contra 36% que a aprovam. A situação é ainda mais grave entre os mais ricos: 64% dos que ganham acima de cinco salários mínimos rejeitam o governo, enquanto apenas 34% o aprovam. No recorte por escolaridade, quanto maior o nível educacional, maior a rejeição ao governo Lula. Entre aqueles com ensino superior completo, apenas 42% aprovam a gestão, contrastando com 56% de aprovação entre pessoas com até o ensino fundamental. Esse padrão sugere dificuldades crescentes do governo em convencer segmentos mais instruídos da população. A questão religiosa apresenta divisão ainda mais acentuada. Entre católicos, historicamente aliados do PT, os índices se equilibraram em 49% de aprovação, mas entre evangélicos, a rejeição atingiu 67% contra apenas 29% de aprovação. O crescimento de 9 pontos percentuais na rejeição evangélica desde a rodada anterior demonstra o aprofundamento da polarização religiosa no país. MAPA DA APROVAÇÃO POR REGIÃO: A análise por cor/raça também revela tensões significativas. Entre brasileiros que se declaram brancos, a reprovação alcança 61% contra 36% de aprovação. Entre pardos e pretos, grupo que tradicionalmente apoiava Lula, observa-se inversão da tendência: a desaprovação agora supera a aprovação, marcando mudança histórica no padrão de votação desses segmentos. O CEO da Quaest, Felipe Nunes, atribui a ligeira recuperação de agosto à combinação de fatores econômicos e políticos, incluindo alívio nos preços dos alimentos e a postura presidencial diante das tarifas americanas. Contudo, os dados gerais indicam que o governo enfrenta sua pior crise de popularidade, com 51% de desaprovação nacional contra 46% de aprovação, sinalizando um cenário desafiador para a governabilidade nos próximos anos.

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Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro em foto oficial destacando PF indicia pai e filho por atuação nos EUA

PF formaliza indiciamento de Bolsonaro e Eduardo nos EUA

A Polícia Federal formalizou nesta quarta-feira (20) o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelos crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. A decisão foi tomada após a PF concluir as investigações sobre a atuação de Eduardo junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo Tribunal Federal. O relatório final foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, relator do inquérito que apura a trama golpista. Segundo a corporação, ambos têm atuado para obstruir o avanço da investigação sobre a tentativa de golpe de Estado, que tem Jair Bolsonaro como principal réu. O magistrado deve enviar o documento à Procuradoria-Geral da República, onde caberá ao procurador-geral Paulo Gonet definir se oferece denúncia, requisita diligências complementares ou pede arquivamento da investigação. O PF indicia Bolsonaro e Eduardo por meio da restrição ao exercício dos poderes constitucionais, configurando crime contra a democracia brasileira. A investigação teve início em maio deste ano, quando a PGR solicitou ao Supremo a abertura do inquérito para apurar a suposta atuação do parlamentar para incitar o governo dos Estados Unidos a adotar medidas contra ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes. Eduardo Bolsonaro pediu licença de 122 dias do mandato parlamentar em março e mudou-se para os Estados Unidos, alegando perseguição política. Durante sua estadia no exterior, o deputado articulou junto ao governo Trump a imposição de sanções americanas contra autoridades brasileiras, incluindo o tarifaço de 50% contra produtos brasileiros e sanções financeiras contra ministros do Supremo pela Lei Magnitsky. Evidências da articulação internacional As investigações da Polícia Federal revelaram conversas entre pai e filho que demonstram a coordenação das ações nos Estados Unidos. Em diálogo ocorrido em 27 de junho de 2025, Bolsonaro informou a Eduardo que vinha “conversando com alguns do STF” e acrescentou que “todos ou quase todos demonstram preocupação com sanções”, referindo-se às medidas que poderiam ser adotadas pelos EUA contra o Brasil. Durante a conversa, após Eduardo enviar arquivos de mídia perguntando se poderia compartilhá-los, Bolsonaro respondeu que não deveriam ser divulgados e orientou o filho a “esquecer qualquer crítica ao Gilmar”, possivelmente referindo-se ao ministro Gilmar Mendes. Ao final, pediu que a conversa continuasse por ligação telefônica, demonstrando a cautela com a comunicação eletrônica. Segundo o relatório da PF, essas mensagens indicam a intenção de Eduardo Bolsonaro de prosseguir com ações ilícitas nos Estados Unidos. A investigação conclui que o deputado tinha conhecimento prévio das medidas a serem adotadas pelo governo norte-americano e que as sanções americanas articuladas pelos investigados tinham como objetivo coagir autoridades brasileiras. O ex-presidente também é investigado por mandar recursos via Pix para custear a estadia do filho no exterior, enquanto Eduardo buscava sanções que visavam pressionar a justiça brasileira. Um pedido de cassação contra o mandato de Eduardo foi enviado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), à Comissão de Ética da Casa na sexta-feira (16), após representações apresentadas pelo PT e PSOL. As investigações também revelaram que o pastor Silas Malafaia foi indiciado por participar das articulações, atuando de forma coordenada com os Bolsonaro na definição de estratégias de coação e propagação de narrativas contra as instituições democráticas. O religioso auxiliava diretamente no alinhamento das postagens do ex-presidente nas redes sociais em momentos críticos da investigação. O STF deve analisar o relatório nos próximos dias, dando continuidade ao processo que pode resultar na denúncia formal dos envolvidos. O caso representa um marco na investigação sobre tentativas de interferência externa nos processos judiciais brasileiros e reforça a atuação das instituições democráticas na defesa do Estado de Direito.

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porta-voz do Departamento de Estado fala em briefing com bandeiras dos EUA ao fundo

Governo dos EUA chama de “vergonha” perseguição política a Bolsonaro

O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou nesta terça-feira como “vergonha” a investigação judicial que, segundo a pasta, vem sendo movida contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A avaliação foi dada durante o briefing diário a repórteres em Washington. Ao comentar processos no Supremo Tribunal Federal, o porta-voz Matthew Miller afirmou que cortes “perdem legitimidade quando aparentam perseguir opositores políticos” e citou o Brasil como exemplo negativo. A declaração repercutiu de imediato em Brasília e provocou reações no Palácio do Planalto e no Congresso. Origem e conteúdo da declaração A pergunta sobre o Brasil surgiu após questionamento de um jornalista norte-americano sobre o ambiente democrático na América Latina. Miller respondeu que os Estados Unidos acompanham com atenção investigações contra ex-mandatários da região e, sem mencionar nomes, disse haver casos em que o Judiciário “extrapola a esfera jurídica”. Diante de insistência, o porta-voz citou Bolsonaro diretamente e classificou o suposto cenário de perseguição como “vergonhoso”. O Departamento de Estado não apresentou documentos nem relatórios para sustentar a afirmação. Vídeo para entender o contexto Reações em Brasília Pouco depois da coletiva, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro considerou a declaração “imprópria” e informou que está analisando o conteúdo para decidir se enviará nota de protesto formal à embaixada norte-americana. Integrantes do governo Lula avaliam que a fala pode prejudicar tratativas em curso sobre financiamento internacional para projetos ambientais. No Congresso, aliados de Bolsonaro celebraram o que chamaram de endosso oficial à tese de perseguição. Deputados da oposição compartilharam o vídeo do briefing nas redes sociais, com a mensagem “até os EUA reconhecem a farsa”. Parlamentares governistas responderam lembrando que nenhuma instância norte-americana acompanha os autos do Supremo e que o comentário reflete pressão política de grupos conservadores dos Estados Unidos. Ecos na política norte-americana A declaração ocorre num contexto de forte mobilização de líderes do Partido Republicano em defesa do ex-presidente brasileiro. Um dia antes, Donald Trump publicou na rede Truth Social que Bolsonaro enfrenta “caça às bruxas semelhante à nossa” e pediu que o Judiciário brasileiro “o deixe em paz”. O comentário de Trump foi replicado por congressistas republicanos, entre eles a deputada María Elvira Salazar, que chamou o ministro Alexandre de Moraes de “juiz ativista”. Analistas apontam que a Casa Branca evita entrar em debate, mas o Departamento de Estado atende também a pressões do Legislativo norte-americano. Em ano pré-eleitoral nos Estados Unidos, posicionar-se sobre casos judiciais no exterior pode ser usado para demarcar diferenças entre governo democrata e oposição republicana. Impacto diplomático imediato Especialistas em relações internacionais avaliam que a fala contribui para ruído diplomático, embora não deva resultar em sanção ou revisão de acordos bilaterais. O Brasil e os Estados Unidos negociam desde maio um fundo de até quatro bilhões de dólares para projetos de preservação da Amazônia. Diplomatas ouvidos reservadamente afirmam que a continuidade das conversas depende de reduzir tensões retóricas. O professor de direito internacional Marcelo Krohling ressalta que comentários sobre processos judiciais de outro país são incomuns em briefings do Departamento de Estado, principalmente quando envolvem termos como “vergonha”, palavra que tem forte carga valorativa. Implicações internas no Brasil A oposição planeja citar a declaração em audiências públicas da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, que discute a legalidade de medidas cautelares contra Bolsonaro. Já o Planalto aposta em apoio do Senado, onde a maioria dos líderes considerou o comentário norte-americano uma ingerência. Para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, “questões judiciais devem ser tratadas no âmbito interno brasileiro”. Organizações da sociedade civil ligadas ao combate à desinformação criticaram a utilização isolada da fala para alegar inocência do ex-presidente. Segundo nota da entidade Transparência Eleitoral, decisões do STF são passíveis de crítica, mas precisam ser analisadas com base em fatos processuais, não em declarações genéricas. Próximos passos O Itamaraty deve convocar o encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos para explicações preliminares. Caso considere a resposta insatisfatória, pode encaminhar nota diplomática formal. Na prática, o governo brasileiro tende a buscar rápida normalização, já que Washington continua parceiro fundamental em comércio, segurança e clima. Enquanto isso, o Supremo segue com investigações sobre alegada trama golpista após as eleições de 2022. A corte não se pronunciou oficialmente sobre a fala, mas ministros consultados pela imprensa afirmaram em caráter reservado que decisões judiciais baseiam-se em provas e obedecem ao devido processo legal. O comentário do Departamento de Estado eleva o tom do debate sobre a situação jurídica de Jair Bolsonaro e adiciona um componente internacional à discussão. O episódio mostra como questões domésticas podem ganhar vulto global quando se cruzam com agendas políticas externas. Se o ruído ficará restrito a declarações ou afetará negociações bilaterais depende dos próximos movimentos de Brasília e Washington.

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Arthur Lira falando sobre, relatório do IR

Lira segura relatório do IR até aval da Fazenda, aponta líder do PT

O impasse em torno da reforma do Imposto de Renda (IR) ganhou novo capítulo nesta terça-feira, 2 de julho. O deputado Reginaldo Lopes, líder do PT na Câmara, afirmou que Arthur Lira não pretende liberar o relatório antes de obter parecer técnico do Ministério da Fazenda. Segundo Lopes, a equipe de Fernando Haddad avalia cenários de renúncia fiscal e quer assegurar equilíbrio fiscal antes de qualquer votação. Enquanto isso, empresários, contadores e milhões de contribuintes aguardam definições sobre faixas de isenção, deduções e tributação de dividendos. O que diz o relatório e por que preocupa a Fazenda Assista: análise sobre por que Lira aguarda aval da Fazenda A versão preliminar, redigida pelo relator Celso Sabino (União-PA), amplia a faixa de isenção para quem ganha até 3 mil reais, reduz o Imposto de Renda da pessoa jurídica de 15 % para 12 % e cria alíquota de 15 % sobre dividendos. A Fazenda teme perda de arrecadação de 34 bilhões de reais nos primeiros dois anos, caso não haja compensações. Técnicos estudam elevar o adicional de IRPJ, hoje fixado em 10 %, ou rever benefícios setoriais. Lopes resume a angústia: “Se o texto for a plenário sem ajuste, abrimos buraco que a sociedade pagará depois”. Como redator e gestor de tráfego há vinte anos, aprendi que promessa sem cobertura afunda qualquer campanha. O mesmo vale para política fiscal: mexer na tabela sem garantia de receita vira clickbait econômico, empolga na chamada, mas decepciona no entregável. Jogo de forças no Congresso Lira afirma, nos bastidores, que quer votação antes do recesso de julho, porém condiciona o calendário ao sinal verde da Fazenda. O Centrão aceita desonerar a base, desde que o Tesouro aponte fonte de compensação. A oposição defende reajustar a faixa de isenção para até 5 mil reais, argumento popular, mas caro. No Senado, lideranças como Rodrigo Pacheco já sinalizam que, se a Câmara enviar texto sem equilíbrio fiscal, a Casa Alta travará. Pergunta para reflexão: é melhor aprovar um alívio parcial, porém viável, ou insistir em proposta ampla que trava e morre? A resposta, como no funil de vendas, passa por timing e credibilidade. Citação do líder do PT “Sem cálculo claro de impacto, vamos tirar dinheiro de onde? É preciso prudência para não comprometer o novo arcabouço fiscal.”— Reginaldo Lopes, líder do PT na Câmara Possíveis saídas negociadas Economistas sugerem três caminhos. Primeiro, taxar juros sobre capital próprio, medida estimada em oito bilhões de reais anuais. Segundo, diminuir parte dos incentivos a indústrias de bebidas adoçadas, encaixando seis bilhões. Terceiro, adiar para 2026 o corte integral do IRPJ, diluindo impacto na arrecadação. O ministro Haddad já utiliza projeções da Receita para testar qual mix garante déficit zero em 2027. No mercado, analistas do BTG Pactual veem desfecho neutro: faixa de isenção até 2,8 mil reais e dividendos em 12 %. Como criador acostumado a monitorar métricas, enxergo isso como compromisso mínimo aceitável; agrada a classe média e sinaliza responsabilidade aos investidores. Como o contribuinte deve se preparar Se a tabela subir para 3 mil reais, cerca de 13 milhões de declarantes deixarão a malha. Contadores recomendam planejar retenções na fonte desde agosto, para evitar ajuste no fim do ano. Empresários que distribuem dividendos avaliam antecipar ganhos antes da vigência, prevista para janeiro de 2026, caso a lei passe em 2025. Planos de previdência PGBL ganham relevância no cenário de tributação do lucro; quem aporta até dezembro abate até 12 % da renda tributável, suavizando impacto. Para quem emite nota como MEI ou Simples, pouca coisa muda no curto prazo. No entanto, se o IRPJ cair, bancos projetam queda gradual em juros para capital de giro, estimada em 0,25 ponto percentual. Bom momento para avaliar expansão de inventário ou upgrade de equipamento, desde que fluxo de caixa sustente a parcela. Próximos passos no calendário A Fazenda entregará projeção revisada até 10 de julho. Caso aprove, Lira pretende convocar sessão extraordinária na semana do dia 15. Se a equipe econômica pedir ajustes, o relatório volta para Sabino, empurrando a votação para agosto. No cenário otimista, o texto chega ao Senado até 7 de agosto, coincidindo com o reinício das comissões mistas do Orçamento. Para o leitor que produz conteúdo ou gerencia anúncio, a lição é conhecida: timing importa. Soltar campanha antes da hora queima verba; votar reforma sem número sólido dá no mesmo. Quem lida com copy profissional há duas décadas, como eu, sabe que promessa precisa de fundamento — caso contrário, cai no filtro de credibilidade. Enquanto Brasília decide, a pergunta fica: o contribuinte prefere pagar menos agora e correr risco de ajuste depois ou aceitar alívio gradual com garantia de fonte? Responder a isso demanda equilíbrio entre anseio imediato e sustentabilidade de longo prazo, tema que continua dominando o centro do debate fiscal no país.

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