Montagem composta por duas imagens que utilizam o trocadilho visual de "família conservadora" com "família em conserva". À esquerda, uma lata de milho com o rótulo "família conservadora", exibindo a foto de cinco adultos sorridentes. À direita, uma lata de metal aberta com o rótulo "Família em conserva", de onde saem um casal e uma criança pequena. Ambas trazem a frase: "com princípios cristãos firmados na Bíblia".

A Blindagem de Metal: Como o Meme da Família em Conserva Virou o Primeiro Campo de Batalha de 2026

O desfile na Sapucaí tentou cristalizar uma crítica: a de que o pensamento conservador seria um produto “parado no tempo”, selado e alheio ao progresso. No entanto, o que vemos agora nas redes sociais é a transfiguração dessa crítica em uma poderosa arma de mobilização política. A “conserva” deixou de ser o alvo para se tornar o escudo, sinalizando como será a temperatura das disputas eleitorais de 2026. O Sequestro do Símbolo e a Inteligência de Dados Por que este meme bombou de forma tão distinta dos anteriores? A resposta está na capacidade de apropriação. Enquanto virais passados eram passivos (as pessoas apenas assistiam), este é participativo e modular. A tecnologia de IA permitiu que cada indivíduo “entrasse na lata”, transformando uma crítica coletiva em uma afirmação individual de identidade. Economicamente, isso mostra que o maior ativo de 2026 não será a proposta de governo, mas a ferramenta que permite ao eleitor se sentir parte de uma comunidade visualmente coesa. A Disputa entre o “Novo” e o “Eterno” A narrativa política que emerge desse embate coloca dois mundos em colisão. O sistema atual tenta vender a ideia de modernização e renovação, usando a “conserva” para ridicularizar o que considera obsoleto. Já a resistência estética responde abraçando o rótulo. Para este grupo, ser “enlatado” não é estar preso, mas estar protegido contra a corrosão. O Ensaio Geral para 2026 Este fenômeno prova que a política brasileira migrou definitivamente para a Guerra de Narrativas Visuais. O meme bombou porque ele é o “símbolo perfeito”: simples, replicável e profundamente emocional. Ao contrário de dados econômicos complexos ou discursos longos, a imagem da família na lata comunica instantaneamente onde aquele eleitor se posiciona no tabuleiro. O desfile de Carnaval pode ter dado o pontapé inicial, mas a rede transformou o deboche em uma marca de lealdade. Em 2026, a disputa não será apenas nas urnas, mas na capacidade de cada lado de definir quem está “preservando o futuro” e quem está apenas “preso ao passado”.

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STF redistribui caso Master e Toffoli deixa relatoria após nota do plenário

O Supremo Tribunal Federal decidiu retirar o ministro Dias Toffoli da relatoria do chamado caso Master e encaminhar o conjunto de processos para redistribuição. A mudança foi formalizada em uma nota assinada pelos dez ministros que participaram de uma reunião convocada para tratar do tema e da condução processual do caso. No texto, os ministros registraram que consideram válidos todos os atos praticados por Toffoli enquanto relator na Reclamação 88.121 e nos processos vinculados. A nota também afirma que não foi identificado motivo para suspeição ou impedimento do ministro, além de mencionar que ele atendeu a pedidos formulados pela Polícia Federal e pela Procuradoria Geral da República. Ainda segundo a nota, a saída de Toffoli ocorreu a pedido do próprio ministro, e a Presidência do STF acolheu a solicitação para permitir a livre redistribuição do acervo, sob o argumento de preservação dos interesses institucionais da Corte. Com isso, caberá ao novo relator dar andamento às próximas etapas, incluindo a análise de medidas pendentes e eventuais pedidos da investigação. Nota do STF busca preservar atos e reduzir risco de nulidades A decisão do Supremo foi construída para evitar que a troca de relatoria gere questionamentos sobre o que já foi feito no processo. Ao reconhecer explicitamente a validade dos atos praticados por Toffoli, o plenário sinaliza que a mudança de relator não deve paralisar o caso nem abrir espaço automático para anulação de decisões anteriores, o que costuma ser um ponto sensível em investigações com grande repercussão. A reunião interna ganhou peso porque ocorreu após a Presidência do tribunal ser informada de que o nome de Toffoli aparecia citado em mensagens obtidas pela Polícia Federal no contexto da apuração relacionada ao Banco Master, com parte do conteúdo sob sigilo. Ainda assim, a nota divulgada pelos ministros afirma que não há, neste momento, elementos formais que caracterizem impedimento ou suspeição, razão pela qual o gesto de Toffoli é tratado como uma medida administrativa para garantir fluidez e estabilidade institucional. O procedimento descrito na nota também indica que a Presidência adotaria medidas processuais para consolidar a redistribuição e encaminhar os autos ao novo relator, que seria definido por sorteio, conforme as regras internas da Corte e as restrições aplicadas a quem participa do sorteio em casos específicos. Novo relator assume e caso segue em investigação no STF Após a redistribuição, o ministro André Mendonça passou a ser apontado como novo relator do caso, assumindo a condução dos próximos passos. A troca concentra nele a responsabilidade de avaliar pedidos, conduzir diligências e tomar decisões relacionadas ao avanço da investigação no âmbito do Supremo. A partir daqui, o foco tende a ficar em duas frentes. A primeira é técnica, garantir continuidade processual, manter a cadeia de custódia dos elementos já colhidos e decidir sobre providências ainda pendentes. A segunda é institucional, reduzir ruído político e evitar que o debate público sobre a relatoria contamine o andamento do caso. Com a definição do novo relator e a validação dos atos anteriores, o STF tenta equilibrar duas necessidades ao mesmo tempo. De um lado, assegurar que a investigação prossiga sem travas. Do outro, blindar o processo contra disputas sobre formalidades que poderiam atrasar, suspender ou fragilizar decisões futuras.

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Paraná Pesquisas aponta empate técnico entre Lula e Flávio em 2026

O cenário para a eleição presidencial de 2026 aparece altamente competitivo, segundo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado em 26 de dezembro de 2025. Nas simulações de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva surge numericamente à frente na maioria dos confrontos testados, porém em condição de empate técnico com nomes relevantes do campo conservador. No recorte que mais chamou atenção, Flávio Bolsonaro aparece tecnicamente empatado com Lula. O petista registra 44,1% das intenções de voto, enquanto o senador marca 41,0%. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, a distância de 3,1 pontos fica no limite estatístico e não permite cravar vantagem consolidada. A pesquisa também testou Lula contra Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro e Ratinho Júnior. Nos três cenários, o presidente mantém vantagem numérica, mas ainda dentro da margem. Os percentuais são 44,0% a 42,5% contra Tarcísio, 44,8% a 41,4% contra Michelle e 43,8% a 40,2% contra Ratinho Jr. Na prática, o levantamento retrata um segundo turno com disputas apertadas, onde variações pequenas podem alterar a fotografia do momento. Houve ainda uma simulação com Jair Bolsonaro, apesar de o ex-presidente estar inelegível. Nesse cenário, os números indicam 43,6% para Lula e 43,4% para Bolsonaro, diferença mínima, também caracterizada como empate técnico. O único confronto em que Lula abre vantagem fora da margem de erro é contra Tereza Cristina. A simulação aponta 44,6% para o presidente e 30,3% para a senadora, um intervalo amplo que, neste recorte, sugere maior conforto para o petista. Na metodologia, o instituto ouviu 2.038 eleitores presencialmente, entre 18 e 22 de dezembro de 2025, em 163 municípios, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Os gráficos abaixo resumem as principais simulações de segundo turno citadas no levantamento.

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Vila Rica recebe pacote de investimentos e Nininho acompanha entregas do governo

O deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho (Republicanos), acompanhou nesta quarta-feira (28) a agenda oficial de entregas e autorizações liderada pelo governador Mauro Mendes e pelo vice-governador Otaviano Pivetta no município de Vila Rica, na região do Araguaia. A programação reuniu anúncios e ações voltadas às áreas de infraestrutura, habitação e políticas sociais, com foco em ampliar investimentos e acelerar soluções para demandas locais. A presença do parlamentar ocorreu durante uma série de compromissos do Executivo estadual que buscaram consolidar entregas e destravar projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento regional. A agenda foi apresentada como parte do esforço do governo para reduzir gargalos históricos da região, especialmente em áreas que impactam diretamente a mobilidade, a qualidade de vida e o acesso a serviços públicos. A infraestrutura apareceu como um dos eixos centrais, com sinalização de autorizações e medidas destinadas a melhorar condições de deslocamento e logística no Araguaia. A expectativa é de que as ações contribuam para dar mais segurança ao tráfego, reduzir custos de transporte e fortalecer a integração entre municípios, fatores que influenciam tanto a rotina das famílias quanto a atividade econômica regional. No campo habitacional, a programação incluiu anúncios voltados à ampliação de soluções para moradia, tema sensível em municípios que enfrentam crescimento populacional e necessidade de regularização e oferta habitacional. A avaliação do governo é de que a habitação também atua como política social ao reduzir vulnerabilidades e oferecer mais estabilidade a famílias que dependem de programas públicos para sair do aluguel e conquistar a casa própria. As políticas sociais também estiveram na pauta, com foco em autorizações e encaminhamentos que podem ampliar o alcance de ações para famílias em situação de vulnerabilidade e para públicos que necessitam de acompanhamento do Estado. A intenção, conforme a agenda, é fortalecer a presença do governo em áreas essenciais, aproximando serviços e ampliando oportunidades. Ao acompanhar as atividades em Vila Rica, Nininho afirmou que a agenda reforça o compromisso do Estado com a região do Araguaia e contribui para acelerar respostas às demandas locais. A movimentação política também sinaliza articulação entre Legislativo e Executivo para garantir execução de obras e continuidade de programas, com expectativa de novos encaminhamentos a partir das autorizações formalizadas durante a visita oficial.

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Agenda em Israel vira vitrine de Flávio Bolsonaro no ano pré-eleitoral

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cumpriu nesta semana uma agenda em Israel em meio ao cenário de pré-campanha para 2026, com participação em uma conferência internacional de combate ao antissemitismo e um encontro com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A movimentação foi apresentada como parte de uma estratégia de projeção internacional e de aproximação com pautas que costumam mobilizar a base da direita brasileira. @flaviobolsonaro ♬ som original – Flávio Bolsonaro A participação ocorreu durante a 2ª Conferência Internacional sobre o Combate ao Antissemitismo, realizada em 26 e 27 de janeiro de 2026, em Jerusalém, com sessões no Knesset, o Parlamento israelense. Reportagens informam que o senador foi convidado e que a agenda também contou com a presença de Eduardo Bolsonaro, apontado como um articulador das viagens e contatos externos ligados ao campo bolsonarista. Nas redes sociais e em declarações atribuídas ao senador, Flávio agradeceu o convite, classificou como honra o encontro com autoridades israelenses e defendeu que o combate ao antissemitismo deve ser uma responsabilidade coletiva. A repercussão do encontro foi usada para justificar ausências em compromissos no Brasil, com o argumento de que a agenda internacional já estava previamente programada. Além do caráter simbólico, a viagem foi acompanhada de promessas políticas. Segundo registros de imprensa, Flávio afirmou que pretende retomar relações comerciais com Israel e defendeu a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém caso venha a ocupar a Presidência. O tema da embaixada é sensível na diplomacia e costuma gerar debate por envolver interesses geopolíticos, comércio exterior e posicionamentos históricos do Brasil em organismos internacionais. A leitura política, no entanto, vai além da pauta externa. Analistas e comentaristas têm destacado que a política internacional raramente é decisiva para o eleitor médio, mas pode funcionar como elemento de narrativa para segmentos específicos. No campo da direita, Israel aparece com frequência como símbolo em manifestações e discursos, o que torna a visita útil para reforçar identidade, coerência ideológica e conexão com apoiadores mais engajados. Ao mesmo tempo, o próprio evento em Israel também gerou críticas e controvérsias no noticiário internacional. Uma reportagem do jornal El País apontou que a conferência evidenciou a aproximação do governo Netanyahu com setores da ultradireita internacional, e registrou questionamentos de parte de comunidades judaicas no exterior sobre o perfil de alguns participantes e alianças políticas construídas sob o guarda-chuva do combate ao antissemitismo. No Brasil, a viagem tende a produzir dois efeitos simultâneos. Para apoiadores, a agenda funciona como sinal de prestígio e de alinhamento com uma causa considerada relevante, reforçando a imagem de um político com circulação internacional e discurso de valores. Para críticos, a movimentação pode ser lida como tentativa de gerar fatos políticos fora do país em um momento de disputa doméstica, além de importar para o debate nacional as polarizações associadas ao conflito no Oriente Médio. Com a eleição de 2026 no horizonte, a estratégia de viagens, encontros e participação em eventos no exterior sugere um esforço para consolidar posicionamento e ampliar capital político, tanto dentro da própria base quanto no tabuleiro de alianças. O impacto real nas urnas ainda é incerto, mas a mensagem é clara, Flávio Bolsonaro tenta associar sua pré-candidatura a uma agenda internacional com forte apelo simbólico para o seu eleitorado.

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Prefeitura define prazo para renovação da autorização para serviços de táxi e mototáxi

Os taxistas e mototaxistas devem ficar atentos ao prazo para renovação da autorização para exploração dos serviços de táxi e mototáxi em Rondonópolis. Um projeto de lei inerente à renovação do documento para 2026, de autoria do Poder Executivo, foi aprovado pela Câmara Municipal nesta quarta-feira (21). Conforme o Projeto de Lei 001/2026, o prazo de recebimento da solicitação de renovação (recadastramento) do termo de permissão  dos profissionais em questão será do dia 19 de fevereiro de 2026 a 21 de março de 2026, sem incidência de multa, e para o período de  23 de março de 2026 a 22 de abril de 2026, com incidência de multa. Conforme o projeto aprovado, a medida busca assegurar maior controle, organização e atualização cadastral, permitindo ao  Município fiscalizar adequadamente os serviços, bem como oportunizar aos permissionários o cumprimento de suas obrigações legais. Os permissionários mototaxistas  deverão anexar  ao  requerimento  de renovação os documentos exigidos no artigo 16 da lei  municipal 6.840/2011, e os taxistas, os documentos exigidos no artigo 39 da lei municipal 9.386/2017. O requerimento de renovação e os respectivos documentos deverão ser digitalizados e encaminhados através do endereço eletrônico setrat.transporteurbano@gmail.com Fonte: Assessroia

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Confira as atrações culturais do Brilhos de Natal do Rondon Plaza neste final de semana

A agenda natalina do Rondon Plaza segue neste final de semana com muitas atrações gratuitas que vão da dança clássica às músicas natalinas na praça de eventos do shopping, que recebeu uma decoração especial para esta época do ano. De sexta-feira (05/12) a domingo (07/12), das 16h às 20h, a presença dele abrilhanta o local, Papai Noel estará no Brilhos de Natal para tirar fotos e conversar com a criançada. Já no sábado (06/12), o dia será marcado pela dança clássica, às 17h, a companhia Laura Cristina Ballet com “Ballet Moderno” e na sequência, às 18h, La Belle Ballet “Girando o Mundo”. O domingo (07/12), também será especial, onde às 16h, o Coralzinho do Colégio Adventista se apresentará músicas cristãs e natalinas, como explica o coordenador do grupo, Raubert Costa. “O grupo é composto por alunos do 1º até o 5º ano, ele tem em média 20 integrantes de 6 a 11 anos. Em relação ao repertório que os alunos vão apresentar temos são músicas natalinas remetendo a cristo e ao nascimento de Cristo”, disse. Logo em seguida, o musical “Busque a Cristo”, com jovens da Igreja de Jesus Cristo dos últimos Dias fecha a programação musical, às 17 horas. ALDEIA RONDON – Nesta sexta-feira (05/12), a partir das 20h, atrações em dose dupla no Circuito Rock Aldeia Rondon, com a apresentação da cantora Camila Ranzzani e o grupo Rua Augusta, que trarão em seus repertórios muito rock e flashbacks. E a melhor entrada gratuíta para os clientes do Aldeia Rondon. Fonte: Assessoria

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Dr. José Felipe destaca que anúncio de hospital universitário será marco histórico para a Saúde de Rondonópolis

O vereador José Felipe Horta, o Dr. José Felipe (PL), afirmou que a possível vinda do ministro da Educação, Camilo Santana, a Rondonópolis, para anunciar oficialmente a implantação do Hospital Universitário, representa um marco para a Saúde pública do município e de toda a região sul do Estado.Médico e defensor da proposta desde o início, o parlamentar explicou que trabalha pela criação da unidade há cerca de dois anos. Em fevereiro deste ano, ele esteve em Brasília acompanhado do senador Wellington Fagundes (PL) e da reitora da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), Analy Polizel, em reunião com a diretoria da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para avançar na articulação.“O mais difícil nós conseguimos no começo deste ano, que foi convencer a Ebserh da necessidade da construção do hospital universitário e eles concordaram”, destacou o vereador.Segundo Dr. José Felipe, o compromisso inicial do governo federal era apenas implementar o curso de Medicina, sem a construção do hospital. A nova tratativa, no entanto, apresentou como um das alternativas que poderia ser feita com um modelo de parceria no qual o Estado construiria o prédio, enquanto o Ministério da Educação equiparia e manteria a unidade por meio da Ebserh. O investimento total previsto é de R$ 300 milhões, com a oferta de 250 leitos.O vereador argumentou ainda que a parceria é mais vantajosa para Mato Grosso do que a construção isolada de um novo Hospital Regional. “Neste caso, o Estado teria de construir, equipar, manter e contratar sozinho”, observou.No entanto, agora há possibilidade do Governo Federal assumir na totalidade a obra com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).Dr. José Felipe também adiantou que o futuro Hospital Universitário de Rondonópolis deve seguir um perfil semelhante ao do Hospital Júlio Müller, em Cuiabá, mantido pela Universidade Federal de Mato Grosso instituição na qual ele próprio se formou.Para o parlamentar, a chegada do hospital representa um divisor de águas. “Vai trazer mais investimentos, mais leitos e ainda melhorar muito o nosso curso de Medicina”, concluiu. Fonte: Assessoria

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