Fotografia colorida em plano médio mostra duas mulheres negras, colaboradoras da APAE, sorrindo calorosamente para a câmera. Elas estão lado a lado, em pé, dentro de uma cozinha industrial limpa e bem iluminada por janelas ao fundo. Ambas seguram embalagens do programa "Agrosolidário". A mulher à esquerda veste uma camiseta branca com o logo da APAE de Cáceres; ela segura um pacote amarelo de bebida de soja sabor maracujá. A mulher à direita veste uma camiseta branca com estampas e mangas coloridas; ela segura um pacote roxo de bebida de soja sabor uva. À direita, vê-se uma grande panela de alumínio no fogão.

Nutrição e Afeto: A Força da Soja na Transformação de Vidas na APAE de Cáceres

O impacto de uma parceria sólida vai muito além dos números; ele é sentido no prato, no desenvolvimento e no sorriso de quem recebe o cuidado. Há seis anos, a APAE de Cáceres conta com o apoio fundamental da Aprosoja Mato Grosso, por meio do programa Agrosolidário. O que começou como uma doação de produtos à base de soja tornou-se um pilar nutricional para cerca de 140 crianças, jovens e adultos, oferecendo um suporte que atravessa os portões da instituição e chega ao seio das famílias assistidas. Para a presidente da APAE, Erika Pinto de Arruda, o trabalho é uma missão de acolhimento integral. Com 146 alunos matriculados, a instituição não se limita ao ensino, oferecendo desde transporte gratuito até suporte jurídico e médico. A bebida de soja enviada pela Aprosoja MT foi incorporada de forma estratégica ao cardápio diário, sendo servida em vitaminas e bolos logo no café da manhã e no lanche, garantindo que o aluno esteja bem alimentado antes do almoço e do retorno para casa. Erika ressalta que esse benefício se estende às famílias, muitas vezes numerosas e em situação de vulnerabilidade, fortalecendo o vínculo comunitário e garantindo segurança alimentar onde ela é mais necessária. A versatilidade do alimento é celebrada por quem coloca a mão na massa. Na cozinha da APAE, a colaboradora Maria Gonçalina de Almeida Silva transforma a bebida de soja em pães, biscoitos e vitaminas que encantam pelo sabor e pelo visual. Ela conta que os sabores de morango e uva deixam os preparos com uma cor rosada que desperta o apetite dos alunos. Maria, que também é mãe de uma das atendidas, testemunha os resultados na prática: a facilidade de ingestão para alunos com dificuldades motoras ou restrições alimentares tem gerado ganhos visíveis de peso e saúde, combatendo a desnutrição de forma saborosa e nutritiva. Além do suporte alimentar, a instituição segue inovando no campo pedagógico. Segundo a coordenadora Leonildes Maria Catalan, a APAE hoje trabalha com projetos focados em esporte, lazer, arte e danças pantaneiras, fundamentais para o desenvolvimento integral. Nesse contexto, a parceria com o Agrosolidário se mostra essencial, especialmente para aqueles que dependem de dietas líquidas ou pastosas. Ao unir o compromisso do setor produtivo com a dedicação dos educadores de Cáceres, o programa reafirma que a soja produzida no estado é, acima de tudo, um instrumento de inclusão e qualidade de vida para o povo mato-grossense. Fonte: Aprosoja MT

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Fachada de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h). Em primeiro plano à direita, um totem verde indica a entrada de ambulâncias com uma seta. Ao fundo, o prédio térreo com detalhes em azul e vermelho, cercado por gramado

Gestão diminui tempo de espera por atendimento na UPA

Um levantamento realizado pela coordenação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de Rondonópolis, apontou importante redução no tempo de espera por atendimento no local em 2025, primeiro ano da gestão Cláudio Ferreira, no comparativo com 2024. O diretor técnico da UPA, Rafael Aguiar Mistrinel, e o diretor geral da Rede Hospitalar do Município, Antonion Pereira de Oliveira, atribuem essa melhora, especialmente, a abertura da Policlínica Central, em fevereiro de 2025, que desafogou a UPA e possibilitou atender a população de forma mais rápida.  Até 2024, a UPA concentrava todo o atendimento, com mais de 100 mil pacientes recebidos no ano. Já em 2025, com as medidas adotadas pela gestão, a UPA realizou 63.324 atendimentos e a Policlínica Central 60.714, promovendo a distribuição da demanda e melhorando a prestação de serviços. Para se ter uma ideia, em dezembro de 2024, o tempo médio de espera por atendimento de urgência na UPA era de 00:45:18. Já em dezembro de 2025, esse tempo foi reduzido para 00:21:11. Com relação aos casos com pouca urgência, o tempo foi reduzido de 01:59:44 em 2024 para 00:38:32 em 2025. “Tivemos ainda, além da Policlínica, o apoio da gestão em promover uma melhor organização técnica da escala médica, com cobertura adequada dos plantões e otimização dos fluxos assistenciais, o que refletiu diretamente na qualidade do atendimento. Destaco ainda o comprometimento e a dedicação de toda a equipe para alcançarmos esse resultado”, explica o diretor técnico da UPA, Rafael Mistrinel. A Policlínica Central também segue com tempo de espera para atendimento semelhante ao da UPA. Em dezembro de 2025, por exemplo, casos urgentes tiveram tempo médio de 00:19:30, casos pouco urgentes tempo médio de 00:40:56 e casos não urgentes de 00:50:35, situação em que na UPA, em 2024, poderia chegar a mais de duas horas de espera. “A gestão do prefeito Cláudio Ferreira mostra que, com planejamento e responsabilidade, é possível melhorar a cada dia a saúde pública. Esses números mostram o resultado concreto de uma gestão que trabalha com seriedade e compromisso com as pessoas”, reforça o secretário Municipal de Saúde, Mykaell Vitorino. Fonte: Assessoria

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Grupo de seis pessoas participa de reunião em sala de escritório, sentados ao redor de uma mesa com documentos e notebook.

Saúde define fluxo de atendimento durante período sazonal de doenças virais

Com a volta às aulas e o retorno do convívio entre as crianças, é observado um aumento nos casos de doenças virais entre elas. Neste período são comuns os resfriados, gripes e a bronquiolite, doença que causa maior preocupação. De forma antecipada, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde já organizaram o fluxo de atendimento para esse período sazonal, visando garantir a melhor prestação de serviço para as crianças. Inicialmente, os pais e responsáveis devem procurar as unidades básicas de saúde para os casos leves e moderados, bem como as unidades que funcionam como terceiro turno, sendo Cidade de Deus, Vila Olinda, Vila Rica e Itamaraty. Casos moderados e graves devem ser direcionados para o Pronto Atendimento Infantil. “Hoje a pediatria atende de 200 a até 350 crianças por dia, e a previsão nesse período é que aumente para até 600 crianças por dia. Por isso, para que todos sejam atendidos com tranquilidade e sem muita espera, pedimos para que os pais procurem inicialmente as unidades básicas de saúde”, explica Antonion Pereira, que é diretor da Rede Hospitalar de Urgência e Emergência do Município. O médico Rafael Mistrinel, diretor técnico da UPA, ressaltou que mesmo com poucos dias de aulas retomadas as unidades já registraram um aumento de cerca de 30% no volume de atendimentos. “Ainda está tranquilo, mas esperamos que após o carnaval esse aumento já cresça, podendo chegar a até 300% diariamente. Pedimos que, em caso de sintomas gripais leves, o postinho mais próximo seja procurado”, ressaltou Rafael. Fonte: assessoria

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Morango do amor viral nas redes sociais que preocupa dentistas e CFO

Morango do amor pode causar danos irreversíveis à saúde bucal, alerta CFO

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) emitiu um alerta oficial sobre os riscos que o morango do amor pode representar para a saúde bucal. A receita viral, que conquistou milhões de visualizações nas redes sociais, tem preocupado profissionais da área odontológica devido aos potenciais danos aos dentes e gengivas. A combinação de ingredientes específicos presente na preparação pode causar problemas bucais graves, incluindo erosão dentária e inflamações gengivais que, em casos extremos, podem se tornar irreversíveis. A popularização da receita nas plataformas digitais gerou uma corrida de pessoas em busca dos ingredientes necessários para reproduzir o doce em casa. No entanto, a falta de informação sobre os riscos associados ao consumo frequente tem levado muitos usuários a desenvolverem hábitos que podem comprometer seriamente a estrutura dentária. O CFO ressalta que a ausência de orientação profissional durante o consumo deste tipo de alimento pode resultar em complicações que exigirão tratamentos odontológicos complexos e custosos. O que é o morango do amor e por que preocupa dentistas O morango do amor consiste em uma preparação que combina morangos frescos com ingredientes altamente açucarados e ácidos. A receita viral inclui leite condensado, creme de leite, açúcar refinado, corantes artificiais e, em algumas versões, substâncias com alto teor de acidez que intensificam o sabor da fruta. Esta combinação cria um ambiente extremamente favorável para a proliferação de bactérias na cavidade oral, especialmente quando consumida sem os devidos cuidados de higiene bucal. A textura pegajosa do doce faz com que os resíduos se aderam facilmente aos dentes, permanecendo em contato prolongado com o esmalte dentário. Este contato estendido com açúcares e ácidos provoca a desmineralização do esmalte, processo que pode evoluir para cáries profundas em questão de semanas. Além disso, a alta concentração de açúcar alimenta as bactérias presentes na boca, levando à produção de ácidos que atacam diretamente a estrutura dentária e podem causar gengivite e periodontite. A preocupação dos profissionais se intensifica pelo fato de que muitos consumidores não realizam a higienização adequada após o consumo. A combinação de ingredientes do morango do amor requer cuidados específicos de limpeza bucal, incluindo escovação imediata e uso de fio dental para remoção completa dos resíduos. A negligência destes cuidados pode resultar em danos permanentes que comprometem não apenas a estética do sorriso, mas também a funcionalidade mastigatória. Riscos comprovados e recomendações do CFO O Conselho Federal de Odontologia identificou diversos casos de pacientes que desenvolveram problemas bucais graves após o consumo regular do doce viral. Entre as complicações mais frequentes estão a erosão do esmalte dentário, formação acelerada de cáries, inflamação gengival severa e sensibilidade dentária extrema. Em situações mais graves, alguns pacientes apresentaram necrose pulpar, condição que exige tratamento de canal ou até mesmo extração dentária. Os profissionais alertam que crianças e adolescentes representam o grupo de maior risco, uma vez que seus dentes ainda estão em processo de mineralização e são mais suscetíveis aos danos causados por açúcares e ácidos. O CFO recomenda que pais e responsáveis orientem os jovens sobre os riscos associados ao consumo excessivo e supervisionen a higiene bucal após a ingestão do doce. A entidade também sugere que o consumo seja limitado a ocasiões especiais e sempre acompanhado de medidas preventivas adequadas. Para minimizar os danos, o Conselho Federal de Odontologia estabeleceu um protocolo de cuidados que inclui escovação imediata com pasta fluoretada, uso obrigatório de fio dental, enxague com solução fluoretada e consulta odontológica preventiva para avaliação de possíveis danos. A entidade enfatiza que estes cuidados são essenciais para prevenir complicações que podem resultar em tratamentos complexos e perda dentária prematura. O CFO também recomenda que pessoas com predisposição a problemas bucais evitem completamente o consumo da receita viral.

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ministro da saúde do Brasil em reunião internacional com bandeiras do Mercosul ao fundo

Brasil assume protagonismo no Mercosul e defende a produção regional de medicamentos

Durante a pandemia de Covid-19, o mundo aprendeu da pior forma: depender da boa vontade do mercado global para acesso a vacinas e medicamentos é uma armadilha. Muitos países ficaram na fila, enquanto grandes potências acumulavam doses. O Brasil, ciente desse cenário, decidiu mudar o jogo. Agora, está à frente de um plano estratégico que visa o fortalecimento da produção regional de medicamentos, vacinas e tecnologias em saúde em toda a América do Sul. Mais do que um discurso político, essa iniciativa já começa a se transformar em ação. E tem tudo para reposicionar o Brasil como referência sanitária, tecnológica e industrial no hemisfério sul. Brasil assume a liderança regional na saúde O movimento foi oficializado na 56ª Reunião de Ministros da Saúde do Mercosul e países associados, em junho de 2025. Na ocasião, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu a integração da produção regional como forma de promover autonomia sanitária, melhorar o acesso da população a tratamentos essenciais e reduzir a dependência externa. Em julho, o Brasil assume a Presidência Pro Tempore do Mercosul na área da Saúde, ganhando protagonismo para liderar a implementação de políticas conjuntas, negociações internacionais e investimentos em tecnologias emergentes. Um dos focos será consolidar parcerias com a União Europeia para fomentar a transferência de conhecimento técnico e científico. Por que o fortalecimento da produção regional é urgente Há três razões principais que explicam a importância dessa mudança estratégica: 1. Redução da vulnerabilidade internacionalA pandemia escancarou os riscos da centralização global da produção de medicamentos e vacinas. Ao desenvolver infraestrutura local, o Brasil e seus vizinhos poderão responder com agilidade às emergências sanitárias. 2. Geração de tecnologia e inovação localCom investimentos em centros como Fiocruz, Butantan e Embrapii, o Brasil quer internalizar plataformas tecnológicas como a de RNA mensageiro (mRNA), capazes de gerar vacinas modernas para diversas doenças. 3. Garantia de acesso para todosProduzir na América do Sul também significa reduzir custos e acelerar a distribuição. Isso favorece especialmente as populações mais vulneráveis, que historicamente são as últimas a receber insumos em momentos de crise. Estratégias que serão lideradas pelo Brasil A proposta brasileira inclui uma série de ações articuladas, tanto no nível regional quanto global: O que já está em andamento no Brasil Apesar de parecer um projeto de médio prazo, muita coisa já saiu do papel. A seguir, veja os principais investimentos e frentes em andamento: Projeto Descrição Investimento estimado Fiocruz – Plataforma mRNA Desenvolvimento de vacinas contra Covid, Zika e Influenza com tecnologia mRNA R$ 100 milhões Butantan – Unidade de Biotecnologia Nova linha de produção para vacinas com tecnologia de RNA e proteínas recombinantes R$ 60 milhões Embrapii – Centros de Competência Formação de profissionais para produção de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA) R$ 60 milhões Compras Públicas Regionais Alianças para garantir demanda e viabilidade econômica das fábricas locais Não divulgado Parcerias com União Europeia e OMS Negociações em andamento para importação tecnológica e cooperação científica Em estruturação Esses dados evidenciam que o Brasil não apenas discursou — ele já está executando. A produção regional como ferramenta de justiça social Um dos grandes objetivos desse movimento é combater as desigualdades no acesso à saúde. Com produção próxima dos territórios mais carentes, espera-se: Esse novo modelo quebra a lógica antiga, onde países ricos decidem quem recebe, quanto e quando. Com a produção regionalizada, o poder de decisão volta para as mãos da América do Sul. O papel da ciência brasileira na virada de chave Historicamente, o Brasil tem tradição em saúde pública e ciência e esse novo cenário reforça esse papel. A Fiocruz, por exemplo, foi essencial na produção da vacina contra Covid-19. Agora, com a inclusão de novas tecnologias, o país quer se posicionar na fronteira científica de produção de imunizantes. Além disso, a combinação entre universidades, centros tecnológicos e investimentos em inovação abre caminho para a formação de novos polos de biotecnologia que podem beneficiar também o setor privado e exportações no futuro. O que muda para o cidadão comum Talvez a pergunta mais importante: como isso afeta quem está do outro lado, esperando uma vacina no posto ou um remédio no SUS? A resposta é simples: com mais vacinas sendo fabricadas aqui, os prazos diminuem, a fila anda e o risco de faltar produto em momentos críticos cai drasticamente. Além disso, o país se fortalece para enfrentar novas pandemias que, como todos sabem, infelizmente não são eventos raros. Conclusão O Brasil decidiu agir e não mais apenas reagir. O plano de fortalecimento da produção regional de medicamentos, vacinas e tecnologias em saúde é um passo ousado e necessário diante dos desafios que o mundo enfrentou recentemente. Ao assumir a presidência do Mercosul na área da saúde e liderar investimentos locais robustos, o país se posiciona como centro técnico, científico e estratégico da América do Sul. Mais do que protagonismo político, é uma chance real de garantir acesso justo, inovação nacional e resposta rápida às crises. Se tudo caminhar como planejado, o Brasil pode deixar de ser apenas um consumidor de tecnologias para se tornar fornecedor, líder e referência em soberania sanitária no continente. Fonte: Redação

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