A cantora Preta Gil morreu neste domingo 20 de julho aos 50 anos em Nova York. A família divulgou que ela não resistiu a complicações do tratamento contra um câncer de intestino diagnosticado em janeiro de 2023. A artista estava nos Estados Unidos para uma terapia experimental e planejava retornar ao Brasil em UTI aérea, mas apresentou piora repentina e veio a óbito. O pai, Gilberto Gil, agradeceu o carinho de fãs e informou que detalhes do velório serão anunciados em breve.
Trajetória de duas décadas e impacto cultural
Filha de Gilberto Gil e Sandra Gadelha, Preta iniciou carreira solo em 2003, misturando pop samba e axé em oito álbuns de estúdio. Ficou conhecida pelo bloco de Carnaval Bloco da Preta que arrastava multidões no Rio de Janeiro. Também apresentou programas de TV e participou de campanhas em defesa da diversidade corporal e dos direitos LGBTQIA+.
Colegas de profissão como Ivete Sangalo Xuxa Luciano Huck e Pabllo Vittar lamentaram a perda e destacaram a energia contagiante da cantora. O governador do Rio e o ministro da Cultura publicaram notas de pesar ressaltando a relevância de Preta para a música brasileira e para o ativismo social.
Velório aberto e pedido de respeito
O corpo será velado no Rio de Janeiro em local ainda não definido com cerimônia aberta ao público. Familiares pedem privacidade durante o luto e sugerem que fãs enviem mensagens de apoio nas redes oficiais em vez de presentes. Ainda não há informações sobre sepultamento. Com a morte de Preta Gil, a música brasileira perde uma voz que unia alegria irreverência e engajamento, deixando legado que seguirá vivo nas letras e na memória de quem acompanhou sua trajetória.
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Fonte: Redação





