A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registro do Lampit® (nifurtimox), medicamento indicado para o tratamento da doença de Chagas em pacientes pediátricos. A autorização contempla desde recém-nascidos com peso mínimo de 2,5 quilos até adolescentes menores de 18 anos, ampliando as opções terapêuticas para uma doença que ainda representa um importante desafio de saúde pública no Brasil. A doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e está entre as chamadas doenças negligenciadas, grupo de enfermidades que historicamente recebe menor investimento em pesquisa, desenvolvimento de medicamentos e vacinas. No Brasil, ela afeta principalmente populações em situação de maior vulnerabilidade social. Um dos principais desafios da doença é sua evolução silenciosa. Em muitos casos, a infecção pode permanecer sem sintomas por anos, dificultando o diagnóstico precoce. Quando não tratada, pode provocar complicações graves, especialmente no coração e no sistema digestivo, aumentando significativamente o risco de morbidade e mortalidade. O Lampit® é um medicamento antiparasitário cujo mecanismo de ação consiste na produção de substâncias que danificam o Trypanosoma cruzi, promovendo sua eliminação do organismo e contribuindo para o controle da infecção. O registro do medicamento foi oficializado por meio da Resolução nº 2.631/2026, publicada no Diário Oficial da União, representando um avanço no tratamento da doença de Chagas em crianças e adolescentes e reforçando as estratégias de enfrentamento de uma enfermidade que ainda afeta milhares de brasileiros. Fonte: Ministério da Saúde
AGEFIBRO conquista novo para melhorar acolhimento em Rondonópolis
A Associação Gente de Fibra (AGEFIBRO) celebrou um marco importante em sua trajetória com a inauguração oficial de seu novo espaço de atendimento em Rondonópolis. Localizada na região central da cidade, na Avenida Tiradentes, esquina com a Rua Arnaldo Estevão de Figueiredo, a nova sede foi celebrada com um café da manhã especial e já está de portas abertas para receber associados e o público geral. A conquista foi viabilizada por meio de uma cooperação com o Sindicato dos Agricultores Familiares de Rondonópolis, Itiquira e São José do Povo, que disponibilizou a estrutura necessária para o funcionamento da entidade. O novo local representa um avanço significativo na assistência, oferecendo mais privacidade, conforto, acessibilidade e acolhimento para as pessoas que convivem diariamente com as dores da fibromialgia. Durante a cerimônia, uma das principais pautas defendidas pelas lideranças e autoridades presentes foi a necessidade urgente de ampliação das políticas públicas de saúde voltadas especificamente para os pacientes fibromialgicos. A presidente da AGEFIBRO, Eliane Barbosa, destacou a importância do novo ambiente e reforçou que é preciso avançar continuamente nos serviços prestados para garantir mais qualidade de vida aos assistidos. Ela relembrou as dificuldades enfrentadas no endereço anterior, onde o atendimento ocorria em uma área compartilhada, sem a privacidade adequada e sem as condições ideais para acolher quem busca ajuda. De forma complementar, a presidência do sindicato parceiro, representada por Solange Santana, reiterou que a união fortalece o compromisso social e consolida uma vitória expressiva para ambas as instituições. Além de contar com uma sala exclusiva, mobiliada e climatizada, a parceria assegura à AGEFIBRO o uso do auditório do sindicato para a realização de reuniões, palestras, capacitações e eventos institucionais. Outro benefício anunciado no encontro foi a possibilidade de extensão do plano odontológico mantido pelo sindicato aos membros da associação, expandindo a rede de cuidados preventivos. O evento de inauguração também contou com a presença da terapeuta Lucília Gasparelo, do Instituto Consciência Curativa, que abordou a missão da instituição no tratamento de dores crônicas e invisíveis, além de projetar futuras parcerias e atendimentos em conjunto com a AGEFIBRO para fortalecer a rede de apoio na região.
Gestão diminui tempo de espera por atendimento na UPA
Um levantamento realizado pela coordenação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de Rondonópolis, apontou importante redução no tempo de espera por atendimento no local em 2025, primeiro ano da gestão Cláudio Ferreira, no comparativo com 2024. O diretor técnico da UPA, Rafael Aguiar Mistrinel, e o diretor geral da Rede Hospitalar do Município, Antonion Pereira de Oliveira, atribuem essa melhora, especialmente, a abertura da Policlínica Central, em fevereiro de 2025, que desafogou a UPA e possibilitou atender a população de forma mais rápida. Até 2024, a UPA concentrava todo o atendimento, com mais de 100 mil pacientes recebidos no ano. Já em 2025, com as medidas adotadas pela gestão, a UPA realizou 63.324 atendimentos e a Policlínica Central 60.714, promovendo a distribuição da demanda e melhorando a prestação de serviços. Para se ter uma ideia, em dezembro de 2024, o tempo médio de espera por atendimento de urgência na UPA era de 00:45:18. Já em dezembro de 2025, esse tempo foi reduzido para 00:21:11. Com relação aos casos com pouca urgência, o tempo foi reduzido de 01:59:44 em 2024 para 00:38:32 em 2025. “Tivemos ainda, além da Policlínica, o apoio da gestão em promover uma melhor organização técnica da escala médica, com cobertura adequada dos plantões e otimização dos fluxos assistenciais, o que refletiu diretamente na qualidade do atendimento. Destaco ainda o comprometimento e a dedicação de toda a equipe para alcançarmos esse resultado”, explica o diretor técnico da UPA, Rafael Mistrinel. A Policlínica Central também segue com tempo de espera para atendimento semelhante ao da UPA. Em dezembro de 2025, por exemplo, casos urgentes tiveram tempo médio de 00:19:30, casos pouco urgentes tempo médio de 00:40:56 e casos não urgentes de 00:50:35, situação em que na UPA, em 2024, poderia chegar a mais de duas horas de espera. “A gestão do prefeito Cláudio Ferreira mostra que, com planejamento e responsabilidade, é possível melhorar a cada dia a saúde pública. Esses números mostram o resultado concreto de uma gestão que trabalha com seriedade e compromisso com as pessoas”, reforça o secretário Municipal de Saúde, Mykaell Vitorino. Fonte: Assessoria
Se você nunca pensou em colocar folha de louro na geladeira, comece agora
Descubra os benefícios da folha de louro na geladeira: elimina odores, combate bactérias e conserva alimentos naturalmente. Saiba como usar.
Brócolis contaminado mata duas pessoas e interna 17 na Itália: botulismo confirmado
Brócolis contaminado em sanduíche vendido por food truck em Diamante mata duas pessoas e deixa 17 internadas na Itália. Botulismo é causa confirmada.
Morango do amor pode causar danos irreversíveis à saúde bucal, alerta CFO
O Conselho Federal de Odontologia (CFO) emitiu um alerta oficial sobre os riscos que o morango do amor pode representar para a saúde bucal. A receita viral, que conquistou milhões de visualizações nas redes sociais, tem preocupado profissionais da área odontológica devido aos potenciais danos aos dentes e gengivas. A combinação de ingredientes específicos presente na preparação pode causar problemas bucais graves, incluindo erosão dentária e inflamações gengivais que, em casos extremos, podem se tornar irreversíveis. A popularização da receita nas plataformas digitais gerou uma corrida de pessoas em busca dos ingredientes necessários para reproduzir o doce em casa. No entanto, a falta de informação sobre os riscos associados ao consumo frequente tem levado muitos usuários a desenvolverem hábitos que podem comprometer seriamente a estrutura dentária. O CFO ressalta que a ausência de orientação profissional durante o consumo deste tipo de alimento pode resultar em complicações que exigirão tratamentos odontológicos complexos e custosos. O que é o morango do amor e por que preocupa dentistas O morango do amor consiste em uma preparação que combina morangos frescos com ingredientes altamente açucarados e ácidos. A receita viral inclui leite condensado, creme de leite, açúcar refinado, corantes artificiais e, em algumas versões, substâncias com alto teor de acidez que intensificam o sabor da fruta. Esta combinação cria um ambiente extremamente favorável para a proliferação de bactérias na cavidade oral, especialmente quando consumida sem os devidos cuidados de higiene bucal. A textura pegajosa do doce faz com que os resíduos se aderam facilmente aos dentes, permanecendo em contato prolongado com o esmalte dentário. Este contato estendido com açúcares e ácidos provoca a desmineralização do esmalte, processo que pode evoluir para cáries profundas em questão de semanas. Além disso, a alta concentração de açúcar alimenta as bactérias presentes na boca, levando à produção de ácidos que atacam diretamente a estrutura dentária e podem causar gengivite e periodontite. A preocupação dos profissionais se intensifica pelo fato de que muitos consumidores não realizam a higienização adequada após o consumo. A combinação de ingredientes do morango do amor requer cuidados específicos de limpeza bucal, incluindo escovação imediata e uso de fio dental para remoção completa dos resíduos. A negligência destes cuidados pode resultar em danos permanentes que comprometem não apenas a estética do sorriso, mas também a funcionalidade mastigatória. Riscos comprovados e recomendações do CFO O Conselho Federal de Odontologia identificou diversos casos de pacientes que desenvolveram problemas bucais graves após o consumo regular do doce viral. Entre as complicações mais frequentes estão a erosão do esmalte dentário, formação acelerada de cáries, inflamação gengival severa e sensibilidade dentária extrema. Em situações mais graves, alguns pacientes apresentaram necrose pulpar, condição que exige tratamento de canal ou até mesmo extração dentária. Os profissionais alertam que crianças e adolescentes representam o grupo de maior risco, uma vez que seus dentes ainda estão em processo de mineralização e são mais suscetíveis aos danos causados por açúcares e ácidos. O CFO recomenda que pais e responsáveis orientem os jovens sobre os riscos associados ao consumo excessivo e supervisionen a higiene bucal após a ingestão do doce. A entidade também sugere que o consumo seja limitado a ocasiões especiais e sempre acompanhado de medidas preventivas adequadas. Para minimizar os danos, o Conselho Federal de Odontologia estabeleceu um protocolo de cuidados que inclui escovação imediata com pasta fluoretada, uso obrigatório de fio dental, enxague com solução fluoretada e consulta odontológica preventiva para avaliação de possíveis danos. A entidade enfatiza que estes cuidados são essenciais para prevenir complicações que podem resultar em tratamentos complexos e perda dentária prematura. O CFO também recomenda que pessoas com predisposição a problemas bucais evitem completamente o consumo da receita viral.
Brasil assume protagonismo no Mercosul e defende a produção regional de medicamentos
Durante a pandemia de Covid-19, o mundo aprendeu da pior forma: depender da boa vontade do mercado global para acesso a vacinas e medicamentos é uma armadilha. Muitos países ficaram na fila, enquanto grandes potências acumulavam doses. O Brasil, ciente desse cenário, decidiu mudar o jogo. Agora, está à frente de um plano estratégico que visa o fortalecimento da produção regional de medicamentos, vacinas e tecnologias em saúde em toda a América do Sul. Mais do que um discurso político, essa iniciativa já começa a se transformar em ação. E tem tudo para reposicionar o Brasil como referência sanitária, tecnológica e industrial no hemisfério sul. Brasil assume a liderança regional na saúde O movimento foi oficializado na 56ª Reunião de Ministros da Saúde do Mercosul e países associados, em junho de 2025. Na ocasião, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu a integração da produção regional como forma de promover autonomia sanitária, melhorar o acesso da população a tratamentos essenciais e reduzir a dependência externa. Em julho, o Brasil assume a Presidência Pro Tempore do Mercosul na área da Saúde, ganhando protagonismo para liderar a implementação de políticas conjuntas, negociações internacionais e investimentos em tecnologias emergentes. Um dos focos será consolidar parcerias com a União Europeia para fomentar a transferência de conhecimento técnico e científico. Por que o fortalecimento da produção regional é urgente Há três razões principais que explicam a importância dessa mudança estratégica: 1. Redução da vulnerabilidade internacionalA pandemia escancarou os riscos da centralização global da produção de medicamentos e vacinas. Ao desenvolver infraestrutura local, o Brasil e seus vizinhos poderão responder com agilidade às emergências sanitárias. 2. Geração de tecnologia e inovação localCom investimentos em centros como Fiocruz, Butantan e Embrapii, o Brasil quer internalizar plataformas tecnológicas como a de RNA mensageiro (mRNA), capazes de gerar vacinas modernas para diversas doenças. 3. Garantia de acesso para todosProduzir na América do Sul também significa reduzir custos e acelerar a distribuição. Isso favorece especialmente as populações mais vulneráveis, que historicamente são as últimas a receber insumos em momentos de crise. Estratégias que serão lideradas pelo Brasil A proposta brasileira inclui uma série de ações articuladas, tanto no nível regional quanto global: O que já está em andamento no Brasil Apesar de parecer um projeto de médio prazo, muita coisa já saiu do papel. A seguir, veja os principais investimentos e frentes em andamento: Projeto Descrição Investimento estimado Fiocruz – Plataforma mRNA Desenvolvimento de vacinas contra Covid, Zika e Influenza com tecnologia mRNA R$ 100 milhões Butantan – Unidade de Biotecnologia Nova linha de produção para vacinas com tecnologia de RNA e proteínas recombinantes R$ 60 milhões Embrapii – Centros de Competência Formação de profissionais para produção de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA) R$ 60 milhões Compras Públicas Regionais Alianças para garantir demanda e viabilidade econômica das fábricas locais Não divulgado Parcerias com União Europeia e OMS Negociações em andamento para importação tecnológica e cooperação científica Em estruturação Esses dados evidenciam que o Brasil não apenas discursou — ele já está executando. A produção regional como ferramenta de justiça social Um dos grandes objetivos desse movimento é combater as desigualdades no acesso à saúde. Com produção próxima dos territórios mais carentes, espera-se: Esse novo modelo quebra a lógica antiga, onde países ricos decidem quem recebe, quanto e quando. Com a produção regionalizada, o poder de decisão volta para as mãos da América do Sul. O papel da ciência brasileira na virada de chave Historicamente, o Brasil tem tradição em saúde pública e ciência e esse novo cenário reforça esse papel. A Fiocruz, por exemplo, foi essencial na produção da vacina contra Covid-19. Agora, com a inclusão de novas tecnologias, o país quer se posicionar na fronteira científica de produção de imunizantes. Além disso, a combinação entre universidades, centros tecnológicos e investimentos em inovação abre caminho para a formação de novos polos de biotecnologia que podem beneficiar também o setor privado e exportações no futuro. O que muda para o cidadão comum Talvez a pergunta mais importante: como isso afeta quem está do outro lado, esperando uma vacina no posto ou um remédio no SUS? A resposta é simples: com mais vacinas sendo fabricadas aqui, os prazos diminuem, a fila anda e o risco de faltar produto em momentos críticos cai drasticamente. Além disso, o país se fortalece para enfrentar novas pandemias que, como todos sabem, infelizmente não são eventos raros. Conclusão O Brasil decidiu agir e não mais apenas reagir. O plano de fortalecimento da produção regional de medicamentos, vacinas e tecnologias em saúde é um passo ousado e necessário diante dos desafios que o mundo enfrentou recentemente. Ao assumir a presidência do Mercosul na área da saúde e liderar investimentos locais robustos, o país se posiciona como centro técnico, científico e estratégico da América do Sul. Mais do que protagonismo político, é uma chance real de garantir acesso justo, inovação nacional e resposta rápida às crises. Se tudo caminhar como planejado, o Brasil pode deixar de ser apenas um consumidor de tecnologias para se tornar fornecedor, líder e referência em soberania sanitária no continente. Fonte: Redação
Qualidade de vida no trabalho ganha destaque e se torna prioridade nas empresas
Falar sobre qualidade de vida no trabalho nunca foi tão importante. Em um mundo cada vez mais acelerado, o bem-estar dos trabalhadores se tornou uma preocupação central dentro das empresas e também uma demanda da sociedade. A ideia de que basta oferecer um salário competitivo ficou para trás. Hoje, as pessoas buscam ambientes saudáveis, equilibrados e humanos para trabalhar. Mas o que é, afinal, qualidade de vida no trabalho? O conceito envolve um conjunto de ações que buscam melhorar o dia a dia dos funcionários, considerando não apenas as condições físicas do local, mas também aspectos emocionais, sociais e até mesmo o propósito profissional. Uma boa relação com colegas, reconhecimento pelo trabalho, oportunidades de crescimento e equilíbrio entre vida pessoal e profissional são alguns dos fatores que contribuem para esse bem-estar. Leia Também Especialistas afirmam que investir nisso não é apenas uma questão de “gentileza corporativa”. Empresas que se preocupam com a saúde e satisfação dos seus colaboradores têm funcionários mais motivados, produtivos e engajados. Além disso, registram menos faltas e demissões, o que reduz custos e melhora os resultados.Entre as iniciativas das empresas, se sobressaem os planos de benefícios, que incluem plano de saúde, auxílio combustível, alimentação, incentivo ao ensino superior, programa de participação nos lucros e resultados, plano de promoções e carreira, favoráveis ao desenvolvimento dos profissionais.Para a diretora executiva da Refrigerantes Marajá S/A, Ulana Bruehmueller a qualidade de vida no trabalho é fundamental também para as relações interpessoais mais saudáveis, redução de conflitos e fortalecimento do espírito de equipe. “Empresas que promovem qualidade de vida são mais atrativas para profissionais qualificados e conseguem manter seus talentos por mais tempo”, ressaltou. Fonte: Pauta Pronta
Medicamento Aprovado pela Anvisa Promete Retardar Avanço do Alzheimer: O que Você Precisa Saber
Novo medicamento aprovado pela Anvisa promete retardar o Alzheimer e melhorar a qualidade de vida de pacientes nos estágios iniciais da doença.