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lf leiloes Atitude MT

LF Leilões abre temporada 2026 em Rondonópolis com leilão digital e novo escritório

Atitude,  SOCIAL

O agronegócio de Rondonópolis ganhou mais um capítulo de destaque no dia 7 de fevereiro, data que marcou a abertura da temporada 2026 da LF Leilões no município. O Leilão Digital Criadores reuniu nomes relevantes do setor pecuário no Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias, em uma noite de negócios acelerados, encontros estratégicos e forte movimentação, reforçando o peso da cidade no mapa do agro em Mato Grosso. Com uma dinâmica moderna e alinhada ao novo perfil do mercado, o leilão digital mostrou como a tecnologia vem ampliando o alcance e a eficiência das negociações, aproximando criadores, compradores e investidores em um ambiente seguro e ágil. O clima foi de otimismo, com transações em ritmo intenso e participação ativa do público presente, evidenciando a força da pecuária regional e a capacidade de Rondonópolis em sediar eventos de alto nível. Além do protagonismo comercial, a noite também teve um momento simbólico e de valorização pública. Na ocasião, esta colunista realizou a entrega do Troféu do Prêmio Destaque do Ano 2025, reconhecendo personalidades que contribuem diretamente para o fortalecimento do agronegócio na região. A premiação trouxe um tom de celebração e prestígio, destacando histórias, trajetórias e iniciativas que impulsionam o desenvolvimento do setor. O evento ainda marcou outro passo importante, a inauguração do escritório da LF Leilões em Rondonópolis. A chegada da estrutura fixa amplia a presença da marca no município e fortalece o relacionamento com produtores locais, oferecendo um ponto de apoio para atendimento, aproximação institucional e suporte a negócios ao longo do ano. Na prática, o novo escritório simboliza continuidade, reforça a confiança do mercado e sinaliza que a cidade passa a ter ainda mais participação na agenda da empresa. A abertura da temporada 2026, portanto, foi além de um leilão. Foi uma vitrine do agro em movimento, com negócios, reconhecimento e expansão institucional em uma mesma noite. Rondonópolis mostrou, mais uma vez, por que segue como referência quando o assunto é pecuária forte, ambiente favorável para investimentos e eventos que conectam tradição e inovação. Fonte: Redação

16/02/2026 / 0 Comentários
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governador mauro mendes Atitude MT

Mauro Mendes cita Haliti Paresi como exemplo de produção com preservação

AGRO,  Cultura,  Noticias do MT

O governador Mauro Mendes usou a experiência do povo Haliti Paresi, na região de Campo Novo do Parecis, como exemplo de produção agropecuária dentro de território indígena com preservação ambiental e manutenção cultural. Na fala, ele destacou que a etnia está organizada em cooperativas e ocupa uma parcela pequena do território para plantar, mantendo a maior parte da área preservada, junto com costumes e língua. Ao comentar o modelo, o governador afirmou que os Haliti Paresi “estão organizados hoje em quatro cooperativas” e que “estão plantando hoje mais de 20 mil hectares dentro da reserva deles”, que, segundo ele, tem “1 milhão e 200 mil hectares”. Mendes reforçou a ideia de uso proporcional reduzido ao dizer que a produção ocupa “em torno de 2% desse território”, enquanto o restante permanece preservado, incluindo a cultura e a língua das crianças. Dados divulgados pela Funai em publicações oficiais apontam que as lavouras cultivadas por Haliti Paresi, Nambikwara e Manoki ocupam perto de 20 mil hectares de um total de aproximadamente 1,3 milhão de hectares, o que corresponde a cerca de 1,7% da área, número próximo do percentual mencionado pelo governador. O discurso do governador também trouxe uma defesa direta de políticas que, na visão dele, ampliem oportunidades de trabalho e renda para povos indígenas. No trecho divulgado, ele afirmou que “os índios querem dignidade, querem trabalhar, querem produzir e com seu trabalho sustentar sua família”. Em seguida, ele concluiu que o caso é “um exemplo que tem que ser seguido no Brasil inteiro”. A experiência citada por Mendes é frequentemente mencionada em debates sobre etnodesenvolvimento e autonomia produtiva. Reportagens do setor agro registram o número de 20 mil hectares como referência do projeto agrícola e destacam a continuidade do modelo ao longo dos anos, com produção em escala e organização comunitária. No âmbito institucional, há registros de apoio do Governo de Mato Grosso a iniciativas ligadas às cooperativas do povo Haliti Paresi. Em 2021, a Secretaria de Comunicação do Estado informou que o governador garantiu uma linha de crédito durante audiência com representantes da Cooperativa Agropecuária do Povo Indígena Haliti Paresi, a Coopiparesi, com foco em beneficiar famílias indígenas de Campo Novo do Parecis e região, incluindo produção e projetos de sustentabilidade. A fala do governador ganhou projeção porque conecta três temas de alto impacto no estado, produção, preservação e autonomia econômica. Ao citar que a área cultivada é pequena em relação ao território total, Mendes buscou sustentar o argumento de que é possível produzir sem comprometer a proteção ambiental e, ao mesmo tempo, fortalecer dignidade e renda das comunidades envolvidas. Fonte: Redação

15/02/2026 / 0 Comentários
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atitude mt lf leiloes em rondonopolis Atitude MT

LF Leilões abre temporada em Rondonópolis e movimenta o agro com leilão digital

AGRO,  Atitude,  Rondonópolis

O 5º Leilão Digital Criadores de Rondonópolis marcou a abertura da temporada 2026 da LF Leilões na região e reuniu criadores, compradores e convidados neste sábado, 7 de fevereiro, no Parque de Exposições de Rondonópolis, Wilmar Peres de Farias. A programação começou às 13h e reforçou o peso da cidade como polo pecuário, com negócios acontecendo em ritmo forte e participação ativa de fazendeiros da região e de outros municípios. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por LF LEILÕES ®️ (@lfleiloesmt) Segundo a organização, o leilão foi um sucesso absoluto, com volume expressivo de lances e resultado acima da expectativa, ultrapassando R$ 9 milhões em vendas de gado. A leitura interna é de que a combinação entre oferta selecionada, credibilidade e transmissão digital ajudou a acelerar negociações e ampliar o alcance do evento. A própria LF Leilões reforçou, nas chamadas do leilão, a proposta de conectar criadores e compradores com agilidade e segurança, mantendo o padrão de procedência dos lotes. Além do leilão, o dia também marcou a inauguração do escritório da LF Leilões em Rondonópolis, instalado no ambiente da Exposul, como novo ponto de apoio comercial e operacional para a região. Em avaliação feita durante o evento, a chegada do escritório foi apresentada como um reforço para o agronegócio local, ampliando a presença da empresa e facilitando negócios recorrentes, tanto para quem vende quanto para quem compra. A iniciativa foi tratada como um passo estratégico em uma praça onde o agro já é forte e altamente pulsante. A solenidade contou com presença de lideranças e convidados, incluindo o presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis e a colunista social Mara Oliveira, que acompanhou o evento e realizou entrevista com os responsáveis pela LF Leilões. No encontro, a avaliação destacada foi a de que a estrutura local tende a gerar reflexos positivos no comércio e na cadeia de serviços do agro, fortalecendo a cidade como rota de negócios e atraindo mais movimentação para o calendário pecuário. Com atuação no mercado de leilões e foco em ambiente digital, a LF Leilões se apresenta como uma empresa que busca fomentar a pecuária brasileira e ampliar acesso a lotes e transmissões ao vivo, com operações recorrentes ao longo do ano. Fonte: Redação

08/02/2026 / 0 Comentários
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Perdas pós-colheita viram gargalo e pesam no bolso do agro em 2026

AGRO

A safra brasileira de grãos 2025/2026 caminha para mais um recorde, com produção estimada em mais de 350 milhões de toneladas, segundo projeção da Conab. O volume reforça a força do Brasil como fornecedor global, mas também expõe um problema que, em ano de colheita cheia, fica ainda mais caro, as perdas no pós-colheita. Levantamentos citados no setor indicam que as perdas ao longo da cadeia podem chegar a até 20% da produção, puxadas principalmente por falhas no armazenamento, controle inadequado de umidade e limitações logísticas. Em vez de ser um detalhe operacional, o pós-colheita passa a decidir a margem do produtor, porque qualquer erro de medição, secagem, impureza ou estocagem vira desconto direto na rentabilidade. O cenário fica mais sensível por um gargalo estrutural. A Abimaq estima que o déficit da capacidade estática de armazenagem já supera 118 milhões de toneladas. Na prática, isso significa mais grãos disputando menos espaço, com maior pressão por eficiência, giro rápido e decisões certeiras sobre secagem e conservação. Quando o sistema não acompanha o crescimento da produção, aumentam as filas, os custos e o risco de perda de qualidade. A discussão ganha dimensão quando os números históricos entram na conta. Apenas em 2020, o Brasil teria perdido 36,7 milhões de toneladas de grãos, o equivalente a cerca de 15% da produção de culturas como arroz, cevada, milho, soja e trigo, conforme dados citados pela Conab. Em momentos de preços mais altos, esse desperdício tende a representar impacto financeiro bilionário para o setor. No centro desse problema está um ponto que parece simples, mas define resultado, medir e controlar umidade com precisão. Segundo Jessica Lima, engenheira de soluções da linha Fast Factory da Toledo do Brasil, quando se fala em grandes volumes, qualquer imprecisão se reflete em desperdícios, custos adicionais e perda de previsibilidade ao longo de toda a cadeia. A lógica é direta, o grão fora do padrão perde qualidade, pesa menos no resultado, exige retrabalho e, em muitos casos, se torna mais vulnerável a deterioração. A resposta do setor, portanto, tende a combinar gestão e tecnologia. O artigo cita soluções de medição rápida de umidade, com correção automática por temperatura e operação simplificada, como forma de padronizar processos e reduzir variáveis no pós-colheita. A ideia é transformar controle em rotina e não em “apagar incêndio” quando o problema já apareceu. Em uma safra recorde, o pós-colheita deixa de ser etapa final e vira etapa decisiva. Quem reduz perdas preserva margem, melhora previsibilidade e sustenta competitividade, mesmo com limitações de armazenagem e logística apertada.

05/02/2026 / 0 Comentários
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Chapéu ou capacete, o que muda para o peão no campo

AGRO

A discussão sobre “trocar o chapéu pelo capacete” ganhou força após um caso no Tocantins e uma autuação por ausência de EPI. Especialistas e entidades do agro afirmam que não existe uma regra nova obrigando todo trabalhador rural a abandonar o chapéu, a exigência depende do risco da atividade e da análise técnica feita na propriedade. O que a norma realmente exige A base do debate está na NR-31, que trata de segurança e saúde no trabalho rural e vale para atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. A norma estabelece que as medidas de prevenção e os EPIs devem ser definidos conforme os riscos presentes em cada tarefa, e não por uma regra genérica para toda a rotina do campo. Na prática, o capacete é indicado e pode ser exigido quando há risco real de impacto na cabeça, como em atividades com possibilidade de queda de objetos, trabalhos em estruturas, reformas, silos e situações equivalentes. Essa leitura foi reforçada pela Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás, por meio da assessora jurídica Rosirene Curado, ao afirmar que não houve inclusão recente que obrigue capacete em tarefas como o pastoreio, e que a exigência continua vinculada ao risco identificado. Outro ponto que gerou ruído é a confusão entre capacete de segurança e capacete de trânsito. Quando o deslocamento ocorre em motocicleta, o uso é obrigatório por regras de trânsito, não por imposição específica da legislação trabalhista rural. Responsabilidade da fazenda e impacto nas rotinas Mesmo quando há resistência do trabalhador, a responsabilidade pelo cumprimento das normas de segurança recai sobre o empregador. Especialistas citados no debate lembram que a fiscalização tende a cobrar a adoção do EPI adequado quando o risco existe, e a ausência pode gerar autuação e responsabilização da fazenda. A engenheira de segurança do trabalho e instrutora do Senar, Carolina Melo Prudente, reforça que o chapéu não é proibido, mas não substitui o capacete quando a atividade oferece risco. A orientação, segundo ela, é olhar para o risco real, e não tratar a medida como ataque à tradição. O tema também chegou ao Congresso. O deputado Rodolfo Nogueira apresentou um projeto para sustar efeitos de uma Portaria nº 104/2026 do Ministério do Trabalho, sob o argumento de que o texto poderia ampliar interpretações e abrir margem para multas em situações tradicionais. Para propriedades rurais, o caminho mais seguro é técnico e preventivo: mapear riscos, registrar o que cada função exige, treinar equipe e padronizar o fornecimento e o uso de EPI. O chapéu continua como símbolo cultural, mas, quando a tarefa expõe o trabalhador a risco de impacto, a proteção deve vir primeiro, por segurança, por responsabilidade legal e por gestão profissional da fazenda.

05/02/2026 / 0 Comentários
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Entidades divulgam nota técnica sobre uso de EPIs como chapéu e capacete no campo

AGRO,  Rondonópolis

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) por meio do seu representante local, o Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis, divulgou uma nota técnica para esclarecer o uso de chapéu e do capacete nas atividades rurais no campo previsto na Norma Regulamentadora (NR-31). A entidade destaca que a norma, em vigor desde 2005, determina que o empregador implemente o Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR) na propriedade, instrumento que exige a identificação dos riscos ocupacionais e a adoção de medidas preventivas proporcionais a cada atividade. Segundo a CNA, no PGRTR devem constar todos os riscos ocupacionais, como químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes, além das medidas de prevenção a serem adotadas para cada risco. Dessa forma, a definição do Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado deve ser feita caso a caso, com base em análise técnica. Na nota, a CNA pontua que o chapéu é reconhecido na NR-31 como uma forma de proteção contra intempéries climáticas e faz parte dos dispositivos de proteção pessoal listados na norma. Em relação ao capacete, o item é usado como segurança para proteger o trabalhador contra impactos e traumas durante o exercício da atividade. Na publicação, a confederação ressalta que a norma passou por atualização em 2020 e que a revisão não incluiu qualquer obrigação inédita de uso de capacete nem proibição de chapéu. “As alterações tiveram como objetivos principais simplificar e desburocratizar a norma, deixando mais claras as regras existentes, sem comprometer a segurança do trabalho”, afirma a nota. A confederação conclui ressaltando a importância de o produtor rural continuar cumprindo a NR-31, ao realizar a gestão de riscos, fornecer EPIs adequados às atividades e promover a segurança do trabalhador.Outras informações entre em contato pelos telefones (66) 3423-2990 ou (66) 99956-5283. Fonte: Assessoria

04/02/2026 / 0 Comentários
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TCU abre auditoria em crédito rural e mira possível venda casada

AGRO

O Tribunal de Contas da União decidiu abrir uma auditoria operacional para verificar se há conformidade na concessão de crédito rural e se existem indícios de práticas abusivas, incluindo possível venda casada, em operações realizadas por bancos públicos e acompanhadas pelo Banco Central. A medida foi aprovada em 28 de janeiro de 2026, por meio de acórdão do plenário do TCU. A auditoria vai alcançar Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia (Basa), BNDES e Banco do Nordeste (BNB). Além do tema da venda casada, o trabalho também prevê análise sobre transparência de taxas e encargos cobrados de produtores rurais, além da adequação de governança e controles internos das instituições financeiras públicas federais na execução dessa política pública. No caso do Banco Central, o foco será avaliar a atuação supervisora do órgão no acompanhamento dessas operações. O objetivo, segundo o texto aprovado, é checar se o modelo de fiscalização e os controles existentes são suficientes para garantir que a política de crédito rural seja executada com regras claras e proteção ao tomador do crédito. O acórdão não prevê, neste momento, auditoria direta em bancos privados. Ainda assim, o voto do relator do processo, Benjamin Zymler, aponta que o TCU tem competência para analisar instituições privadas quando as operações de crédito rural envolvem recursos públicos, como fundos constitucionais ou recursos do Tesouro usados para subsídios, incluindo operações ligadas ao Plano Safra. A abertura da auditoria teve origem em um pedido aprovado em dezembro pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que solicitou a fiscalização sobre a execução do crédito rural. O TCU informou que reduziu parte do escopo inicialmente sugerido, porque alguns pontos já haviam sido tratados em auditorias e processos recentes, como temas ligados a desvio de finalidade e transparência de subvenções econômicas. Ao fim do trabalho, o tribunal informou que os resultados e eventuais medidas posteriores serão comunicados ao presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS).

29/01/2026 / 0 Comentários
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Sindicato Rural de Rondonópolis e Senar MT promovem cursos gratuitos de Inclusão Digital Rural

Rondonópolis,  Noticias do MT

O Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), estão com inscrições abertas para dois cursos gratuitos de inclusão digital rural voltados para pessoas iniciantes e para aqueles que estão no nível intermediário. O curso ocorrerá no Núcleo Avançado de Capacitação (NAC), no Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias. Com 20 horas/aula, as capacitações ocorrem entre os dias 19 a 21 de janeiro(iniciante) e de 21 a 23 de janeiro (intermediário), e tem como objetivo levar os alunos a realizarem as operações básicas em um computador, bem como em programas de processamento de texto, planilha, apresentação de slides e navegação na internet. O conteúdo contará com introdução à informática, Windows e seus programas, introdução à internet, serviços disponíveis na web: acesso à Internet e suas possibilidades, sites de navegação e pesquisas, e-mail: criar, enviar e receber, segurança da informação, tecnologias emergentes no meio rural, introdução ao pacote Microsoft Office 365: Paint, Word, Excel e PowerPoint. Em cada nível são apenas 10 vagas e para participar o aluno deve ter mais de 14 anos. Informações e inscrição podem ser feitas pelo telefone (66) 9956 5283. Fonte: Assessoria

05/01/2026 / 0 Comentários
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sinicato rurau de rondonopolis Atitude MT

Sindicato Rural realiza entrega de certificados a estagiários da UFR por atividades em 2025

Rondonópolis

O Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis promoveu a entrega de certificados a um grupo de 40 estudantes por meio de uma parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR). Os universitários de Agronomia, Zootecnia e Engenharia Agrícola e Ambiental atuaram em diversos eventos dentro do Parque Wilmar Peres de Farias e em especial pela participação na 51ª Exposul.Para o diretor do Sindicato Rural, Leandro Hinrichsen, destaca que os “estagiários” auxiliaram de forma fundamental para que as atividades realizadas durante o ano, com destaque pelo apoio com os animais do torneio leiteiro e na exposição nas argolas, onde com este trabalho os animais tiveram a melhor estadia na feira possível. “A participação deles é de grande relevância nos eventos dentro do parque, pois a Exposul não é apenas festa, e esse trabalho que desenvolvemos com a UFR é um exemplo disso, pois afinal de contas estamos preparando o profissional do futuro. E pelo segundo ano de parceria foi muito gratificante, a ajuda foi acima das expectativas e estaremos o ano que vem prontos para renovar essa parceria”, pontuou.A estudante de Zootecnia, Hayane Ribeiro Nogueira de 18 anos, conta que o período de estágio foi muito importante para que ela e os demais colegas se aproximam de um cenário mais real do conteúdo teórico “Foi muito legal, a gente conseguiu ter contato com os produtores, foi uma experiência única. Aprendemos coisas que não são ensinadas na faculdade, mas que na prática a gente consegue ter mais esse contato nessa interação entre as pessoas”, explicou.Em seu segundo ano participando como estagiário na Exposul, o universitário, Marco Tullio Alves Silva de 24 anos, estudante de Zootecnia também destaca a importância da vivência intensa que é um evento desta magnitude. “É uma experiência incrível e agregou bastante para minha carreira acadêmica. Assim como futuramente vai agregar com o meu destino profissional, onde a Exposul como sempre entrega qualidade e bastante experiência profissional para  gente no dia a dia”, finalizou. Fonte: Assessoria

09/12/2025 / 0 Comentários
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presidente dos Estados Unidos anuncia fim do tarifaço com a palavra chave Fim do Tarifaço EUA recuam e zeram sobretaxa do agronegócio brasileiro entenda o peso da inflação na decisão de Trump

EUA zeram tarifa e aliviam o agro brasileiro

ECONOMIA,  AGRO

EUA encerram a sobretaxa sobre produtos do agronegócio brasileiro em decisão influenciada pela inflação interna e pelo recuo estratégico de Trump.

21/11/2025 / 0 Comentários
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