Fotografia aérea de uma vasta área agrícola sob um céu nublado. À direita, um trator verde acoplado a uma plantadeira amarela e preta opera em um terreno que apresenta faixas de terra escura e úmida intercaladas com restos de palhada seca. Ao fundo, a linha do horizonte revela a imensidão da propriedade rural.

Desafio climático: Chuvas constantes comprometem o potencial da safra de milho em Mato Grosso

O setor agrícola de Mato Grosso enfrenta um desafio climático significativo que tem colocado os produtores rurais em estado de alerta. O excesso de precipitações tem atrasado o ritmo da semeadura da safra de milho 2025/26, empurrando as atividades para fora da janela ideal de plantio e gerando preocupações sobre a produtividade final. Esse atraso é um efeito cascata que começou ainda em novembro de 2025, com a semeadura da soja impactada pela falta de chuva, e que se agravou durante a colheita pelo excesso hídrico. Dados do projeto Aproclima, da Aprosoja MT, revelam um cenário severo: entre 25 de dezembro de 2025 e 25 de fevereiro de 2026, municípios como Diamantino, Nova Mutum, Vera, Sinop, Cláudia, Matupá e Querência registraram acumulados de até 900 milímetros, enquanto em outras áreas o volume variou de 150 a 500 milímetros. Esse excesso de chuva impede o tráfego de maquinários, sob risco de compactação e degradação do solo, deixando o agricultor à espera de melhores condições. O diretor financeiro da Aprosoja MT, Nathan Belusso, explica que o milho é uma cultura tecnicamente mais sensível que a soja, exigindo atenção redobrada: qualquer perda de estande devido às enxurradas gera um impacto direto e negativo na produtividade final. A vice-presidente sul da entidade, Laura Battisti Nardes, reforça que o prejuízo vai além da quantidade, pois o excesso de umidade durante a germinação e o crescimento compromete a viabilidade econômica e a qualidade dos grãos. Para produtores como Fábio Luis Bratz, de Nova Ubiratã, o sentimento é de cautela. Com o plantio ocorrendo fora da janela ideal, a preocupação central reside no comportamento do clima nos próximos meses, especificamente no período de floração. O produtor teme que, após o excesso atual, as chuvas cessem prematuramente, impedindo que o milho atinja seu potencial produtivo. Apesar do cenário incerto, o agricultor ressalta que o trabalho segue, com a esperança de que as condições meteorológicas se normalizem para cobrir os custos da safra. Diante dessas adversidades que impactam toda a cadeia produtiva, a Aprosoja MT segue monitorando as condições em todo o estado e apoiando os produtores para minimizar os prejuízos e garantir a continuidade das atividades no campo. Fonte: Aprosoja MT

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Painel informativo vertical com fundo azul e branco, posicionado no interior de um escritório de atendimento da prefeitura. O painel traz o título "Tudo na palma da sua mão!" e apresenta uma série de QR Codes para a emissão de documentos como IPTU, BCI, BCM e Certidões. Ao fundo, desfocado, vê-se um balcão de atendimento com funcionários trabalhando e alguns cidadãos sentados aguardando atendimento em um ambiente claro e organizado.

Prefeitura de Rondonópolis disponibiliza pagamento do IPTU 2026 a partir desta terça-feira (10)

O pagamento do IPTU 2026 em Rondonópolis vai estar disponível ao contribuinte a partir desta terça-feira (10/3). A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, anunciou que o imposto vai estar disponível para emissão de guias no portal da Prefeitura, podendo ser pago à vista com desconto de 20% até o dia 10 de abril de 2026. Além do desconto de 20% à vista, Rane repassa que o IPTU 2026 pode ser parcelado em até 9 vezes, mas sem o desconto. Novamente, ela destacou que o contribuinte vai contar com o IPTU Premiado, iniciativa exitosa idealizada pela gestão do prefeito Cláudio Ferreira. “Quem tiver em dia com todos os impostos, vai concorrer a uma camionete cabine dupla 4×4 0km, a 10 motos 0km de 110  cilindradas e ainda 10 geladeiras, modelo duplex com sistema frost free. Então, é um combo de oportunidades muito grande para o contribuinte poder estar sendo contemplado. Mas, para isso, ele tem que estar com todos os débitos regularizados”, observou. Em caso de algum débito de IPTU anterior, o contribuinte pode recorrer ao Quita Fácil, programa de regularização de débitos da atual gestão que também está em vigor neste ano de 2026. Pela internet, há 100% de desconto nos juros e na multa e, presencialmente, há 90% de desconto nos juros e na multa para pagamento à vista. Secretária municipal de Fazenda, Rane Curto: pagamento com desconto de 20% à vista vai estar disponível até 10 de abril. Foto – Marcos Miraglia Rane enfatiza que o IPTU 2026 não sofreu aumento – apenas a correção da inflação. “Somos obrigados a fazer a correção da inflação, porque, senão o poder público incorre em renúncia de receita. Existe uma lei municipal e uma lei federal que obrigam o Município a fazer essa atualização entre seus créditos”, explicou. As guias de IPTU podem ser obtidas pela internet através do link https://blue.rondonopolis.mt.gov.br/portal/rondonopolis/#/guias Fonte: Assessoria

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Fotografia da fachada da Unemat, Câmpus Avançado de Rondonópolis. A imagem mostra a estrutura do prédio em tons de azul e cinza sob um céu claro, com o logotipo da universidade e o nome da unidade em destaque em uma faixa branca na parte inferior.

Jornalismo da UNEMAT Rondonópolis celebra formação de novos profissionais

A Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) vive um momento de celebração com a graduação de uma nova turma de jornalistas em Rondonópolis. Nesta quarta-feira, 11 de março, às 19h (horário oficial de MT), será realizada a Solenidade de Colação de Grau Unificada dos Formandos 2025/2 no Espaço Tulipas. O evento coroa anos de dedicação e vivência acadêmica no Câmpus Avançado de Rondonópolis, marcando a entrega oficial de novos bacharéis ao mercado local e regional. Para a Coordenação do Curso de Jornalismo, esta formatura simboliza o fortalecimento da comunicação na região e o compromisso contínuo da universidade em formar profissionais éticos, críticos e preparados para os desafios contemporâneos da profissão. A solenidade celebra a trajetória de estudantes que, a partir de agora, assumem o papel fundamental de levar informação de qualidade à sociedade. A Coordenação parabeniza formalmente todos os formandos por esta conquista marcante e estende os cumprimentos aos professores e homenageados que foram essenciais em toda a jornada de aprendizado e crescimento.

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Foto em plano médio de três mulheres adultas e duas crianças sentadas em um sofá preto. Da esquerda para a direita: uma mulher mais velha de cabelos curtos e óculos; ao seu lado, um menino pequeno sentado no colo de uma mulher jovem de cabelos castanhos, que também segura um bebê. À direita, uma terceira mulher usa blazer branco, colar de pedras azuis e segura um livro ou pasta. Todas sorriem para a câmera em um ambiente iluminado por luz natural de uma grande janela ao fundo.

Produtora rural de Tapurah, Inez Catelan Lazarotto constrói uma história de superação no campo

A trajetória de Inez Catelan Lazarotto de 69 anos, é marcada por coragem, trabalho e resiliência. Agricultora do município de Tapurah, ela construiu no campo não apenas uma propriedade rural, mas um legado familiar que atravesse gerações. A produtora rural chegou a Mato Grosso ainda jovem, na década de 1970, acompanhando o esposo. O casal veio inicialmente para Sorriso, onde ele, junto de um tio, já havia iniciado a formação da propriedade familiar. Casada havia poucos anos, Inês viu a vida tomar rumos inesperados quando, em 1981, o marido sofreu um infarto. Com isso, ela precisou retornar ao Rio Grande do Sul com os filhos ainda pequenos. Anos mais tarde, quando o filho João Luiz completou 18 anos, a agricultora decidiu voltar a Mato Grosso para assumir parte da propriedade da família, fruto de uma sociedade familiar. O retorno definitivo aconteceu em 2002. Na época, a realidade era desafiadora: apenas 300 hectares abertos, nenhuma máquina, pouco recurso financeiro e uma infraestrutura praticamente inexistente. “Nós não tínhamos maquinário, não tínhamos dinheiro, nem nome, tínhamos apenas a terra. Era tudo estrada de chão, não tinha asfalto e nem energia. O mercado era precário, mas como nós não tínhamos muito dinheiro, nos contentávamos com o que tinha. Economizávamos, criamos porco, galinha, tudo isso para ter o que comer”, conta Inez. O trabalho era intenso. Faltava mão de obra, maquinário era escasso e as tarefas exigiam esforço coletivo. “Maquinário também não tínhamos, eram poucos. Até o primeiro trator, foi meu irmão que comprou e nos deu. Nossa, que alegria quando recebemos aquele trator”, relembra a produtora rural. Com o passar dos anos, a propriedade cresceu e a família também. De 300 hectares, a área foi sendo ampliada, sempre com muito sacrifício e dedicação. Em 2013, a chegada de mais apoio familiar fortaleceu ainda mais o trabalho, permitindo novos investimentos e expansão da atividade agrícola. Hoje, Inez de diz realizada. Mãe, avó de sete netos, ela celebra a união da família no campo. “Eu já tenho sete netos, a mais nova está com meses. É muito gratificante ver os filhos todos aqui comigo, juntos, apoiando, ajudando em tudo, na dificuldade. Na hora de chorar, choramos juntos, na hora de brigar, brigamos juntos, mas no final, tudo dá certo”, diz Inez com emoção sobre sua família. A produtora também destaca o papel da Aprosoja Mato Grosso na representatividade do produtor, para ela associação é fundamental na defesa dos produtores rurais e no fortalecimento da atividade agrícola em Mato Grosso. “A Aprosoja MT nos representa como produtor, nos ajuda, nos apoia, nos representa na bancada. Eles estão nos ajudando muito agora e acho que vão continuar nos ajudando também”, finaliza ela. No final, Inez Catelan Lazarotto se orgulha da sua trajetória e de tudo que passou para chegar onde está hoje. “Eu tenho orgulho de ser produtora rural. Passei por muita coisa, sofri, chorei, mas hoje eu quero só alegria com meus filhos. Sou grata a Deus por tudo o que construímos”, conclui ela. Fonte: Assessoria

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Foto aérea panorâmica de uma grande feira agropecuária ao entardecer. Em primeiro plano, vê-se a estrutura de estandes da Aprosoja MT, organizados para receber produtores. Ao fundo, o parque de exposições conta com diversas tendas, máquinas agrícolas e grande circulação de pessoas sob a luz dourada do pôr do sol.

Aprosoja MT intensifica presença em feiras para fortalecer diálogo com produtor rural

A presença da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) nas principais feiras agropecuárias do estado vai muito além da exposição de marcas; trata-se de uma reafirmação estratégica do compromisso com o produtor rural, consolidando esses eventos como espaços vitais para o diálogo, a inovação e o fortalecimento do setor. Em março, a agenda da associação contempla a Farm Show, em Primavera do Leste, entre os dias 8 e 13, e a Show Safra, em Lucas do Rio Verde, de 23 a 27, reafirmando o propósito de ouvir demandas e oferecer suporte técnico direto àqueles que movem o agronegócio mato-grossense. Para os núcleos regionais da associação, os estandes montados nos parques de exposição funcionam como um ponto de encontro e uma “casa” do produtor dentro das feiras. Segundo Cristian Willy Braun, delegado coordenador em Primavera do Leste, o ambiente aberto e acolhedor favorece o intercâmbio de informações e o contato direto com as lideranças, permitindo que o produtor acesse orientações sobre projetos como o CTECNOs, legislação ambiental e o Classificador Legal sem precisar se deslocar até a sede. Essa proximidade é fundamental para que a organização compreenda as particularidades de cada região, garantindo que suas ações e defesas políticas sejam pautadas na realidade vivida dentro das porteiras. Essa visão é compartilhada por Taisa Botton, delegada coordenadora em Lucas do Rio Verde, que destaca o papel de escuta ativa exercido durante esses encontros. Para ela, as feiras permitem que preocupações sobre logística, segurança jurídica e desafios operacionais sejam mapeadas de forma estruturada, tornando a atuação da associação muito mais eficiente. Além do suporte ao produtor, a vice-presidente Sul, Laura Battisti Nardes, reforça que a participação nestes eventos também serve como vitrine para a sociedade, promovendo a disseminação de conhecimento sobre o complexo industrial da soja e do milho e estreitando os laços entre o campo e o público urbano. Com presença já confirmada para abril na Parecis SuperAgro e na Norte Show, a associação segue cumprindo sua missão de representar com responsabilidade e estar sempre ao lado de quem produz. Fonte: Aprosoja MT

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Foto em plano médio de um homem e uma mulher sentados em uma bancada de estúdio de podcast. À esquerda, uma mulher de cabelos longos e castanhos veste uma camiseta branca e calça clara. À direita, um homem de barba, vestindo uma camisa social azul de mangas compridas, sorri para a câmera. Entre eles, há uma bancada de madeira com um detalhe em verde ondulado, onde estão dois microfones Shure com o logotipo "Apro360" e duas canecas brancas. Ao fundo, uma tela de TV exibe o logotipo verde e branco "Apro360", com decoração de grãos em frascos de vidro e iluminação neon.

Tributarista detalha principais mudanças da Reforma Tributária no Apro360

Com parte das alterações já em vigor neste ano, a recomendação é que o produtor esteja atento para evitar impactos financeiros e operacionais Dando continuidade à série de conteúdos sobre a Reforma Tributária, o Apro360, podcast da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), recebeu nesta quinta-feira (05.03), o tributarista Jonas da Costa. Durante o episódio, o especialista detalhou as principais mudanças nas formas de cálculo, a dinâmica de apuração dos impostos, o que está em vigor neste ano e orientou que os produtores se mantenham bem informados diante do novo cenário. Ao longo da conversa, Jonas destacou que a Reforma Tributária vai além da simples substituição de cinco tributos por dois. Segundo ele, a transformação mais significativa está na forma de cálculo e na apropriação dos créditos tributários. A mudança, além de burocrática, representa um novo contexto econômico e exige adaptação por parte do produtor rural, que precisará se adequar a uma nova lógica tributária. “Não só para o produtor, mas para toda a economia, nós temos a mudança desses cinco tributos por outros dois. Mas nós não estamos trocando somente a nomenclatura, mas sim formas de se calcular o tributo e formas de apropriar os créditos dessa tributação. O produtor rural teve, por muito tempo, uma tranquilidade, por ser pessoa física, em não ser contribuinte em PIS, Cofins e ICBS quase toda a cadeia é diferida. E agora a gente trocando esses cinco tributos por dois, o produtor pode ter que ser contribuinte. Mas é uma questão burocrática, economia e de mentalidade, também”, destacou. O tributarista também explicou quais mudanças já estão em vigor e antecipou os próximos passos do cronograma de transição. Segundo ele, em 2026 será um período de testes para calibrar as alíquotas da CBS e do IBS, preparando o setor para a implementação gradual do novo modelo, prevista para ser concluída em 2033. “Em 2026 nós estamos em período de teste, sendo 0.9 de ICBS e 0.1 de IBS, que é uma forma de calibrar qual vai ser a alíquota da ICBS no ano que vem, porque vai acabar o PIS, Cofins e a CBS. Então um produtor rural, que por ventura, teve um faturamento de três milhões e seiscentos em 2025, lá em 2027 ele já vai ser contribuinte da CBS. Portanto, é uma mudança estrutural muito grande. Em 2027 e 2028 nós teremos a CBS em pleno vigor. E em 2029 o ICMS e o ISS começa a dar vez ao IBS”, explicou Jonas da Costa. Durante o período de transição, Jonas reforçou que a principal responsabilidade do produtor rural será realizar a classificação correta dos grãos, já que os sistemas fiscais estão sendo parametrizados para o novo modelo. De acordo com ele, além de observar preços, será fundamental analisar para quem a venda está sendo realizada e qual a finalidade da operação, fatores que passam a impactar diretamente na tributação. “Os sistemas de emissão já estão sendo parametrizados para incluir o IBS e o ICBS, então a principal missão do produtor é fazer a classificação correta. E o que vai importar é para quem eu estou vendendo e qual a finalidade daquela venda. Uma venda para exportação já tem que deixar claro antes de sair da porteira, porque eu sei que essa operação será imune e não estará sujeita a IBS e ICBS em momento algum. Então eu tenho todos esses detalhes que precisam ser vistos antes da operação acontecer. Não basta escolher o menor preço na hora de comprar, porque pode ser que ele entregue o preço e não o crédito tributário. E quando for vender a minha produção, ele terá que pagar o IBS e ICBS e não terá crédito para compensar”, ressaltou. Para o especialista, o início das novas obrigações fiscais tende a ampliar o controle sobre as atividades produtivas. Ele alertou que o acompanhamento contábil será ainda mais essencial, já que a incidência tributária passa a impactar desde a compra até a emissão das notas fiscais, exigindo planejamento e atenção redobrada. “Daqui a pouco, com as obrigações do fisco vindo, nós vamos ter maior controle da lavoura porque a obrigação fiscal vai obrigar que isso aconteça. Mas, agora, a nossa recomendação é que o produtor esteja junto a seu contador, pois desde a compra do grão vai importar. Ele vai precisar do código certo que o fornecedor entregou, se não, não conseguirá usar o crédito depois e o momento da emissão da nota também vai importar. Muitas vezes, a forma de produzir também vai mudar”, finalizou Jonas. Desde o ano passado, o Apro360 tem recebido especialistas para detalhar e orientar o produtor rural mato-grossense sobre as mudanças previstas na Reforma Tributária. Com parte das alterações já em vigor neste ano, a recomendação é que o produtor esteja atento para evitar impactos financeiros e operacionais. Ao longo deste ano, novos convidados devem participar do podcast para aprofundar o debate e esclarecer dúvidas do setor. Fonte: Assessoria

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Foto em plano médio de duas mulheres em um ambiente festivo com decoração em tons de rosa. À esquerda, uma senhora de cabelos curtos grisalhos e óculos, vestindo blusa terracota, está sentada em uma poltrona de veludo rosada. À direita, uma mulher de cabelos longos e lisos, vestindo um vestido rosa-escuro, está em pé ao lado da senhora com as mãos gentilmente apoiadas em seus ombros. Ao fundo, uma parede rosa com iluminação decorativa e uma estrutura em arco.

8 de Março: O Equilíbrio entre a Determinação e a Sensibilidade no Mundo Contemporâneo

O Dia Internacional da Mulher, celebrado neste 8 de março, consolida-se anualmente como um marco de reflexão sobre o papel social e profissional das mulheres na contemporaneidade. Mais do que uma comemoração, a data propõe uma análise sobre a trajetória de conquistas que, historicamente, pavimentou o acesso feminino a espaços de decisão e liderança. Nesse contexto, a atuação da mulher atual destaca-se pela convergência entre a competência técnica e a inteligência emocional, elementos que, quando integrados, conferem uma identidade singular ao exercício das atividades cotidianas e corporativas. É possível observar que a presença feminina em diversos setores da sociedade é acompanhada por uma abordagem que valoriza a precisão, o zelo com os detalhes e a empatia nas relações interpessoais. Essa característica, frequentemente interpretada como um traço de suavidade, revela-se, na prática, como uma estratégia de gestão humanizada, capaz de fomentar ambientes colaborativos e produtivos. A capacidade de conciliar a firmeza necessária às demandas do mercado com uma visão voltada ao cuidado e ao propósito demonstra a resiliência inerente ao perfil da mulher moderna, que se reinventa sem abdicar de sua essência. Foto: Arquivo Pessoal Ao revisitar a importância do 8 de março, reconhece-se o impacto direto desse protagonismo na estrutura econômica e social vigente. A ocupação de novos espaços é o reflexo de uma evolução constante, fundamentada na superação de desafios estruturais e na afirmação de competências. Celebrar este dia, portanto, é validar a contribuição significativa que a união entre a determinação e a sensibilidade feminina confere ao progresso coletivo, reafirmando a necessidade contínua de equidade e de respeito às trajetórias que, diariamente, transformam a realidade e projetam o futuro. Por fim, o 8 de março permanece como um termômetro das conquistas alcançadas e um lembrete indispensável sobre o que ainda está por vir. Ao reconhecer o valor e a influência que a atuação feminina imprime na sociedade, a data convida a uma reflexão coletiva sobre a importância da valorização constante. É, acima de tudo, o reconhecimento de que o progresso é genuíno quando permite que a força e a essência feminina ocupem, com total legitimidade, o papel de protagonismo que lhes é de direito na construção de uma realidade mais equilibrada e justa para todos.

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LF Leilões participa da posse da nova diretoria do Sindicato Rural de Rondonópolis

A equipe da LF Leilões marcou presença na cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis, realizada na noite de terça-feira, 3 de março, no centro de eventos do Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias. O evento oficializou o início da gestão para o triênio 2026/2028 e reuniu importantes lideranças do agronegócio regional, consolidando parcerias estratégicas para o desenvolvimento do setor. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por LF LEILÕES ®️ (@lfleiloesmt) Representando a empresa, Andrea Sawamura, sócia-proprietária da LF Leilões, esteve presente junto com a equipe e demais proprietários da empresa, acompanhando a posse do novo presidente do sindicato, Beto Torremocha. A presença reforça o relacionamento consolidado da empresa com as entidades que representam o produtor rural e evidencia o fortalecimento das parcerias dentro do setor agropecuário mato-grossense. A LF Leilões mantém forte ligação com o ambiente do agronegócio de Rondonópolis e possui escritório estrategicamente instalado dentro do Parque de Exposições, local que concentra importantes eventos e negócios do setor na região. Reconhecida pela atuação destacada no mercado de leilões pecuários, a empresa atua conectando criadores, compradores e investidores do agronegócio, contribuindo significativamente para movimentar a economia rural e fortalecer a cadeia produtiva da pecuária regional. A participação da LF Leilões no evento de posse reforça seu compromisso institucional com o desenvolvimento sustentável do agro e com o crescimento estruturado do setor em Mato Grosso. A presença de Andrea Sawamura e da equipe demonstra que a empresa valoriza as relações institucionais e reconhece a importância das entidades representativas para o fortalecimento do agronegócio. O triênio 2026/2028 sob a presidência de Beto Torremocha inicia com expectativas positivas de crescimento e consolidação do setor produtivo rondonopolitano.

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Mulheres ganham espaço e assumem o protagonismo em diversas áreas da indústria

O cenário do corpo de colaboradores das indústrias e parques fabris espalhados pelo Brasil passa por uma transformação que não passa despercebida, se há duas décadas o ambiente industrial era dominado pela figura masculina. Hoje a presença feminina nas indústrias não é apenas uma questão de cota social, mas uma vantagem estratégica consolidada. De acordo com dados recentes do Observatório de Mato Grosso elaborado pelo Sistema Federação das Indústrias de Mato Grosso (Sistema Fiemt), a participação feminina no setor industrial do estado mantém uma trajetória de crescimento, ultrapassando os 22% de cargos ocupados, em áreas antes consideradas “pesadas”, como a metalurgia, automação e de operação de máquinas. Um destes postos de trabalho conquistado por uma mulher é da operadora de máquinas, Lucinéia Figueiredo, de 45 anos, que há cinco anos trabalha nas indústrias Refrigerantes Marajá. Ela conta que seu primeiro emprego foi como cobradora de ônibus, mas se encontrou mesmo profissionalmente na indústria, na empresa iniciou como inspetora de garrafas e com tempo subiu de função e atualmente é operadora de máquinas. “Eu gosto do que faço hoje, lá atrás foi a primeira vez que eu tinha entrado em uma indústria e não tinha noção de como que era, mas hoje eu prefiro trabalhar com máquina do que com gente. Quando comecei eram poucas mulheres na operação das máquinas e agora somos mais mulheres atuando, e deve ser porque somos mais caprichosas na hora de fazer as tarefas que os homens, não é?”, brincou. A Clarice Barros de Arruda de 26 anos, casada e com um filho de 5 anos, trabalha há quatro anos também Refrigerantes Marajá, hoje é uma operadora de máquinas, assim como Lucinéia. E viu na oportunidade de trabalhar na indústria de ajudar na renda familiar junto com o esposo. “Eu acho que é bem importante trabalhar, porque tem o lado financeiro também que traz mais tranquilidade para a família. Eu acho que vale a pena a correria de conciliar o lar e o trabalho, até porque nós mulheres temos que procurar o nosso próprio caminho. Então eu acho que a mulher tem que trabalhar, conquistar seus sonhos e coisas, eu prefiro ter meu próprio dinheiro para não precisar ficar pedindo para o marido”, disse. Segundo o gestor de Recursos Humanos da Refrigerantes Marajá, Tiago Bruehmueller Morinigo, a ascensão feminina na indústria já é uma realidade sem volta. Atualmente na empresa são 42 mulheres no quadro funcional de colaboradoras e estão espalhadas em diversos níveis da indústria. “Para nós é motivo de orgulho. A indústria tem mudado e mudado para melhor no nosso ponto de vista. Hoje, nós temos a possibilidade de contar com o trabalho das mulheres, isso faz toda a diferença, porque muitas vezes elas demonstram mais capacidade e competência do que antigamente se pensava em relação aos homens. Nós temos mulheres em diferentes áreas e uma parte significativa delas dentro da equipe de liderança, inclusive temos alguns setores que são chefiados por mulheres e isso para nós é uma coisa relevante também porque tradicionalmente as empresas sempre tiveram mais homens nos cargos de liderança e a gente já faz muitos anos a gente percebeu que isso era senso comum, e isso não faz a diferença”, comentou. Fonte; Assessoria

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Sindicato Rural de Rondonópolis e Senar MT capacitam mulheres em operação de máquinas agrícolas

O curso de operação em alta performance utilizando colheitadeira de grãos – CASE IH contou com 32 horas de aulas teóricas e práticas e com 8 participantes O Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis em conjunto com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar MT) promoveu durante esta semana o curso de operação de colheitadeira de grãos voltado exclusivamente para mulheres. A capacitação gratuita contou com a participação de oito alunas e também foi ministrada por uma instrutora credenciada ao Senar MT. O vice-presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis, Leandro Hinrichsen, destacou a homenagem em alusão ao mês da mulher e ao mesmo tempo a ação representando um incentivo para que cada vez mais mulheres se inserem nas diversas áreas do campo. “No dia 8, comemoramos o Dia Internacional da Mulher e nada mais justo que a gente promovesse um curso específico. Além do intuito de fomentar a capacitação e para dizer para todas as mulheres que percam o receio, que elas podem ter acesso ao setor do agronegócio, trabalhando com uma máquina dessa. Nossa demanda no estado é muito grande por esse tipo de mão de obra, e tenho certeza que existe demanda e existe a necessidade também das pessoas se qualificarem para entrar no mercado de trabalho”, disse. O diretor da regional Rondonópolis do Senar MT, Eduardo Pio, explica que durante este mês serão realizados três treinamentos exclusivos para mulheres, em máquinas, colheitadeiras e tratores. “Esse é o nosso objetivo capacitar e formar mão de obra, para todo o estado do Mato Grosso, e sabemos do capricho e atenção a mais que as mulheres têm, onde temos relatos de várias empresas nossas aqui da região que preferem hoje contratar diversas mulheres para estarem trabalhando com as máquinas, porque tem números mostram a redução de custos em peças, problemas com máquinas, trocas de equipamentos, por todo o cuidado que a mulher tem ao manusear e operar esses equipamentos”, destacou. O treinamento de 32 horas foi comandado pela tecnóloga em mecanização e agricultura de precisão e pós-graduada em fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas, Camila Gaspar, que é instrutora credenciada junto ao Senar MT há 11 anos. “O treinamento aqui foi muito bom, uma turma muito boa de pessoas empenhadas, com muita vontade de aprender, de executar essas atividades e ao final do treinamento aqui, elas vão estar qualificadas para estar trabalhando na operação da colhedora de grãos, desde os cuidados básicos com manutenção até uma operação segura deste equipamento”, pontuou. Para Andressa Santos Correia, gerente de comunicação e marketing do Grupo Fertimig, o treinamento foi muito rico em aprendizado. “A experiência é muito válida, é interessante ver os cursos profissionalizantes que o Senar oferece para nós, para todas as pessoas interessadas e que fazem parte do agronegócio. E mostra para nós, como empresa que devemos buscar essas qualificações para os nossos colaboradores. Então convivi bastante com pessoas, ver o quão são interessados e o quão isso também pode agregar nas funções futuras dentro das nossas empresas”, exaltou. A classificadora de grãos, Daniela Ferreira Tomaz, viu no curso uma oportunidade de se qualificar em mais uma função dentro do segmento do agro e quem sabe na próxima safra já estará comandando uma colheitadeira. “Uma oportunidade ímpar para nós estarmos aprendendo nessa área, que é uma área ainda tão voltada para o público masculino. A gente teve uma boa estrutura também, isso é muito importante, porque foi uma mulher também que deu a instrução para a gente e só fortaleceu ainda mais a nossa vontade de poder entrar na área e de acreditar”, finalizou. A agenda de cursos e capacitações pode ser acessada no site do Senar MT, ou mais informações no Sindicato Rural de Rondonópolis pelo telefone (66) 3423-2990 ou (66) 99956-5283. Fonte: Assessoria

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