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Família reunida conferindo conta de luz zero em casa

Conta de luz zero em julho, quem realmente tem direito

ECONOMIA

Em 21 de maio foi assinada a medida provisória que reformula o setor elétrico, incluindo novas regras para a Tarifa Social. São estimados 44 milhões de consumidores que terão redução de até 120 kWh por mês, com média de desconto de 11,8 %, e 16 milhões que terão gratuidade total até 80 kWh por mês. Isso significa que mais de 60 milhões de pessoas terão algum alívio na conta de energia ao longo do ano. Novas regras para famílias de baixa renda As famílias inscritas no CadÚnico com renda entre meio e um salário mínimo por pessoa e consumo de até 120 kWh/mês ficam isentas da CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). Em média, a redução de 11,8 % pode representar dezenas de reais economizados mensalmente no orçamento apertado de quem vive com salário mínimo. Gratuidade para BPC, quilombolas e idosos Quem recebe o BPC, comunidades quilombolas, indígenas ou idosos acima de 65 anos que consomem até 80 kWh/mês terá conta zerada. Se exceder 80 kWh, paga apenas a diferença. Por exemplo, consumindo 100 kWh a família paga só pelos 20 kWh extras. Como funciona a isenção da CDE A CDE é uma parte do custo da conta de luz que financia subsídios e programas do setor. Com a nova regra, quem estiver no CadÚnico e respeitar os limites de consumo não precisa pagar essa parcela. Para uma família que gastava R$ 150 por mês, isso pode significar algo entre R$ 15 e R$ 20 de economia imediata. Como garantir sua conta de luz zero A boa notícia é que não há formulário nem burocracia extra. A Tarifa Social é concedida automaticamente para quem se enquadra, basta que o titular na fatura esteja no CadÚnico ou nos programas listados. Não precisa procurar a distribuidora; o sistema cruza os dados e aplica o benefício direto na conta. Impacto regional e números surpreendentes No Nordeste serão 7,75 milhões de famílias, no Sudeste 5,69 milhões, no Norte 1,65 milhão, no Sul 1,26 milhão e no Centro-Oeste 1,03 milhão. São Paulo lidera entre os estados com 2,41 milhões de famílias beneficiadas. Bahia e Rio de Janeiro vêm logo atrás com mais de 1,7 milhão cada, enquanto o Ceará surpreende ao atingir 1,54 milhão de famílias zerando a conta. Insight surpreendente: mais de 60 milhões de pessoas serão impactadas por essa mudança no setor elétrico. Uma pequena história ilustrativa Pense na Dona Maria, que mora em Rondonópolis e paga em média R$ 120 de luz. Com a isenção, ela deixa de pagar quase R$ 15 todo mês. É como se ganhasse um café e um lanche extra no fim do mês sem esforço. Dicas para aproveitar ao máximo a isenção Gostou das dicas e quer saber se a sua conta realmente vai zerar em julho? Deixe um comentário contando sua situação, compartilhe este artigo com quem precisa economizar e confira nossos outros conteúdos sobre economia doméstica e energia.

29/06/2025 / 0 Comentários
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Mãos segurando lupa sobre extrato bancário com percentual 17,5 destacado em vermelho

IR de 17,5% sobre aplicações é golpe direto no seu bolso já tem data marcada

ECONOMIA

Você toma o primeiro café do dia e dá de cara com a manchete: o governo confirmou uma alíquota única de IR de 17,5% sobre rendimentos de aplicações. A notícia saiu depois de o ministro Fernando Haddad detalhar, em Brasília, o pacote fiscal que compensa o recuo no IOF. Em vez da tabela regressiva que valia para CDB, fundos e Tesouro Direto, agora todo ganho de aplicação financeira ficará sob o mesmo teto de imposto. Seu planejamento, portanto, precisa mudar antes que o Fisco comece a cobrar a nova regra, prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2025. O que motiva o IR de 17,5% sobre rendimentos de aplicações O argumento oficial é padronizar a tributação. Hoje, as alíquotas de Imposto de Renda variam de 22,5 % (aplicações curtíssimas) a 15 % (investimentos presos por mais de dois anos). Segundo Haddad, a média real já ronda 17,5 % então a ideia é “apenas” nivelar o jogo. Para completar, o governo precisa de caixa extra para compensar a perda de arrecadação com a nova redação do IOF, que enfrentou resistência no Congresso. Você, contribuinte, vira peça-chave nesse xadrez fiscal. Quem sente mais o baque Tipo de aplicação Alíquota atual Como fica em 2025 Impacto imediato CDB até 6 meses 22,5 % 17,5 % Você lucra 5 p.p. de alívio CDB de 181 a 720 dias 17,5 % 17,5 % Nada muda CDB acima de 720 dias 15 % 17,5 % Você paga 2,5 p.p. a mais Fundos DI (curto prazo) 20 % 17,5 % Alívio de 2,5 p.p. LCI/LCA, CRI/CRA 0 % 5 % Isenção acaba, mas nova alíquota é simbólica JCP (Juros sobre Capital Próprio) 15 % 20 % Alta de 5 p.p. (impacta quem recebe dividendos) Fonte: Ministério da Fazenda, 10/06/2025. Perceba: quem fazia aplicações curtas terá alívio. Já quem segurava títulos longos ou dependia de isenção em LCI e LCA vai sentir a mordida. Como esse IR único mexe no seu planejamento Você talvez guardasse dinheiro em CDBs de três anos pensando na alíquota de 15 %. Agora, esse diferencial some. A partir de 2025, o banco pode oferecer rendimento um pouquinho maior para compensar, ou não. Fundos de investimento terão de refazer projeções afinal, a taxa de performance se baseia no ganho líquido. Se o imposto sobe, o gestor precisa correr mais riscos para entregar o mesmo retorno. E você decide se topa ou migra para outra modalidade. Tática 1 – Escalonar prazos ainda em 2024 Aplicações iniciadas antes da virada mantêm o regime antigo até o resgate. Se você busca CDB longo, fechar agora garante IR de 15 %. Mas só vale a pena se a taxa líquida continuar superior à oferta pós-reforma. Tática 2 – Olhar debêntures incentivadas Projetos de infraestrutura continuam isentos — pelo menos neste pacote. Uma parcela do portfólio em debêntures pode equilibrar a nova mordida de 17,5 %. Tática 3 – Revisar fundos imobiliários FIIs seguem tributados apenas no ganho de capital na venda de cotas. O dividendo mensal permanece isento. Dependendo do perfil de risco, é uma forma de manter renda passiva mais eficiente que LCI e LCA. Por que o governo aposta na medida Haddad afirmou que a unificação do IR gera previsibilidade, facilita fiscalização e aproxima a carga brasileira da média latino-americana. Além da alíquota de 17,5 %, o pacote inclui: Segundo o Ministério da Fazenda, essas mudanças ajudam a fechar a meta de déficit zero em 2026 e criam “ambiente favorável” ao corte de juros do Banco Central. Para você, isso significa que, se tudo der certo, o custo do crédito pode cair mas à custa de pagar um pouco mais sobre aplicações. O que dizem bancos e analistas No Itaú e no BTG, estrategistas viram a medida com “neutralidade mista”: alívio para captações de curto prazo, pressão nos títulos longos. A Confederação Nacional da Indústria criticou o fim das isenções em LCI e LCA, alegando que o agronegócio perderá uma fonte de crédito barata. Corretoras independentes, por outro lado, enxergam chance de vender mais debêntures e fundos estruturados. O mercado ainda faz contas sobre quantos bilhões extras o governo arrecadará estimativas iniciais variam de R$ 14 bi a R$ 20 bi anuais. Calendário para você não ser pego de surpresa Data O que acontece Como se preparar 30/06/2025 Envio do PL ao Congresso Acompanhar tramitação e emendas Ago–Set/2025 Votação na Câmara Simular carteiras com IR novo Out/2025 Análise no Senado Ajustar posições se texto passar sem alterações 01/01/2026 Vigência (cenário inicial) Organização de resgates e novos aportes (O governo trabalha para vigência em 01/01/2025; mas, se a Câmara atrasar, o calendário escorrega. Planeje com margem.) Você não controla o Fisco, mas controla onde coloca seu dinheiro. A alíquota única de IR de 17,5% sobre rendimentos de aplicações padroniza o jogo, mas também exige que você revise prazos, taxas e isenções. Antes de trocar tudo por produtos “isentos”, faça as contas: o ganho líquido, não o rótulo, decide sua rentabilidade. E lembre-se de que decisões tomadas ainda em 2024 podem ficar sob a regra antiga um alívio importante até que o mercado reajuste condições. Fonte: Redação

11/06/2025 / 0 Comentários
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Terminal ferroviário de Rondonópolis carregando soja para exportação em 2025

Exportações de Rondonópolis disparam: US$ 1 bi em 5 meses

Noticias do MT,  AGRO,  Rondonópolis

Quando falamos em agronegócio mato-grossense, costumamos pensar no Estado inteiro. Mas, de janeiro a maio deste ano, Rondonópolis roubou a cena, vendendo ao exterior US$ 1,039 bilhão em apenas cinco meses valor que a coloca no topo do ranking estadual e na 20ª posição nacional. Esses números mudam o retrato econômico da cidade e reforçam a urgência de discutir logística, mercado externo e sustentabilidade. Panorama das exportações de Rondonópolis Rondonópolis representou 9,6 % de tudo o que Mato Grosso exportou no período e 0,8 % das vendas brasileiras. A balança comercial local mostrou superávit de US$ 899 milhões, porque as importações ficaram em US$ 140 milhões. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pelo sistema ComexStat. Para onde foi tanta mercadoria? O que a cidade vendeu Produto Participação Observação rápida Torta e resíduos de óleo de soja 48 % Derivados alimentam indústria de ração animal Soja triturada 30 % Demanda asiática mantém preços firmes Algodão em pluma 14 % Fibras finas disputadas por tecelagens do Sudeste Asiático Carne bovina 4,3 % Cortes desossados e refrigerados seguem para mercados premium Fatores que impulsionam o recorde Safra robusta e dólar amigo Mesmo com ajustes climáticos, a colheita de soja registrou rendimento 4 % superior à média de 2024, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Em paralelo, o dólar a R$ 5,03 no acumulado do ano garantiu margem confortável ao produtor. Logística sobre trilhos A consolidação do corredor ferroviário Rumo-ALL reduziu o frete até Santos em 12 %. Isso explica o salto de US$ 237 milhões em exportações apenas em maio. Diversificação de mercados Nos últimos dois anos, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico negociou missões comerciais para Sudeste Asiático e Oriente Médio, abrindo portas para algodão e carne bovina — itens que agora engordam a pauta de vendas. Desafios à vista Gargalos rodoviários A BR-163, principal via de escoamento até a Ferrovia Senador Vicente Vuolo, sofre com buracos e congestionamentos no período chuvoso. Transportadoras relatam aumento médio de 18 % no tempo de viagem entre fevereiro e março, elevando custos. Pressão por rastreabilidade A nova legislação europeia contra desmatamento impõe prazos curtos para comprovação de origem. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) corre para mapear 100 % das fazendas rondonopolitanas ainda em 2025. Qualificação de mão de obra Indústrias esmagadoras de soja projetam abrir 200 vagas no segundo semestre, mas sentem falta de técnicos em logística e mecânica. O Senai local já anunciou turma extra em julho. O que esse resultado significa para você Se você é produtor, transportador ou investidor na região sul-matogrossense, o marco de US$ 1 bilhão não é apenas um número: ele indica musculatura comercial e espaço para novas cadeias industriais. Para o morador comum, significa empregos mais qualificados e recolhimento de impostos que podem melhorar infraestrutura e serviços públicos. Em apenas cinco meses, Rondonópolis mostrou que pode ser protagonista nacional no comércio exterior. Se conseguir avançar na logística rodoviária, atender exigências ambientais e qualificar a mão de obra, a cidade tem potencial para ultrapassar US$ 2,5 bilhões até dezembro. Os próximos passos dependem de políticas públicas e da capacidade do setor privado de manter o ritmo sem perder de vista a sustentabilidade. Fonte: Redação

10/06/2025 / 0 Comentários
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Site 1200 x 800 Atitude MT

Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 5,46%; veja impactos no seu bolso

ECONOMIA,  NOTÍCIAS

Depois de cinco semanas de ajustes, o mercado financeiro voltou a cortar a previsão para a inflação oficial de 2025, agora em 5,46 % ligeira queda ante os 5,50 % projetados há sete dias. A nova leitura do Boletim Focus, divulgada em 2 de junho, reforça a percepção de trégua gradual nos preços, mas ainda mantém o IPCA acima do teto da meta. Entenda por que essa revisão mexe com juros, crescimento e, claro, com o seu orçamento. O que levou o mercado financeiro a revisar a inflação Três fatores explicam o recuo de 0,04 ponto: Ainda assim, o novo número supera o teto de 4,5 % definido pelo Conselho Monetário Nacional, exigindo política monetária apertada por mais tempo. Selic alta desacelera, mas não encerra aperto monetário A taxa básica no patamar de 14,75 % é a principal âncora anti-inflação. Mantê-la elevada: O Focus projeta a Selic estável até dezembro de 2025 e recuos graduais a 12,5 % em 2026 e 10,5 % em 2027. O Banco Central, contudo, avisou que qualquer corte dependerá de inflação e expectativas convergirem de forma “robusta e sustentável”. Qual o impacto nos financiamentos? Na prática, a prestação do mesmo imóvel ficou, em média, 17 % mais cara que há 12 meses, o que reduz imediatamente a procura por crédito de longo prazo. Reflexos nas projeções de PIB e dólar O mesmo boletim reduziu, de 2,14 % para 2,13 %, a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, espelhando consumo mais fraco. Para 2026, a expectativa subiu de 1,7 % para 1,8 %, sugerindo retomada lenta. Quanto ao dólar, as casas de análise mantiveram a projeção de R$ 5,80 para dezembro, resultado de: Dica de bolso: quem importa insumos ou viaja ao exterior pode se planejar com base em um câmbio médio de R$ 5,60–5,90 até o fim do ano. Riscos que ainda ameaçam as metas de preços Mesmo com a previsão menor, três pontos mantêm o IPCA pressionado: Analistas defendem reforçar a âncora fiscal via teto alternativo de gastos ou novas metas plurianuais, sob pena de a inflação não convergir nem em 2026. Como lembra o Banco Central em sua nota de política monetária, credibilidade fiscal é “condição necessária” para cortes de juros. Em síntese: o mercado financeiro aposta em inflação de 5,46 %, Selic estável e PIB comportado. O cenário alivia um pouco a pressão nos preços, mas não tira o Brasil da rota de juros altos. Acompanhe de perto: Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário, siga-nos nas redes e assine nossa newsletter para receber análises econômicas direto no e-mail. FAQ 1. Por que 5,46 % ainda é considerado alto?Porque supera o teto da meta (4,5 %). Isso força juros elevados, encarece crédito e retarda crescimento. 2. A Selic pode cair antes de 2026?Só se o IPCA surpreender para baixo de forma consistente e o risco fiscal diminuir. Caso contrário, cortes serão tímidos. 3. O dólar deve ultrapassar R$ 6,00?Não é o cenário base, mas choques externos ou crise política podem empurrar a cotação além desse patamar. Fonte: Redação

03/06/2025 / 1 Comentário
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Vista aérea de Várzea Grande, MT, em seu 151º aniversário, destacando o crescimento econômico e comercial da cidade.

Várzea Grande completa 151 anos e reflete sobre seu crescimento econômico

Noticias do MT,  Várzea Grande

Neste 15 de maio, Várzea Grande celebra seu 151º aniversário com um olhar para o futuro, analisando os avanços e os desafios que permeiam sua economia. Com uma população estimada em 2024 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  de cerca de 314.627 pessoas, e localizada na Grande Cuiabá, a cidade tem se destacado como um polo econômico estratégico na região Centro-Oeste, graças à sua localização privilegiada e ao seu dinamismo comercial e industrial.  A economia de Várzea Grande é marcada por uma forte presença do comércio, indústria e agropecuária, setores que se complementam e geram empregos para a população local. O comércio varejista, especialmente, tem se expandido nos últimos anos. Com grande um shopping e centros comerciais, a cidade tornou-se um importante centro de consumo para toda a região, atraindo consumidores de cidades vizinhas. O varejo diversificado, que vai desde moda até eletrônicos, tem impulsionado a economia, criando um ambiente favorável para o surgimento de novos negócios e o aumento da oferta de empregos. Além disso, o município tem se consolidado como um importante centro logístico. A proximidade com a capital Cuiabá, somada à infraestrutura viária de rodovias como a BR-364 e BR-070, favorece o escoamento de mercadorias e facilita a distribuição de produtos para outras regiões do estado e do país. Esse fluxo intenso de produtos tem atraído investimentos, contribuindo para o crescimento econômico. Nas mais de quatro décadas atuando em Várzea Grande, o fundador da Prol Móveis de Aço, Heitor Trentin, exalta o ponto estratégico que a cidade se encontra e as pessoas que fazem do município o que ele é atualmente. “O povo várzea-grandense é um povo trabalhador, resiliente, já passamos por muitos desafios. Eu estou aqui há 45 anos já, o que posso falar é que Várzea Grande tem um privilégio muito grande de estar bem localizada do lado da capital, em um ponto estratégico logístico para a saída para a Rondônia e para o norte aqui. Então, se nós soubermos aproveitar essa condição teremos ganhos valiosos para nossa economia”, disse. O setor industrial de Várzea Grande, embora ainda em fase de expansão, também desempenha um papel importante na economia local com 1.300 empresas de diversos portes, segundo o senso do Observatório de Mato Grosso de 2023. A cidade conta com fábricas de móveis, confecções, metalurgia e produtos alimentícios, o que contribui para a diversificação das fontes de receita. Muitas dessas empresas não apenas atendem ao mercado local, mas também exportam seus produtos, ampliando a projeção da cidade no cenário nacional. Desde 2000 empreendendo no município, e atualmente a frente de uma agência de viagens, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Várzea Grande (Acivag), Valterson Gonçalves Evangelista da Silva, destaca que algumas ações de parceria entre o poder público e as entidades que representam o comércio e a indústria podem fomentar a economia local. “Nós podemos fazer campanhas, para que o cidadão tenha essa consciência de investir e fazer girar o seu dinheiro aqui, que investir em Várzea Grande é bom. Em parceria com a prefeitura, criando alguns incentivos e benefícios, pois a cidade precisa ser mais atrativa”, explicou. Outro empreendimento que faz parte da vida dos várzea-grandenses é a Refrigerantes Marajá, que instalou sua planta fabril em 1982, e de lá para cá não para de crescer e investir no município. “Damos preferência aos profissionais que residem em Várzea Grande no momento da contratação. Atendemos cerca de 2800 clientes no município e compramos de fornecedores locais. Essas são algumas medidas que tomamos para contribuir com o crescimento das pessoas e da cidade”, assim fala a diretora executiva da empresa, Ulana Bruehmueller. Apesar do crescimento evidente, Várzea Grande ainda enfrenta desafios. A cidade carece de investimentos em infraestrutura, especialmente nas áreas periféricas, onde a falta de saneamento e a precariedade no transporte público ainda são problemas que impactam a qualidade de vida da população. A qualificação profissional também é um ponto de atenção, já que a mão de obra local precisa de maior capacitação para atender à demanda dos setores industriais e de serviços. O empresário da indústria de colchões e estofados e dirigente da FIEMT, Ayres dos Santos Neto, se mostra otimista com a nova gestão municipal e espera ações efetivas para a atração de empresas e indústrias para a cidade. “A parte da infraestrutura do município ainda é muito carente para gente falar em uma expansão, nós sofremos quando uma empresa ou uma indústria fala em se instalar em Várzea Grande, eles observam uma realidade muito arcaica e um distrito industrial sem estrutura. Nós esperamos que o Poder Público possa nos ajudar e que contem com uma iniciativa privada, ouvir um pouco mais, pois estamos dispostos a ajudar”, pontuou. Neste aniversário de 151 anos, Várzea Grande tem motivos para comemorar, mas também para refletir sobre os caminhos a seguir. A cidade possui potencial para se tornar um polo ainda mais relevante no Centro-Oeste, com a expansão de sua infraestrutura e o fortalecimento da educação e saúde. Com esses ajustes, Várzea Grande pode garantir que seu crescimento econômico beneficie toda a população, criando um ambiente próspero e sustentável para as gerações futuras. Neste 15 de maio, a cidade celebra suas conquistas e traça novas metas para continuar sua trajetória de desenvolvimento, focando na superação de desafios e na criação de oportunidades para todos. Fonte: Redação

20/05/2025 / 0 Comentários
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Mãos representando Brasil e EUA em aperto diplomático sobre fundo econômico global, simbolizando o encontro Haddad Mnuchin e tensões comerciais.

Encontro Haddad Mnuchin Tensões e Diálogos na Economia Global

ECONOMIA,  NOTÍCIAS

Encontro Haddad Mnuchin sinaliza diálogos cruciais em meio a incertezas sobre tarifas e o futuro das relações econômicas Brasil-EUA. Análise completa.

05/05/2025 / 0 Comentários
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Fachada da sede do Banco Central do Brasil em Brasília, simbolizando a projeção de juros mais baixos e queda na inflação para 2025.

Banco Central Aponta para Juros Mais Baixos e Queda na Inflação em 2025

ECONOMIA

Banco Central projeta juros mais baixos e queda na inflação para 2025. Entenda como essas mudanças podem impactar a economia e o seu bolso.

05/05/2025 / 1 Comentário
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Imagem ilustrativa da reforma tributária no Brasil, com gráficos financeiros e calculadora, representando mudanças no imposto de renda.

O que é reforma tributária e como ela afeta o imposto de renda?

ECONOMIA,  NOTÍCIAS

Descubra como a reforma tributária no Brasil transforma o imposto de renda, com novas alíquotas, deduções e tributação de dividendos. Saiba os impactos para você e empresas.

22/04/2025 / 1 Comentário
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Inflação desacelera em março, mas alimentos e combustíveis seguem caros no Brasil

Inflação desacelera em março e alivia o bolso de todas as classes sociais

ECONOMIA,  NOTÍCIAS,  Ricardo Beariz

Inflação desacelera em março e alivia o bolso das famílias. Veja como cada faixa de renda foi impactada e o que esperar nos próximos meses.

22/04/2025 / 1 Comentário
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