Mulher de cabelos longos e pretos, sorrindo gentilmente para a câmera. Ela veste um jaleco azul-marinho com o logotipo "Membro Oficial CITRG" visível na manga. O fundo é composto por uma parede clara e uma planta verde à direita, transmitindo um ambiente profissional e acolhedor.

A Dor que Vira Propósito: Do Sofrimento Crônico e Invisível ao Renascimento Emocional

Para muitos o sofrimento físico é um labirinto sem saída mas para a terapeuta Lucília de Lima Gasparelo ele se revelou como o início de uma jornada de transformação profunda. Ela recorda com clareza o momento exato em que decidiu transformar sua própria dor em ferramenta de cura ao entender que aquilo não era um castigo mas sim um chamado. “Houve um momento em que eu entendi que a minha dor não era um castigo, era um chamado”, revela Lucília. Ao perceber que suas dores físicas guardavam raízes emocionais profundas ela escolheu não ser vítima da própria história e mergulhou nos estudos da neurociência e da terapia. “Eu decidi transformar aquilo que me quebrou naquilo que hoje sustenta outras pessoas”, diz ela, reforçando que a dor deixou de ser um limite para se tornar um propósito. Essa trajetória permitiu que ela decifrasse o que chama de dor invisível, aquela que não aparece em exames laboratoriais mas tem o poder de paralisar uma vida inteira. Segundo Lucília esse tipo de sofrimento é silencioso e muitas vezes desacreditado o que acaba aumentando o peso sobre o paciente. “A dor invisível se instala no corpo e na identidade. O paciente não luta apenas contra a dor, ele luta para ser validado”, explica a terapeuta. Esse processo de reconstrução exige que a pessoa entenda que a dor é uma experiência e não a definição de quem ela é pois o sofrimento prolongado costuma alterar a autoimagem. “O amor-próprio enfraquece quando a identidade se mistura com o sofrimento e o resgate começa quando ela entende que a dor não é quem ela é”, pontua. A união dessa expertise técnica com a força da comunicação deu origem ao Projeto Vida Sem Dor em parceria com a jornalista Edileusa. Lucília acredita que quando a comunicação encontra a verdade o impacto se multiplica e o projeto tem sido uma prova viva de que a dor crônica não precisa ser uma sentença definitiva. “Temos alcançado pessoas que já haviam perdido a esperança, devolvendo autonomia, consciência e qualidade de vida”, relata. Esse trabalho de impacto internacional é encarado por ela com honra e responsabilidade pois embora os títulos validem o conhecimento técnico o que realmente sustenta sua atuação é a transformação real na vida de quem a procura. “O reconhecimento amplia a voz, mas o propósito continua sendo servir com verdade e excelência”, afirma Lucília. Ao ser destaque em publicações voltadas ao público feminino a terapeuta levou uma mensagem clara sobre a importância de cuidar da mente em um mundo que exige que as mulheres sejam fortes o tempo todo. “Falar para mulheres é falar para quem carrega o mundo nas costas em silêncio. Você não precisa ser forte o tempo todo”, defende. Para ela cuidar de si não é egoísmo mas sim inteligência emocional e o primeiro passo para quem se sente emocionalmente quebrado é parar de fingir que está tudo bem. Lucília defende que reconhecer a dor com honestidade e buscar ajuda qualificada é o início da reconstrução. Em sua visão a cura definitiva existe e acontece quando a memória deixa de doer. “A verdadeira cura não é esquecer o passado, é lembrar sem sofrer”, ensina. A metodologia que ela aplica une o alívio físico ao fortalecimento emocional de maneira integrada partindo do princípio de que a dor física é a manifestação de conflitos não resolvidos. “Quando o emocional é tratado o corpo responde”, diz ela. Hoje Lucília olha para trás e enxerga sua antiga dor como uma professora severa mas necessária que lhe ensinou profundidade e empatia. “A dor me feriu, mas também me formou”, finaliza. Atualmente a terapeuta deu um novo passo em sua missão e, juntamente com um grupo de amigos e profissionais da área médica, trabalha na criação do Instituto Consciência Curativa. O objetivo da nova instituição é oferecer, através do Projeto Vida Sem Dor, um tratamento multidisciplinar focado em pessoas com dores crônicas e invisíveis. De acordo com Lucília, quem desejar obter maiores informações futuras sobre a criação do instituto e detalhes sobre os atendimentos pode acompanhar as atualizações pelo perfil @projetovidasemdor25.

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Fotografia colorida em plano médio capturada em uma quadra coberta. Três homens estão em pé, lado a lado, sorrindo para a câmera. À esquerda, um jovem de camiseta polo branca e azul marinho com as mãos nos bolsos. Ao centro, um homem com a mesma camiseta polo segura um pacote amarelo da bebida de soja Agrosolidário. À direita, o Padre Vanderson, vestindo uma camisa clerical azul marinho com colarinho branco, segura um pacote de bebida de soja sabor uva. Ao fundo, vê-se a estrutura de alvenaria do Oratório Filhos de Dom Bosco e árvores sob a luz do dia.

Solidariedade que Nutre: Parceria entre Aprosoja MT e Oratório Dom Bosco Celebra Formação e Saúde

Há quase três décadas, quem passa pelo Oratório Filhos de Dom Bosco, em Rondonópolis, percebe que ali o tempo corre diferente. O Projeto Crescer não é apenas uma escola ou um centro de lazer; é o alicerce de cerca de 500 crianças e adolescentes que buscam, no contraturno escolar, muito mais do que oficinas de teatro, informática ou uma partida de vôlei. Ali, o foco é o crescimento humano integral, oferecendo um porto seguro e as ferramentas necessárias para que cada jovem se torne um cidadão consciente. Dentro dessa rotina intensa de aprendizado e esporte, a nutrição é o combustível que faz tudo funcionar. Para muitos desses meninos e meninas, as refeições feitas no Oratório são a base da alimentação diária, e é nesse ponto que a parceria com o programa Agrosolidário, da Aprosoja MT, mostra sua força prática. A bebida de soja, que já faz parte do cardápio há anos, reforça a qualidade do que é servido, sendo recebida com entusiasmo até pelos pequenos do maternal. O diretor do Oratório, padre Vanderson de Souza Gomes, ressalta que essa ajuda é um suporte que a comunidade sente na pele e na saúde. No refeitório, a bebida de soja ganha vida como suco ou acompanhamento, e os sabores de morango, uva e laranja são os campeões de audiência entre a garotada. Gabriel Ferreira, do setor administrativo, reforça que o produto é um nutriente natural que faz uma diferença enorme no dia a dia da instituição. Mas o impacto dessa solidariedade que vem do campo muitas vezes resolve dramas silenciosos. O motorista João Carlos de Almeida guarda na memória a história de uma aluna que sofria com intolerância à lactose. Sem condições financeiras para comprar leites especiais, a família encontrou no Oratório a solução: a bebida de soja doada pelos produtores rurais supriu a necessidade da menina, que hoje cresceu forte e saudável. Além de nutrir corpos, a parceria gera um alívio financeiro vital, permitindo que a entidade invista seus recursos em outras áreas enquanto recebe o suporte alimentar de forma gratuita. Ao final do dia, o que se vê em Rondonópolis é o resultado de uma união que transborda as lavouras: a gratidão de uma comunidade que sabe que pode contar com a mão estendida de quem produz no campo para semear dignidade na cidade. Assessoria: Aprosoja MT

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Fotografia colorida em plano médio mostra duas mulheres negras, colaboradoras da APAE, sorrindo calorosamente para a câmera. Elas estão lado a lado, em pé, dentro de uma cozinha industrial limpa e bem iluminada por janelas ao fundo. Ambas seguram embalagens do programa "Agrosolidário". A mulher à esquerda veste uma camiseta branca com o logo da APAE de Cáceres; ela segura um pacote amarelo de bebida de soja sabor maracujá. A mulher à direita veste uma camiseta branca com estampas e mangas coloridas; ela segura um pacote roxo de bebida de soja sabor uva. À direita, vê-se uma grande panela de alumínio no fogão.

Nutrição e Afeto: A Força da Soja na Transformação de Vidas na APAE de Cáceres

O impacto de uma parceria sólida vai muito além dos números; ele é sentido no prato, no desenvolvimento e no sorriso de quem recebe o cuidado. Há seis anos, a APAE de Cáceres conta com o apoio fundamental da Aprosoja Mato Grosso, por meio do programa Agrosolidário. O que começou como uma doação de produtos à base de soja tornou-se um pilar nutricional para cerca de 140 crianças, jovens e adultos, oferecendo um suporte que atravessa os portões da instituição e chega ao seio das famílias assistidas. Para a presidente da APAE, Erika Pinto de Arruda, o trabalho é uma missão de acolhimento integral. Com 146 alunos matriculados, a instituição não se limita ao ensino, oferecendo desde transporte gratuito até suporte jurídico e médico. A bebida de soja enviada pela Aprosoja MT foi incorporada de forma estratégica ao cardápio diário, sendo servida em vitaminas e bolos logo no café da manhã e no lanche, garantindo que o aluno esteja bem alimentado antes do almoço e do retorno para casa. Erika ressalta que esse benefício se estende às famílias, muitas vezes numerosas e em situação de vulnerabilidade, fortalecendo o vínculo comunitário e garantindo segurança alimentar onde ela é mais necessária. A versatilidade do alimento é celebrada por quem coloca a mão na massa. Na cozinha da APAE, a colaboradora Maria Gonçalina de Almeida Silva transforma a bebida de soja em pães, biscoitos e vitaminas que encantam pelo sabor e pelo visual. Ela conta que os sabores de morango e uva deixam os preparos com uma cor rosada que desperta o apetite dos alunos. Maria, que também é mãe de uma das atendidas, testemunha os resultados na prática: a facilidade de ingestão para alunos com dificuldades motoras ou restrições alimentares tem gerado ganhos visíveis de peso e saúde, combatendo a desnutrição de forma saborosa e nutritiva. Além do suporte alimentar, a instituição segue inovando no campo pedagógico. Segundo a coordenadora Leonildes Maria Catalan, a APAE hoje trabalha com projetos focados em esporte, lazer, arte e danças pantaneiras, fundamentais para o desenvolvimento integral. Nesse contexto, a parceria com o Agrosolidário se mostra essencial, especialmente para aqueles que dependem de dietas líquidas ou pastosas. Ao unir o compromisso do setor produtivo com a dedicação dos educadores de Cáceres, o programa reafirma que a soja produzida no estado é, acima de tudo, um instrumento de inclusão e qualidade de vida para o povo mato-grossense. Fonte: Aprosoja MT

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Fotografia em plano aberto mostra um grupo de cerca de 100 alunos e educadores reunidos no centro de uma quadra poliesportiva coberta. Os estudantes vestem coletes amarelos fluorescentes e estão sentados no piso de cor laranja, posicionados para a foto oficial. Ao fundo, a estrutura metálica do telhado e as arquibancadas azuis da escola CMEB completam o cenário. Todos olham para a câmera em um momento de integração.

Semeando conhecimento: Sorriso recebe edição do programa Futuro em Campo nas escolas

O agronegócio e a sala de aula se encontraram em Sorriso, para uma tarde dedicada ao aprendizado e à integração. A Aprosoja Mato Grosso levou o programa Futuro em Campo ao Centro Municipal de Educação Básica (CMEB), reunindo cerca de 100 alunos dos 6º anos vespertinos. Através de uma proposta dinâmica e acessível, a iniciativa buscou aproximar os jovens do universo produtivo, abordando temas centrais como sustentabilidade, preservação ambiental e a relevância do setor para a sociedade. Para a delegada de Sorriso, Aline Beledelli, a realização da ação diretamente no ambiente escolar é uma forma estratégica de fortalecer o vínculo entre o campo e a cidade. Ela pontua que a presença da equipe da Aprosoja MT reforça o trabalho já desenvolvido no município, permitindo que a realidade do agronegócio chegue ao dia a dia das crianças. Segundo a delegada, essa integração agrega novos conhecimentos ao que os estudantes já recebem das professoras em sala de aula, criando uma experiência completa de aprendizado. A importância da iniciativa também foi celebrada pela diretora da escola, Marizane Brunetto. Diante de um município com economia essencialmente agrícola, baseada em culturas como soja e milho, ela destaca a necessidade de os alunos compreenderem que o setor é um grande gerador de empregos para suas próprias famílias. Marizane ressalta que o trabalho é fundamental para esclarecer a origem dos alimentos e mostrar que o que chega à mesa da população é produzido ali mesmo, dentro do município, reforçando o papel essencial da agricultura para todos. Entre os estudantes, o clima foi de descoberta. Nicole Ybanez de Miranda, do 6º ano H, relatou ter aprendido que itens cotidianos, como cremes de cabelo, chocolates e salgadinhos, contêm soja e milho em sua composição, destacando o valor de ir além das gincanas tradicionais. No mesmo sentido, a aluna Sofia Tomasi celebrou o novo conhecimento como algo que poderá levar para o seu futuro. Ao final, o programa Futuro em Campo reafirma o objetivo de despertar o interesse das novas gerações, consolidando o compromisso da entidade com a educação e com o desenvolvimento do setor em Mato Grosso. Fonte: Aprosoja MT

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As Patronas: O evento que despertou o protagonismo feminino em Rondonópolis

O cenário do Espaço Tulipas foi palco de um acontecimento histórico para Rondonópolis com a realização do evento As Patronas. Idealizado pelo empresário e coach de sexualidade e relacionamento William Abreu, que dedica sua carreira há mais de uma década à promoção da qualidade de vida feminina, o projeto nasceu com a missão de ser mais que um evento, consolidando-se como um movimento de acolhimento, conexão e profunda transformação pessoal para mulheres que buscam se reencontrar com sua própria essência. A trajetória de William no desenvolvimento humano e na saúde emocional feminina permitiu que o encontro abordasse temas vitais como autoestima, autocuidado e amor-próprio. Para dar vida a essa visão, ele contou com a parceria estratégica dos sócios Ricardo Beariz, gestor de tráfego e nome à frente do portal Atitude MT, e Bruno de Freitas, empresário da Guga Turismo. Juntos, estruturaram uma experiência que uniu força e sensibilidade, tornando-se um marco absoluto na cidade. A programação foi marcada pela presença da renomada sexóloga e fisioterapeuta pélvica Cátia Damasceno, que trouxe reflexões essenciais sobre saúde íntima e bem-estar. Além do autocuidado, o evento assumiu um papel social de extrema relevância ao debater pautas urgentes como a violência doméstica e o feminicídio, contando com as contribuições fundamentais de Daniela Barea, Janaína Riva e da doutora Luciana Horta, que ampliaram o diálogo sobre a conscientização e proteção da mulher na sociedade atual. Um dos pontos altos foi a participação ativa das Patronas, um grupo de empresárias de destaque que abraçaram a causa com coragem. Ao compartilharem suas histórias de superação e os desafios vencidos na gestão de seus próprios negócios, elas inspiraram as mais de mil mulheres presentes, provando que as dificuldades podem ser o combustível para grandes conquistas. Esse intercâmbio de experiências não apenas fortaleceu o coletivo, como também movimentou a economia local, gerando conexões valiosas e valorizando o empreendedorismo. Com o sucesso absoluto desta edição agora integra oficialmente o calendário anual de Rondonópolis. O movimento reafirma o compromisso de continuar impulsionando histórias e elevando o papel da mulher, construindo uma comunidade cada vez mais consciente e unida pelo protagonismo feminino. Para William Abreu, investir em iniciativas como esta é o caminho para uma sociedade mais fortalecida e humana.

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Fotografia em ângulo baixo da fachada da Prefeitura de Rondonópolis. O edifício possui arquitetura moderna e curvilínea, com grandes janelas de vidro espelhado em azul intenso e estrutura branca. À frente, uma escadaria de concreto em leque com corrimãos metálicos leva à entrada. As laterais da escada são revestidas com azulejos laranjas. Palmeiras e árvores verdes decoram o entorno sob um céu ensolarado.

Prefeitura de Rondonópolis prorroga prazo de pagamento do IPTU com desconto

O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, emitiu um decreto nesta semana que prorroga o pagamento com desconto em cota única do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2026. Agora o imposto pode ser pago com desconto de 20% em parcela única até 29 de maio de 2026. A intenção da gestão é oportunizar mais tempo e tranquilidade ao contribuinte que precisa regularizar suas obrigações tributárias, bem como incentivar a arrecadação municipal. Inicialmente, o IPTU 2026 podia ser pago à vista com desconto de 20% até esta sexta-feira (10/4) em Rondonópolis. A alteração no calendário fiscal do exercício de 2026 foi garantida pelo decreto 13.316, de 07 de abril de 2026, publicado no Diário Oficial do Município de 07 de abril de 2026. As demais disposições do decreto vigente em relação ao calendário fiscal do Município, de janeiro deste ano, permaneceram inalteradas. Além da opção com desconto à vista, o IPTU 2026 pode ser parcelado em Rondonópolis em até 9 vezes, mas sem o desconto. Nesta edição, a Prefeitura de Rondonópolis oferece novamente ao contribuinte o IPTU Premiado, concorrendo inclusive a uma camionete cabine dupla 4×4 0km e outros prêmios. Em caso de algum débito de IPTU anterior, o contribuinte pode recorrer ao Quita Fácil, programa de regularização de débitos que também está em vigor neste ano de 2026. Fonte: Assessoria

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Fotografia da fachada da Unemat, Câmpus Avançado de Rondonópolis. A imagem mostra a estrutura do prédio em tons de azul e cinza sob um céu claro, com o logotipo da universidade e o nome da unidade em destaque em uma faixa branca na parte inferior.

Jornalismo da UNEMAT Rondonópolis celebra formação de novos profissionais

A Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) vive um momento de celebração com a graduação de uma nova turma de jornalistas em Rondonópolis. Nesta quarta-feira, 11 de março, às 19h (horário oficial de MT), será realizada a Solenidade de Colação de Grau Unificada dos Formandos 2025/2 no Espaço Tulipas. O evento coroa anos de dedicação e vivência acadêmica no Câmpus Avançado de Rondonópolis, marcando a entrega oficial de novos bacharéis ao mercado local e regional. Para a Coordenação do Curso de Jornalismo, esta formatura simboliza o fortalecimento da comunicação na região e o compromisso contínuo da universidade em formar profissionais éticos, críticos e preparados para os desafios contemporâneos da profissão. A solenidade celebra a trajetória de estudantes que, a partir de agora, assumem o papel fundamental de levar informação de qualidade à sociedade. A Coordenação parabeniza formalmente todos os formandos por esta conquista marcante e estende os cumprimentos aos professores e homenageados que foram essenciais em toda a jornada de aprendizado e crescimento.

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Imagem dividida verticalmente em dois cenários contrastantes. À esquerda, um produtor rural de chapéu e camisa xadrez está em uma lavoura de soja, olhando para baixo com expressão de preocupação e tristeza, ao lado de um tambor de combustível vazio e colheitadeiras ao fundo sob um céu de fim de tarde. À direita, sob um céu escuro e carregado de tempestade, um caminhoneiro está sentado no acostamento de uma rodovia, também com expressão desolada, próximo a uma longa fila de caminhões parados, simbolizando o desabastecimento.

Aprosoja Brasil alerta para risco de colapso no diesel em pleno pico da safra

A Aprosoja Brasil manifesta profunda preocupação com a ameaça real de interrupção no fornecimento de óleo diesel às propriedades rurais, justamente no momento em que o campo vive a intensidade da colheita da soja e o plantio do milho segunda safra. Esta instabilidade, considerada intempestiva pela entidade, atinge o coração da operação agrícola e coloca em risco não apenas a produtividade das fazendas, mas a própria segurança alimentar e a estabilidade econômica do país. O alerta se estende também ao risco de oportunismo no mercado: a escassez do insumo abre margem para que fornecedores elevem preços de forma abusiva, gerando um efeito cascata que encarece o transporte, pressiona os custos de produção e, inevitavelmente, se converte em inflação de alimentos nas gôndolas dos supermercados. A crise atual expõe a fragilidade estrutural do abastecimento brasileiro que, apesar de ser um grande exportador de petróleo bruto, ainda vive uma dependência crônica da importação de refinados como diesel e gasolina. Com cerca de 30% do diesel consumido no Brasil vindo do exterior, o setor produtivo fica vulnerável às oscilações e conflitos internacionais, como os registrados no Oriente Médio. Diante deste cenário, a Aprosoja Brasil defende que a solução para a soberania energética está “dentro de casa”, por meio do avanço urgente no aumento da mistura de biodiesel e na ampliação do uso do etanol na matriz energética, inclusive para o transporte de cargas e operação de máquinas pesadas. Mais do que uma questão logística, trata-se de priorizar um setor estratégico que sustenta o PIB nacional. A entidade solicita uma ação imediata e coordenada das autoridades para restabelecer o fluxo de abastecimento, coibir práticas especulativas e fortalecer a segurança energética do agronegócio. O produtor rural não pode ser alvo de incertezas quando o que está em jogo é a garantia do alimento na mesa do brasileiro e a competitividade do Brasil no mercado global. Fonte: Aprosoja Brasil

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Fotografia de um encontro presencial do grupo Mulheres Empreendedoras em um grande auditório. Em primeiro plano, uma mulher com vestido claro sorri para a câmera, representando a liderança. Atrás dela, várias mulheres de diversas idades estão sentadas em fileiras de cadeiras verdes, preenchendo todo o ambiente. Algumas mulheres também estão em pé nas laterais. A iluminação é clara e o clima é de união e engajamento coletivo.

Empreendedorismo Feminino: A Rede de Apoio e Poder Público em Rondonópolis

O Elo entre o Cuidado e a Gestão O que acontece quando várias mulheres decidem que empreender não precisa ser um caminho solitário? Em Rondonópolis, a resposta está na consolidação de um movimento que une o acolhimento emocional à representatividade política. O recente encontro entre a secretária de Promoção e Assistência Social, Alessandra Ferreira, o prefeito Claudio Ferreira e o grupo de Mulheres Empreendedoras marcou um momento estratégico de conexão institucional. A “Resenha” como Antídoto à Solidão Para este grupo, o networking vai muito além da troca de cartões. Desde sua criação em 2023, o pilar central tem sido a saúde mental e a qualidade de vida. O formato das “Resenhas de Negócios” é a prova disso: para ingressar, a empreendedora não apenas clica em um link, mas participa de um encontro presencial para prestigiar uma anfitriã e vivenciar a rede de perto. É nesse ambiente de olho no olho que as barreiras caem. Segundo a empreendedora Elenir Nascimento Jacyntho, integrante do grupo, essas reuniões revelam que, embora os negócios sejam diferentes, as angústias são compartilhadas. Ela observa que, durante as resenhas, é possível notar que todas enfrentam as mesmas dores e dificuldades, em diferentes escalas, criando uma identificação que fortalece o psicológico de quem está começando ou pretende começar. Da Saúde Mental ao Desenvolvimento Econômico Essa visão de apoio mútuo foi validada pela secretária Alessandra Ferreira durante a reunião na Prefeitura. Para a gestão municipal, o fortalecimento desses vínculos e a criação de conexões são fundamentais não apenas para a economia, mas para a saúde mental e o desenvolvimento humano dessas mulher. Foto: Mauricio Renner O Próximo Passo: Da Emoção à Estratégia Embora o acolhimento seja o coração do movimento, a união dessas mais de 600 mulheres está gerando impactos que vão muito além do bem-estar emocional. A abertura das portas do poder público sinaliza uma mudança profunda na forma como a iniciativa privada e a gestão municipal se comunicam em Rondonópolis. Essa conexão direta com a Prefeitura pode, na prática, agilizar processos e transformar o comércio local em uma força econômica imparável na cidade.

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Fotografia da vereadora Luciana Horta sentada em sua mesa no plenário da Câmara Municipal. Ela sorri para a câmera, transmitindo uma postura de liderança e presença no ambiente legislativo.

Do palanque à oposição: o divórcio político na base de Cláudio Ferreira

O clima na base do governo mudou de vez. A vereadora Luciana Horta, que subiu no palanque e defendeu o projeto de Cláudio Ferreira, agora parece caminhar em uma estrada bem diferente. O distanciamento, que antes era apenas um boato nos corredores, ficou escancarado. Luciana colocou o dedo na ferida ao criticar a situação dos bairros Altamirando 2 e Maria Amélia 2. São problemas antigos, heranças complicadas da gestão de José Carlos do Pátio, mas que a vereadora agora cobra diretamente da atual administração. Questionado sobre esse “racha”, o prefeito não fez rodeios. Cláudio admitiu que a relação nunca foi fácil e, com um tom de quem aceita o inevitável, disparou: “Se ela quis ser oposição, paciência. Ninguém é obrigado a caminhar junto se não está de acordo”. Fonte: burburinhomt

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