O prefeito de Rondonópolis anunciou o começo de uma ação ampla para eliminar os bolsões de lixo que se formaram em vários pontos da cidade. A iniciativa reúne equipes da Secretaria de Infraestrutura, da Coleta Seletiva e da Vigilância Sanitária, com foco em retirar entulho acumulado, desobstruir bocas de lobo e reduzir criadouros de vetores como o Aedes aegypti. A prefeitura informou que o cronograma prioriza áreas com maior volume de resíduos e denúncias registradas pela população.
Como será a limpeza

A operação começa por bairros onde a presença de restos de construção, móveis velhos e podas descartadas irregularmente é mais visível. Caminhões basculantes e pás carregadeiras farão a remoção pesada, enquanto equipes menores recolhem resíduos menores e promovem varrição fina. Segundo a administração, cada ponto receberá limpeza completa, sinalização e, quando necessário, instalação de caçambas oficiais para evitar o retorno imediato do problema. Moradores serão avisados com antecedência sobre a passagem das equipes para organizarem o descarte correto.
A fiscalização também entra em campo. A Secretaria de Meio Ambiente vai autuar quem descartar entulho em locais proibidos, aplicando multas previstas no código municipal. A prefeitura reforça que eletrodomésticos, resíduos de poda e restos de obra têm destinos específicos e não podem ser largados em terrenos baldios. O objetivo é combinar remoção emergencial com mudança de hábito, evitando que o mutirão vire solução repetida a cada semestre.
Educação ambiental complementa o trabalho. Agentes comunitários vão distribuir folhetos explicando horários da coleta, endereços dos ecopontos e canais de denúncia. A ideia é que líderes de bairro e escolas ajudem a monitorar áreas críticas, avisando a prefeitura antes que pequenos acúmulos se tornem novamente bolsões. A Ouvidoria Municipal e o aplicativo Rondonópolis Digital permanecem como caminhos oficiais para registrar reclamações e enviar fotos georreferenciadas.
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Do ponto de vista sanitário, a limpeza reduz riscos de doenças transmitidas por mosquitos e roedores, além de diminuir a obstrução de galerias pluviais que causam alagamentos nas primeiras chuvas. Técnicos lembram que pneus, garrafas e recipientes abertos são focos clássicos de larvas. Por isso, após a retirada do lixo, agentes de saúde farão vistorias pontuais para orientar moradores sobre manejo correto de resíduos em quintais.
A prefeitura promete divulgar relatórios periódicos com o total de toneladas retiradas e o número de pontos zerados, garantindo transparência ao processo. Caso novas áreas problemáticas surjam, o planejamento prevê revezamento das equipes. A administração afirma que manter a cidade limpa não depende apenas do poder público, e sim de um pacto com o morador que separa, armazena e descarta no lugar certo.
Com a força tarefa nas ruas e a comunidade envolvida, a expectativa é que Rondonópolis reduza drasticamente os bolsões de lixo e melhore o visual urbano, a saúde coletiva e a drenagem. Quem identificar descarte irregular deve registrar ocorrência nos canais oficiais para que a equipe chegue rápido e evite que o problema cresça novamente.
Fonte: Redação





