A Polícia Civil de Mato Grosso procura Thiago Gonçalves de Oliveira, de 40 anos, suspeito de agredir a namorada, também de 40 anos, em Rondonópolis. O caso foi registrado como violência contra a mulher e está sob apuração da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher. Até a última atualização divulgada, o investigado não havia sido localizado.
Segundo o registro apresentado na reportagem, a ocorrência aconteceu na madrugada de domingo (15), no bairro Vila Santa Maria, após o casal sair de um bar na região central. Conforme o relato, o suspeito teria insistido para que os dois fossem a um motel ou para a casa da mãe dele, e a vítima teria recusado. A negativa teria sido o estopim para a discussão e, na sequência, para a agressão.
Ainda de acordo com o que foi narrado no boletim citado, a vítima seguiu para o estacionamento para ir embora, e o suspeito a teria abordado de forma agressiva. A reportagem afirma que houve uma situação de constrangimento público nesse momento. Um policial militar que passava pelo local teria questionado o que estava acontecendo, e o suspeito teria dito que estava tudo bem, e a abordagem não avançou.
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A agressão, conforme descrito, teria continuado dentro do veículo da vítima. O suspeito teria entrado no carro e, na sequência, atacado a mulher, causando ferimentos no rosto e sangramento nasal. Após isso, ele teria saído do local e fugido a pé. A vítima buscou ajuda e formalizou a denúncia.
A reportagem informa que a mulher solicitou medida protetiva de urgência e que o caso segue em investigação. O suspeito, segundo o texto, é morador de Cuiabá e permanece foragido. A Polícia Civil orienta que qualquer informação sobre o paradeiro seja repassada de forma anônima pelos canais oficiais, 197 (Polícia Civil) e 190 (Polícia Militar).
O episódio reforça um ponto que a rede de proteção costuma repetir, violência contra a mulher não começa apenas na agressão física. Ela pode evoluir a partir de controle, pressão, constrangimento e coerção, e a denúncia é um passo decisivo para interromper o ciclo. Em casos de risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar. Para situações de violência e pedido de orientação, o serviço 180 também costuma ser utilizado como canal nacional de apoio e encaminhamento.
Enquanto a investigação avança, a apuração deve concentrar esforços em depoimentos, eventuais imagens de segurança da região, identificação de testemunhas e diligências para localizar o suspeito. A Delegacia da Mulher também deve reunir elementos para sustentar medidas cautelares e garantir proteção à vítima durante o andamento do caso.
Fonte: Olho vivo Mato Grosso





